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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Oxigenando a carreira




Se formar e arrumar uma posição de trabalho no mercado é somente a primeira etapa da carreira. Não diria que é a mais fácil, mas com certeza os demais passos são bem mais complicados.
 
Atualmente tenho encontrado muitos profissionais jurássicos que não evoluíram para acompanhar as mudanças que ocorrem no mercado. Provavelmente nem perceberam que já deveriam estar extintos de tão fechados a mudanças e reciclagens.
 
Quando me refiro a estes profissionais, não me refiro à idade cronológica. Tem muita gente jovem com espírito velho , existem profissionais jurássicos de qualquer idade em qualquer área de trabalho.
 
Administrar à carreira exige atenção, planejamento, dedicação e esforço, por isso tenho encontrado dificuldade em conhecer profissionais que estejam realmente comprometidos com o seu desenvolvimento profissional. A maioria é apenas reativa às mudanças e alguns até passivos. São os futuros profissionais jurássicos.
 
Estes são aqueles profissionais medianos e medíocres que cumprem estritamