sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Shoper Marketinhg
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Os idosos e o trabalho
Cronos ou Kairós, em que tempo está o idoso?
A expressão naquele tempo, o meu tempo, falta de tempo tornaram-se comuns no dia a dia. A questão é mais profunda: o que os homens estão fazendo com o seu tempo? Novos caminhos podem ser abertos para os jovens pensarem no tipo de vida que levam e aproveitar as experiências para seu próprio crescimento.
O que fazer com o tempo livre, aproveitar melhor o tempo, saber viver bem o tempo, são questionamentos no cotidiano das pessoas, independentemente da idade que tenham. Entretanto, tratar do assunto para os idosos é um pouco mais complicado. É necessário entender a questão da longevidade. Viver mais para quê, se poucas condições de vida estão sendo dadas a eles? Será que longevidade e tempo livre combinam?
Para que viver mais se não há como viver bem? Sem dinheiro, sem esperança de dias melhores, sem moradia, sem nada. Enfim, há muitos questionamentos a serem feitos. Até que ponto as empresas podem colaborar com o indivíduo, ajudando-o a viver mais uma fase da vida com luz, esperança e atividade enquanto há tempo?
Sabe-se que antigamente as pessoas encontravam nas empresas um elo de sobrevivência diferenciado. Criavam em seus empregos vínculos indissolúveis, trabalhavam vários anos no mesmo local, as pessoas com quem conviviam também eram as mesmas com quem passavam férias e finais de semana, afinal era uma grande família. Todos se conheciam, participavam dos problemas e felicidades de um ou de outro. Com o tempo isso foi se acabando, as pessoas já não permanecem muito tempo empregadas nos mesmos lugares, evitando assim vínculos maiores com os outros.
O homem tornou-se mais egoísta em seus procedimentos, as empresas já não valorizam tanto os empregados que ali permanecem por tanto tempo, a filosofia do trabalhador passou a ser ir em busca de novos desafios. E o que isso gerou nos empregados? Se não se criou o vínculo com as pessoas, mas sim com o próprio trabalho, quando ele cessa, o que fazer?
Recentemente realizei uma pesquisa com idosos, cujo objetivo era perceber como eles enfrentavam a vida. O que foi constatado nas entrevistas foi que os idosos necessitam criar vínculos para sua própria superação, ligar-se a alguns vínculos durante a vida pode torná-la mais fácil, mais prazerosa. Vários vínculos foram demonstrados: política, solidariedade, religião, família. Entretanto, o trabalho para o idoso ainda é fundamental.
Os entrevistados mostraram ser possível vincular-se ao trabalho, tornando-o mola propulsora de desenvolvimento pessoal. Há necessidade do trabalho para que o ser não perca sua vontade de viver, de poder ser útil, mostrar a vivência de suas experiências para o outro e também dar um sentido especial à vida. O trabalho é fundamental para que o homem seja resiliente na vida adulta e na velhice.
Um outro seguimento para as empresas seria criar clubes ou comunidades onde os idosos pudessem se reencontrar e contar suas experiências que poderiam ser transformadas nas histórias de vida das empresas. Poderiam ainda, desenvolver meios que integrassem os velhos na vida das empresas. A informática poderia ajudar, pois seria um canal aberto a discussões.
Enxergar o idoso como um ser incluído na sociedade não é uma tarefa fácil. Se ele for ouvido, com certeza ele poderá mostrar que não é incompetente, ele quer e precisa produzir e ser útil. Muitas empresas são dirigidas por empresários que já ultrapassaram os 60 anos. Eles trabalham e com seu esforço e capacidades empresariais sustentam os mais jovens, que muitas vezes não estão preparados para assumir responsabilidades nas mesmas.
Os empresários, principalmente os que encontram no trabalho seu vínculo mais consistente com a vida, poderiam dar seus exemplos e criar condições para que seus funcionários não fossem para casa e se sentissem tão inúteis. Uma outra possibilidade possível seria como nomear os idosos, mesmo sem ser assalariados. As empresas, com certeza, possuem todo o mecanismo social para melhorar essa realidade. Elas são ouvidas pelo governo e pela mídia, elas podem criar projetos que auxiliem e muito a sociedade mais velha. É necessário que as empresas não desperdicem o vínculo que os empregados fazem com ela. Se criou seu vínculo com a empresa, deve-se evitar a quebra brusca, para que ele não deixe de querer viver, achando-se inútil. Com certeza, as empresas podem colaborar com o indivíduo, ajudando-os a viver mais uma fase da vida com luz, esperança e atividade.
Por ¹Ana Maria Ramos Sanchez Varella
Pós-doutora em Educação
¹Ana Maria Ramos Sanchez Varella: Pós-doutora em Educação. Doutora em Educação, Mestra em Gerontologia, Psicopedagoga e Licenciada em Letras.
Autora das obras: Envelhecer com desenvolvimento pessoal; Encontros e desencontros, nada é por acaso! A Comunicação Interdisciplinar na Educação e Quinta série, um bicho de sete cabeças?
Líder do grupo de pesquisa: FIQUE (Física Quântica e Espiritualidade- Grupo de Estudos e Pesquisa do Centro Universitário Ítalo Brasileiro- UniÍtalo)
terça-feira, 13 de março de 2012
O Administrador e a Captação de Recursos para ONGs
O cenário do Terceiro Setor no Brasil tem caminhado para uma rápida profissionalização da gestão das organizações da sociedade civil, impulsionadas não somente pelo crescimento da economia – que tende a estimular uma maior doação por parte da população – mas também em virtude da nacionalização de grandes ONGs internacionais. Estas, como Oxfam, Save the Children, Visão Mundial e ActionAid, trazem ao Brasil sua experiência de anos de captação de recursos em seus países de origem, investimento na formação de profissionais, de grandes estruturas de trabalho e competindo com organizações já estabelecida pela doação do brasileiro.
O trabalho de captação de recursos em organizações da sociedade civil é, antes de tudo, bastante próximo àquele desenvolvido cotidianamente pelo Administrador. Requer um planejamento e visão estratégica, para que se conheça exatamente a organização na qual está se trabalhando, suas potencialidades, histórico e capacidade de atração. Requer também um orçamento abrangente, que preveja os custos envolvidos não somente no projeto que se quer captar recursos, mas na própria estrutura relacionada a essa captação.
A captação de recursos demanda processos claros, com começo, meio e fim. Feito o planejamento, estabelecem-se os prazos, as responsabilidades, as ações a serem realizadas e somente após isso é que efetivamente se dever ir "às ruas" para captar o dinheiro.
Captar recursos exige também uma ampla estrutura de comunicação, dando retorno aos doadores do resultado da doação por eles realizada. É um caminho de duas vias – pede-se o recurso e se presta contas do impacto obtido. Quem doa não está, portanto, fazendo caridade, e quem capta tampouco "passa o pires de mão em mão".
Existem várias estratégias para a captação de recursos que podem ser implementadas, como a cara-a-cara (pessoa física abordada na rua), grandes empresas, associados, projeto capital, eventos, campanhas, porta-a-porta, etc. Identificar as necessidades da organização e escolher as melhores estratégias, nada mais próximo do trabalho do administrador.
Com cerca de 340 mil organizações não-governamentais ativas no momento, segundo pesquisa realizada em 2005 a partir dos registros em cartórios em todo o país, há no Brasil um vasto campo profissional a ser explorado e beneficiado pelo conhecimento dos administradores.
Exemplos nacionais de sucesso, como o Instituto Ayrton Senna, AACD, GRAAC, Fundação Gol de Letra e outros, mostram que já tivemos muitos avanços na profissionalização do terceiro setor, superando a velha ideia do trabalho social como caridade. O administrador, com visão generalista e abrangente das organizações, pode e deve atuar fortemente também aí. Essa é a tendência e o caminho para o sucesso do terceiro setor.
Por João Paulo A. Vergueiro
Mestre em Administração pela FGV-SP
Fonte: http://boletim.saesp-sp.com.br
segunda-feira, 12 de março de 2012
2,7% O PIB da Ineficiência
Faltou explicar porque o Brasil é tão mal administrado, tão ineficiente, tão pobre nas suas análises.
Somos de fatos ineficientes, e continuaremos a ser se não percebermos que precisamos colocar no governo pessoas que entendam de eficiência.
Para melhorar a análise do Estado de São Paulo gostaríamos de acrescentar alguns dados.
Descontado o crescimento populacional e a parcela do PIB que vai para o governo, a renda per capita disponível para a população brasileira quase não cresceu.
Aliás, fica próxima do erro estatístico no cálculo do PIB, que obviamente não é perfeito.
Mas se entrevistarmos qualquer contador deste país, e qualquer aluno de administração que já tenha completado o primeiro ano, eles mostrarão algo mais grave. 1. Uma parte do PIB é venda de extração de minério, ferro, alumínio e extração de petróleo.
O que entra no PIB é o valor adicionado, não o valor do minério in natura.
Acontece que o minério e o petróleo extraídos deveriam ser deduzidos do Patrimônio Líquido Nacional.
Demonstrativo que toda empresa elabora, menos o Governo Brasileiro.
Neste contexto estamos ficando mais pobres, estamos esgotando nossas reservas minerais.
Se em vez do PIB, calculássemos a variação do Patrimônio Líquido, como fazem as empresas eficientes e não tão eficientes, iremos descobrir que ficamos mais pobres em 2011.
Os 2,7% de crescimento do PIB não compensou a venda de patrimônio liquido deste país, que sequer calculamos, mas deve ser maior do que 2,7% do PIB.
2. Um outro dado, que todo contador brasileiro aprende no primeiro ano, é que o aumento da dívida de uma empresa sem contrapartida é uma redução do patrimônio.
Em 2011, a dívida não contabilizada do governo deve ter aumentado no mínimo R$ 500 bilhões.
Ficamos R$ 500 bilhões mais pobres, mas isto não é contabilizado e representaria mais 1,2% do PIB. São os direitos adquiridos que por ineficiência e esperteza não são contabilizados.
A maioria dos brasileiros e jornalistas, nem sabe que existem estas despesas não contabilizadas, o que mostra o grau de ineficiência que nos permitimos chegar.
Sequer sabemos o nível dos nossos problemas.
Pelo menos, a ficha caiu que somos ineficientes.
Onde somos ineficientes é que ninguém percebeu ainda. "É nos juros", "É no câmbio", 'É na educação".
Continuem pensando assim.
Quando descobrirem que ineficiência se combate com profissionais treinados para combater a ineficiência estaremos um pouco menos atrasados.
domingo, 11 de março de 2012
Administrando Pessoas Estranhas
Observando o crescimento da renda no mundo, vemos um enorme ponto de inflexão em 1910, quando o crescimento se torna explosivo.
A riqueza crescia lentamente desde 1980 com a industrialização, mas subitamente dá um salto quântico, que começa a resolver definitivamente o problema da pobreza no mundo.
Em 2020 a renda média do mundo está estimada em 20.000 dólares, por ano. Contra 400 dólares em 1800.
O livro A Riqueza das Nações, que propunha a divisão do trabalho, não surtiu o aumento de riqueza que propunha.
Faltou algo muito importante.
As empresas da época de Adam Smith eram quase todas familiares, a divisão de trabalho era sempre entre irmãos, vizinhos ou gente do bairro. Predominava a Teoria da Gestão e seus “cargos de confiança”, que prevalece até hoje na Gestão Governamental e Familiar.
Só se encontrava gente de confiança, por definição pouca, e as empresas se mantiveram “médias e pequenas”.
Colocar uma pessoa estranha para cuidar de uma parte vital da empresa, nem pensar.
O surgimento do movimento de Administração, que começa em 1911, irá quebrar este dogma da Gestão.
Em vez de dar ordens e mandar, criamos cargos e funções e passamos a contratar pessoas “estranhas”, mas capazes de tocar independentemente aquela função.
Funções não são mais dadas a familiares ou membros do mesmo partido político, mas para gerentes previamente treinados que não se conhecem, estranhos entre si.
Isto permitiu, pela primeira vez na história, que empresas com 10.000 funcionários, com mais de 400 gerentes e administradores trabalhar em harmonia apesar de não se conhecerem.
A produtividade aumentou espetacularmente.
É esta mudança de paradigma que permitiu economias de escala, fornecimento constante de peças sem ter que depender da volatilidade do “mercado”, e o enorme crescimento da renda média do mundo.
Empresas puderam criar subsidiárias em outros países, sem ter que deslocar expatriados para comandar estas filiais, podendo contratar administradores locais, e expandir as tecnologias desenvolvidas na matriz.
Nenhuma tecnologia criada no Brasil é adotada no resto do mundo, porque a maioria das nossas empresas continuam familiares, que dependem de cargos de confiança, o que impede a expansão para outros países.
Não exportamos riqueza para o Paraguai, África e Bolívia.
Não somos socialmente responsáveis com nossos vizinhos, porque não sabemos lidar com gerentes e executivos estranhos, fora das nossas relações nacionalistas ou de parentesco.
A função do administrador é justamente esta.
Permitir pessoas estranhas entre si trabalhar harmoniosamente, sem suspeitas, sem dossiês, sem arapongas, sem as intrigas familiares que sabemos existir em muitas pequenas empresas.
Isto infelizmente gera pobreza, interna e para nossos vizinhos.
A sua função, futuro administrador, é criar uma empresa onde pessoas estranhas possam produzir em harmonia, fiéis aos clientes e aos fornecedores e que saibam colocar de lado as suas diferenças em prol do bem comum.
Esta é a nossa missão. Paz no mundo e aumento da produção.
Do blog de Stephen Kanitz, recebido por e-mail do autor
sábado, 10 de março de 2012
Estatal passa a eleger funcionário para Conselho de Administração
Assinada nos últimos dias do governo Lula, a lei que obriga as estatais a eleger empregados para os seus Conselhos de Administração começa a tomar forma.
A Petrobras saiu na frente e hoje anuncia o nome do empregado que participará das principais decisões estratégicas da gigante do petróleo.
Atrasado em relação a países europeus, mas já contando com algumas experiências em empresas privadas como a Vale, que teve essa exigência em seu edital de privatização, o Brasil terá nos próximos anos 64 Conselhos de estatais com participação de empregados.
Entre as grandes estatais, a Eletrobras é outra que está bem adiantada e prevê para o próximo dia 26 o anúncio da chapa vencedora. BNDES e Banco do Brasil ainda planejam suas eleições.
Para o diretor do departamento de coordenação e governança das empresas estatais (Dest) do Ministério do Planejamento, Murilo Barella, apesar de a lei não determinar um prazo para o fim do processo, a pressão dos sindicalistas vai garantir que não haja demora na implantação das novas regras.
Ele disse esperar que as empresas privadas sigam o exemplo e também adotem o sistema, que considera um avanço na área trabalhista.
"É inovador, uma iniciativa de democratização e modernização nas relações de trabalho", afirma, destacando que a presença do trabalhador no Conselho é uma contribuição relevante também para as empresas.
"Diretor entra e sai, o empregado tem a perenidade, uma vivência de ponta. Enriquece o processo decisório."
Na Alemanha, por exemplo, segundo o conselheiro do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) Leonardo Viegas, empresas com mais de 2.000 empregados são obrigadas por lei a ter um Conselho com 20 membros, sendo a metade empregados, como ocorre na Volkswagen e na Siemens.
Na Suécia também é lei, e na França há alguns casos. Para ele, a diversidade é a maior vantagem da entrada dos empregados no Conselho, mas diz que será preciso muito cuidado para evitar problemas com a inexperiência dos novos membros.
"Pode haver vazamento de informações, e isso é crime. O conselheiro pode achar irresistível contar na empresa que uma unidade vai ser fechada", diz, sugerindo que deveria haver treinamento.
NA VALE
Exercendo seu segundo mandato como representante dos empregados na Vale, Paulo Soares de Souza, há 28 anos na mineradora, representa 60 mil trabalhadores e aplaude o processo que ocorre nas estatais.
Segundo ele, só agora, na gestão Murilo Ferreira, é possível exercer de fato essa função. "Vivemos dez anos de terror", diz.
Em lua de mel com Ferreira, Souza e os demais membros do Conselho discutem uma nova maneira de remuneração na participação dos lucros e um novo sistema de promoções, considerados injustos na gestão anterior.
FONTE: FOLHA DE S. PAULO
Recebido por e-mail de CRA-Online
sexta-feira, 9 de março de 2012
Sustentabilidade no Brasil
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quarta-feira, 7 de março de 2012
Carreira: É vital se conectar
Reid Hoffman diz que todos deveriam agir 'como empresários de si mesmos'
Por Alfredo Passos
Em entrevista ao jornalista Joe Schram do The Wall Street Journal, o cofundador da LinkedIn Corp., Reid Hoffman, um veterano na área de tecnologia, apesar dos seus 44 anos, formado pela Universidade de Stanford, tornou-se um dos "investidores anjos" mais ativos do Vale do Silício, distribuindo dinheiro e conselhos para então incipientes firmas novatas como a Facebook Inc., o site de compartilhamento de fotos Flickr [agora de propriedade da Yahoo Inc.], e a empresa de jogos para redes sociais Zynga Inc. Em 2003, ele fundou a LinkedIn, onde agora atua como presidente executivo do conselho de administração.
Com 150 milhões de membros e nove anos de história, o LinkedIn é o principal site de relacionamentos profissionais. A partir de 27 de fevereiro, nove meses depois de realizada a oferta pública inicial, a empresa passou a ser rentável e tem hoje um valor de mercado de quase US $ 9 bilhões.
À medida que a concorrência aumenta suas ofertas para profissionais, o diretor-presidente Jeff Weiner e Hoffman estão cada vez mais focados nos usuários, na receita e no lucro.
O conhecimento de Hoffman merece destaque em algumas de suas respostas.
Ao ser perguntado "O diretor-presidente da Facebook, Mark Zuckerberg, disse que quer chegar a 1 bilhão de usuários. O sr. tem um objetivo semelhante para o LinkedIn? Sua resposta "a meta final é ser a rede profissional do mundo. Não só para executivos, mas também para assistentes e donos de pequenas empresas. Talvez isso represente aproximadamente um quarto da população do mundo."
Quanto a dualidade crescimento do LinkedIn versus tempo de utilização, considera "nosso objetivo não é fazer com que você passe mais tempo [no site]. Nosso objetivo é que você faça mais coisas de forma mais eficaz. Estamos tentando ampliar nossa utilidade, em termos de sermos capazes de resolver certas tarefas. Aprofundar e ampliar o conjunto de tarefas que você pode fazer numa base diária e semanal — como manter-se informado, encontrar as pessoas certas, os recursos de que precisa. O indicador não é o tempo, é a eficiência produtiva."
Uma dica importante para estes tempos complexos. Ao ser perguntado sobre seu livro, "The Start-up of You" (algo como "Seu Novo Empreendimento: Você"), enfatiza "todo o indivíduo tem de se ver como empresário de sua própria vida. Você investe em si mesmo? Como você estabelece bons planos e estratégia? Como assume riscos inteligentes? Como se adapta ao futuro? Se você não fizer isso, estará em sério risco."
Sua visão como empresário e portanto de quem contrata pessoas, responde sobre qual a melhor maneira de administrar a carreira; "é preciso investir nas suas habilidades de construir uma rede de contatos. Verifique se você está conectado com pessoas de fora da sua empresa. E descubra as novas regras do jogo."
E sobre o futuro ou próxima fase das redes sociais? Hoffman declara "há ainda muito espaço para redes sociais interessantes. Eu investi há pouco tempo na Edmodo, uma rede social para professores e alunos do ensino médio. As redes sociais vão ficar mais enraizadas na vida das pessoas. Há ainda muita profundidade para ser explorada, em termos das formas em que [uma rede] social pode ser usada para ajudar as pessoas a navegar suas vidas."
E você, quão conectado está? Aguardo seus comentários. Bom trabalho. Boa sorte.Para ler mais, fonte: Joe Schram/The Wall Street Journal/Valor Econômico, Updated February 29, 2012, 7:59 p.m. ET.
Fonte: www.administradores.com.br
terça-feira, 6 de março de 2012
O que falar numa entrevista de emprego
A entrevista num processo de seleção é o momento decisivo para o candidato em busca de um emprego. E pode tornar-se um fardo se o profissional não estiver preparado para deixar uma boa imagem.
Marcelo Miyashita: Para quem está sendo entrevistado é importante ter raciocínio rápido e compreender o contexto da entrevista e os motivos desse questionamento. Claro que se a pessoa tem uma vida exagerada, dizer isso - assim como numa conversa quando estamos conhecendo alguém - pode assustar ou gerar preconceitos. É preciso cuidado. Não há mal nenhum em assumir uma vida social, relações e circulos sociais e hábitos de consumo. O cuidado é com o exagero.
As vezes, por conta disso, o candidato corre o risco de ficar rotulado na memória do selecionador - o que pode não ser bom. É importante que o candidato busque numa entrevista se aprofundar naquilo que se percebe como fundamental no processo de seleção. Ou seja, falar de suas competências e realizações. Outras questões, como vida social, podem ser levantadas pelo selecionador, mas o candidato tem que se conter. A imagem que, ao final, deve ficar é de um profissional.
- Uma questão muito comum é a clássica e ampla: "Fale-me sobre você". Que tipo de informações valem ser mencionadas? Essa pergunta está relacionada à avaliação do auto-conhecimento do profissional? Se sim, por que é importante que o profissional tenha auto-conhecimento?
MM: Essa pergunta para muitos candidatos é a folha branca da redação. Quase sempre é feita numa entrevista e nem sempre a pessoa tem um raciocínio pronto para discorrer. É importante que o candidato aproveite a chance e, primeiro, se posicione. Ou seja o que sou, o que faço e para que sirvo. Uma apresentação assertiva que responda essas questões já causa uma impressão boa no entrevistador. E, após, justifique com argumentos e defenda com realizações, cases, formação e conhecimento.
Tratar nesse momento de questões pessoais não é recomendado, a menos que o selecionador estimule esse caminho no diálogo. O candidato precisa entender que não está numa conversa de bar, onde pode sair falando sem preocupações. Ele está sendo avaliado num processo de seleção para uma vaga de trabalho.
- Qual é a melhor forma de responder a pergunta "Por que deixou seu último emprego"? O que o entrevistador realmente quer saber com isso e que pontos podem ser revelados?
MM: Lembre-se sempre que o entrevistador também tem equipe, gerencia pessoas, vive com conflitos e negociações. Logo, é natural que ele, pela posição, tenha uma empatia maior com seu ex-chefe do que com um funcionário. É muito delicado criticar ex-chefes, empresas e clientes para um selecionador. Recomendo que não caminhe nesse sentido. É mais prudente enfatizar outras questões associadas à carreira e ao desenvolvimento profissional, como oportunidade de crescimento, conhecimento e networking. Aliás, esse é o raciocínio que deve orientar as decisões de um profissional sempre.
- A pergunta "Onde você se vê daqui a cinco anos" funciona para o selecionador compreender se o profissional já traçou um plano de carreira? Se sim, por que isso é importante para a carreira em uma empresa? Que características sobre o candidato essa resposta mostra? Até onde deve ir a ambição e a honestidade (por exemplo, é viável dizer que possui planos para um negócio próprio?) do candidato nessa resposta?
MM: Vamos partir do princípio que se a pessoa se candidatou a uma vaga é porque ela enxerga nesse novo emprego uma oportunidade para a carreira, que tem algumas ambições definidas. Isso acontecendo fica fácil responder a essa pergunta com segurança e empatia. É tudo o que um entrevistador quer ouvir, que a vaga faz parte de um plano que o candidato já traz.
Porém, nem sempre é assim, a pessoa pode se candidatar a uma vaga só porque é uma chance, ou porque precisa de qualquer coisa que pague as contas. Nessa situação essa pergunta acaba sendo crítica, e normalmente recebe respostas evazivas e pouco convincentes. Uma entrevista tem o objetivo de conhecer mais a fundo um candidato, então, não tem mistério. Se o candidato é pouco preparado inclusive como profissional, não adianta esperar se virar numa entrevista se não fez a lição de casa antes. Mentir e inventar respostas pega muito mal e nunca deve ser um caminho a adotar.
Sobre um negócio próprio como parte do plano de carreira, se for algo distante como parte de um segundo momento da carreira não há mal em dizer numa entrevista. Mas, se essa realização é iminente, querer montar um negócio próprio é a mesma coisa que dizer ao selecionador que está buscando um outro emprego. Ou seja, pode transmitir baixa fidelidade com o futuro emprego e causar insegurança na decisão do selecionador. E, pensando bem, se isso é iminente, não há motivos para participar de um processo seletivo, não?
- Quando o selecionador pede que o entrevistado cite seus pontos fracos, que tipos de pontos fracos merecem ser destacados por terem relevância com a idade profissional? E quais não devem ser mencionados?
MM: Ninguém nasce pronto, logo todos temos pontos fracos. A questão é o que define um ponto fraco é a ambição e desejo de ser algo que não é hoje. Logo, se há isso, um plano para a carreira e para o desenvolvimento pessoal, tudo que não somos tornam-se pontos fracos. O candidato pode aproveitar esse momento da entrevista para apresentar conhecimentos, habilidades e atitudes que deseja ter e se justificar. Ou seja, tratar o assunto como alavanca.
Ponto fraco é diferente de ponto crítico. Um ponto crítico é quando não se tem algo que é importante para o cumprimento das funções da vaga. Nesse caso é prudente assumir suas limitações, mas também argumentar como outros pontos positivos podem compensar. No entando, dependendo do ponto crítico não há o que fazer.
É preciso, antes de se candidatar num processo seletivo, entender que emprego é consegüência de carreira. E que carreira é um conjunto de competências que seguem um caminho, uma linha, uma "carreira". Se o profissional tem essa orientação ele sabe distinguir nas vagas a diferença entre oportunidade e oportunismo. E quando se está num processo de seleção em que o candidato é naturalmente preparado, em função da sua carreira, a entrevista não é nenhum problema. Pelo contrário, é o grande momento. Agora quando não há carreira, nem competências em linha, a entrevista pode ser um momento árduo e até traumático. E quando acontece não é culpa do entrevistado.
(Reprodução da íntegra da entrevista do prof. Marcelo Miyashita sobre o tema que foi matéria na revista Criativa, ed. Globo, Fevereiro 2012)
segunda-feira, 5 de março de 2012
Vale a pena ser persistente?
"A História tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Eles venceram porque se recusaram a se tornarem desencorajados por suas derrotas" (Bertie Charles Forbes, fundador da revista Forbes)
Para responder esta pergunta utilizarei parte de um discurso de John Calvin Coolidge Jr presidente dos Estados Unidos da América entre 1923 e 1929. 'Nada no mundo consegue tomar o lugar da persistência. O talento não consegue; nada é mais comum que homens fracassados com talento. A genialidade não consegue; gênios não recompensados são quase um provérbio. A educação não consegue; o mundo é cheio de errantes educados. A persistência e determinação sozinhas são onipotentes'.
Dentre as dezenas de competências e talentos necessários para atingir o almejado sucesso pessoal, sem duvida a persistência está no topo da lista. Mas ela sozinha não faz nada, pelo contrario se transforma em teimosia ou insistência o outro lado da moeda.
Persistência somente ajuda se estiver ao lado de outras competências, como um coringa no baralho, ela dá força aos demais talentos.
A persistência é como o espinafre no desenho do marinheiro Popeye. Surgido nas tiras de E. C. Segar seu criador em 1929 sempre tentando proteger sua namorada, Olívia Palito, das garras de seu eterno inimigo, Brutus. Quando está em apuros Popeye come espinafre, fica muito mais forte e confiante, podendo vencer qualquer desafio.
A persistência é o combustível dos demais talentos, para a maratona da vida, sem ela todos os talentos acabam sendo subaproveitados. Sem persistência não vencemos.
Não se aprende sem persistir, não se edifica algo sólido sem persistir, não se supera obstáculos sem persistir, não se faz uma carreira vitoriosa sem persistir, não se transforma a sociedade sem persistir.Não se faz nada na vida sem persistir.
Se você não tivesse persistido em continuar tentando aprender a andar, estaria até hoje se arrastando pelo chão. Você deve ter caído e talvez até se machucado centenas de vezes, mas não desistiu.
Quando ingressou na escola e começou a decifrar aqueles símbolos estranhos e aos poucos aprendeu a ler e escrever. Relembre como sua letra era um garrancho e agora, a não ser que seja um medico, ela ficou legível e para alguns até bonita. Como sua leitura deixou de ser um soluço de palavras entre cortadas e se tornou uniforme.
Gostaria de lhe dar quatro dicas relativamente simples que irá ajudá-lo a transformar persistência em um hábito.
Tenha um objetivo bem definido. Coloque todas as suas forças nele. Acorde e durma pensando em como atingi-lo.
Se você não sabe para onde está indo então qualquer lugar serve, por isso é importante definir objetivos. Não importa o tamanho, divida-o em metas, estabeleça a estratégia e coloque prazos. Por exemplo, se o seu objetivo é ter um iate daqui á 20 anos, o que você fará daqui a 15 anos, 10, 5, 1 ano, daqui seis meses, dois meses, uma semana, o que você fará amanhã de manhã para que daqui a vinte anos você esteja com o seu iate ancorado nas docas.Não adianta sonhar e ficar esperando. Sonhar é à parte fácil, realizar é que dá trabalho.
Estabeleça metas curtas, seja mensal, semanal e às vezes até diária. Imagine um grande salame hamburguês, você não consegue come-lo colocando-o inteiro na boca, mas se fatia-lo, escolher uma bebida ao seu gosto, com certeza voce conseguirá consumir boa parte dele. Assim como os objetivos você tem que ir por partes, e mesurar sempre onde você está em relação ao seu objetivo final.
Defina o seu objetivo, o que você quer fazer. Depois pense em como vai fazer.
Elabore um plano de ação para começar agora.Dê o primeiro passo, e vá adequando-o com o tempo.Não espere as condições ideais para começar.
Agora que você já definiu o seu objetivo, está na hora de elaborar um plano de ação de como atingi-lo.
Ao contrario do que muitas pessoas pensam, não há necessidade de ter um plano completo nos mínimos detalhes, senão você corre o risco de passar mais tempo planejando do que realizando. Então do mesmo modo que dividiu seus objetivos em metas, divida seu plano em etapas. Faça um esboço do plano geral e se concentre em colocar em pratica pelo menos a primeira etapa.
Saia da inércia, o difícil é começar. Mesmo uma obra suntuosa começa com um simples tijolo, e com o tempo vai tomando forma. Mas não descuide, siga o seu plano.
Coloque prazos e tarefas a serem realizadas em cada etapa, e revise o plano periodicamente, assim você poderá visualizar seu avanço e adequar o ritmo e recursos necessários a ser aplicados.
O importante é começar.
Acredite. Não permita que ninguém lhe diga que é impossível.
Acreditar é essencial, é esta crença que possibilita que você atinja seus objetivos é de onde se retira a força para enfrentar todos os obstáculos e desafios.
Acreditar não só na realização de seus objetivos, mas principalmente em si mesmo.
Precisamos ter sonhos grandes e pequenos, os pequenos, são as felicidades mais rápidas, os grandes, dão-nos força para suportar o fracasso dos sonhos pequenos.
Enquanto acreditarmos, podemos sonhar! Quando deixarmos de acreditar os sonhos deixam de fazer sentido!
O sonho só acaba quando você desiste.
Seja tolerante com aqueles que não acreditam, mas não lhes dê ouvidos.
Não fique parado aguardando que outro faça algo. Ao contrário, busque desenvolver um forte senso de responsabilidade que o faça levantar mesmo em meio as mais turbulentas tempestades e confiantemente proclame: "Eu o farei. Somente observe-me". Enfrente com sabedoria, força e coragem a realidade face-a-face. Desafie as circunstâncias que estão a sua frente e realize seus sonhos e realize os seus sonhos.
Acredite. Seja persistente.
Conheça e reúna pessoas que possam te estimular, apoiar e ajudá-lo sempre que possível.
Una-se a pessoas que possam incentivá-lo e catapulta-lo em direção aos seus sonhos e objetivos.A vida está repleta de pessoas do contra que estão dispostas a arrumar desculpas pra tudo. Elas se intitulam realistas, mas na verdade são pessimistas especialistas em destruir sonhos.Afaste-se delas.
Como disse sabiamente Helen Keller "Nenhum pessimista jamais descobriu o segredo das estrelas, ou navegou até uma terra desconhecida, ou abriu uma nova porta para o espírito humano".
Ande com pessoas que incorporaram o espírito do vilão de desenho animado. Sabe qual é?
Conquistar o mundo.
Você já percebeu que todo o vilão de desenho animado tem como objetivo final o de conquistar o mundo, ele não se contenta com uma cidade, pais ou continente, tem que ser o mundo.
Quando invoco as pessoas a conquistarem o mundo, digo isso metaforicamente, o mundo que devemos conquistar é o nosso próprio mundo.
E para isso devemos nos cercar de pessoas ilimitadas.
Lembre-se que a vida é simples nós que a complicamos.
Mas há dias que tudo parece estar em câmera lenta, nada acontece, temos a impressão que não estamos evoluindo e às vezes até que regredimos, nestes momentos pare, relaxe contemple os acontecimentos ao seu redor seguindo o conselho do Jornalista e fotografo Dinamarquês Jacob Riis, "Quando nada parece dar certo, vou ver o cortador de pedras martelando sua rocha talvez 100 vezes, sem que uma única rachadura apareça. Mas na centésima primeira martelada a pedra se abre em duas, e eu sei que não foi àquela última que conseguiu isso, mas todas as que vieram antes".
Isso é persistência.
Do site:www.administradores.com.br
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domingo, 4 de março de 2012
Gestão de Pessoas nas Organizações
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sábado, 3 de março de 2012
Kodak: as ameaças de um negócio
Vítima do próprio sucesso, a empresa não conseguiu realinhar seu modelo de negócios, sucumbindo à tecnologia digital
A centenária Kodak, outrora líder inconteste do mercado fotográfico, pediu concordata na semana passada com o objetivo de sanar uma dívida de quase sete bilhões de dólares. Vítima do próprio sucesso, não conseguiu realinhar seu modelo de negócios, sucumbindo à tecnologia digital. Apesar dos esforços no lançamento de novos produtos, venda de ativos e corte de despesas, o fato é que sua imagem está e sempre estará ligada a fotografia analógica, tal como conheceram os amantes da fita cassete, do vinil e do rádio de gaveta.
Uma época mais romântica, a qual começava com a escolha da marca do filme, número de poses - 12, 24 ou 36 - assim como a asa para os mais entendidos. Inseri-lo na máquina exigia também certa habilidade. Em uma viagem, não raro tínhamos que procurar pontos de venda de filmes, quase tão banais quanto encontrar cigarros. A primeira missão na volta era revelá-los, cuja empolgação era quase igual a do embarque. Enfim o grande dia, reunir a turma para rir e compartilhar os bons momentos vividos.
Em todas as etapas, desde a compra do filme, revelação e impressão das fotos, a marca Kodak estava presente. Seu domínio e verticalização era tamanho, que acredito poucos consigam citar o nome de mais de um concorrente. Centenas de milhares de funcionários envolvidos nesta operação, nos mais diversos departamentos e unidades de negócios, às vezes por décadas, em todo o globo. Para estes indivíduos, acreditar no fim da fotografia como conheceram era algo insano, assim como apregoou Theodore Levitt em seu artigo: miopia de marketing, sobre os magnatas das ferrovias, os quais nunca imaginaram que seus brinquedos pudessem ser ultrapassados por outros meios de transporte.
O planejamento tem algumas ferramentas, as quais podem ser utilizadas para a análise de cenários, dentre as quais trago a matriz de incertezas estratégicas, a qual categoriza em quatro quadrantes os riscos futuros, classificando-os conforme seu impacto e probabilidade de ocorrência. Vejamos, começando do menor para o maior, concentrando-se naqueles com alto impacto.
Baixa probabilidade e impacto: devem ser monitorados periodicamente pela empresa, porém sem maiores investimentos.
Alta probabilidade e baixo impacto: além do monitoramento, uma análise mais profunda deve ser necessária, porém sem necessidade de implementá-las.
Baixa probabilidade e alto impacto: monitoramento, análises e estratégias de contingência devem ser desenvolvidos. O setor de turismo e o real valorizado, assim como as exportações de commodities e o crescimento da China, talvez ainda aproveitem de longos períodos de bonança, porém serão seriamente impactados, em caso de mudanças macroeconômicas mais severas.
Alta probabilidade e alto impacto: além das ações anteriores, estratégias de reação e criação de forças-tarefa podem ser necessárias. Software livre, computação em nuvem, smartphones, aplicativos e desenvolvedores estão mexendo com a Micosoft, a qual apesar do monopólio do Windows, corre para reduzir o atraso nestas tecnologias. Quem esteve em uma lanchonete do Mc Donald's nos últimos tempos pode ter se surpreendido com a oferta de produtos saudáveis, tais como saladas e frutas. Sinal dos novos tempos.
Voltemos algumas décadas no túnel do tempo. Uma reunião de planejamento na antiga Kodak poderia colocar a então incipiente tecnologia digital como baixo impacto, talvez como alta probabilidade. O envolvimento até o pescoço com a tecnologia vigente, o medo de perder o emprego e a soberba - característica típica dos líderes de mercado - pode ter sido alguns dos motivos para que deixassem passar a janela de oportunidade, representada pela fotografia como hoje conhecemos. Chorar pelo leite derramado não mais resolverá. O melhor remédio foi e sempre será avaliar os cenários antes de tomar decisões ou pior ainda, ignorar as ameaças.
Publicado em 7-Feb-2012, por Marcos Morita, no site: www.gestopole.com.br
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Tendências em Inteligência Competitiva 2012
Em recente post de Bonnie Hohhof, Director Competitive Intelligence Research, da Strategic and Competitive Intelligence Professionals, na comunidade SCIP no LinkedIn, foram apresentadas suas idéias para as principais tendências de inteligência para 2012
1. Mobile adaption goes mainstream
A mobilidade e a utilização por parte dos gestores cada vez mais de smartphones e iPads, muda a forma de apresentação e organização para o acesso a informação e produtos de Inteligência.
2. Interactive visualization becomes a requirement
Em mundo corporativo repleto de reuniões e apresentações em PowerPoint, por usuários que por vezes não sabem se utilizar bem do software, levando ao desgaste e prolongamento desnecessário de muitos desses encontros.
Por isso, imagens e diagramas, são prioritários as "palavras". Profissionais de Inteligência devem incorporar visualization software (softwares gráficos), ao trabalho de análise e nos relatórios.
3. Early warning increases in importance (Sinais de Alerta – Sinais de Mercado)
As mudanças são cada vez mais rápidas e o tempo disponível para a tomada de decisão diminui a cada dia. Por isso, aumenta e muito a necessidade de Inteligência, centrar-se na identificação de tendências e fatos que vão ocasionar mudanças para os negócios da empresa.
E na sua indústria? No seu setor? Algo específico que pode compartilhar conosco? O que mais pode mudar no ambiente de negócios do Brasil neste 2012. Escreva por favor. Participe desta discussão. Obrigado.
Fonte: Bonnie Hohhof, Director Competitive Intelligence Research, da Strategic and Competitive Intelligence Professionals - SCIP
Publicado em 9-Feb-2012, por Alfredo Passos, no site: www.gestopole.com.br
1. Mobile adaption goes mainstream
A mobilidade e a utilização por parte dos gestores cada vez mais de smartphones e iPads, muda a forma de apresentação e organização para o acesso a informação e produtos de Inteligência.
2. Interactive visualization becomes a requirement
Em mundo corporativo repleto de reuniões e apresentações em PowerPoint, por usuários que por vezes não sabem se utilizar bem do software, levando ao desgaste e prolongamento desnecessário de muitos desses encontros.
Por isso, imagens e diagramas, são prioritários as "palavras". Profissionais de Inteligência devem incorporar visualization software (softwares gráficos), ao trabalho de análise e nos relatórios.
3. Early warning increases in importance (Sinais de Alerta – Sinais de Mercado)
As mudanças são cada vez mais rápidas e o tempo disponível para a tomada de decisão diminui a cada dia. Por isso, aumenta e muito a necessidade de Inteligência, centrar-se na identificação de tendências e fatos que vão ocasionar mudanças para os negócios da empresa.
E na sua indústria? No seu setor? Algo específico que pode compartilhar conosco? O que mais pode mudar no ambiente de negócios do Brasil neste 2012. Escreva por favor. Participe desta discussão. Obrigado.
Fonte: Bonnie Hohhof, Director Competitive Intelligence Research, da Strategic and Competitive Intelligence Professionals - SCIP
Publicado em 9-Feb-2012, por Alfredo Passos, no site: www.gestopole.com.br
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Brasil deve ser a 7ª economia mundial em 2050, mostra estudo
O Brasil será a sétima economia mundial em 2050, de acordo com estudo "O Mundo em 2050", feito pelo banco HSBC. Nos próximos quarenta anos, já que a projeção foi feita com números referentes a 2010, o Brasil deve crescer a um ritmo mais acelerado que os países desenvolvidos, o que deve alçá-lo a um posto mais alto no ranking.
A projeção se baseia em um modelo que considera fundamentos como o Produto Interno Bruto (PIB), renda per capita, segurança jurídica, democracia, escolaridade e crescimento populacional.
O estudo destaca que, entre 1986 e 1994, o Brasil conviveu com taxas de inflação acima de 500% e afirma que o controle da inflação foi o ponto de reversão na história recente do País. "Tal foi essa reversão em sua gestão econômica que agora o País está taxando o investimento estrangeiro para impedir o fluxo de capital", cita o estudo.
Como pontos a melhorar, o estudo cita que a democracia poderia ter contribuído mais para reforçar a segurança jurídica do País e também menciona a necessidade de controlar a corrupção. O banco reconhece os esforços para elevar o nível de escolaridade do País, ainda considerado baixo.
Em 2050, as maiores economias mundiais serão, por ordem, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Alemanha, Reino Unido, Brasil, México, França e Canadá. Atualmente, o País é a nona economia mundial, segundo o estudo, que se baseou em dados de 2010.
As principais mudanças em relação ao ranking atual das dez maiores economias do banco, serão a saída da Itália, que será a 11.ª maior economia, e a entrada do México, atualmente na 13.ª posição.
Segundo o estudo do HSBC, em quarenta anos, o PIB do Brasil vai aumentar 221%, de US$ 921 bilhões em 2010 para US$ 2,960 trilhões em 2050 (a preços constantes de 2000). A população brasileira, de 195 milhões em 2010, vai crescer 12%, para 219 milhões.
Entre 2010 e 2050, de acordo com o HSBC, a renda per capita vai passar de US$ 4,711 mil para US$ 13,547 mil, um crescimento de 188%, não suficiente, porém, para melhorar a posição do País no ranking de renda per capita. Até lá, o Brasil, atualmente na 52.ª posição, cairá para o 61.º lugar.
No ranking das 100 maiores economias de 2050, o Brasil está no grupo de países que vão apresentar um crescimento moderado, em uma média anual entre 3% e 5%. No grupo, estão 43 países, como México, Turquia, Rússia, Indonésia e Argentina, entre outros.
Entre os países que vão apresentar um crescimento rápido, em uma média anual acima de 5%, estão 26 países, como China, Índia, Filipinas, Egito e Malásia. Também fazem parte do grupo países sul-americanos como Peru, Equador, Bolívia e Paraguai.
No grupo de países que terão uma economia estável, com crescimento médio anual abaixo de 3%, estão 31 países, boa parte desenvolvidos, como Estados Unidos, Japão e os países da União Europeia.
FONTE: O ESTADO DE S. PAULO
Texto recebido por e-mail de CRA-Online
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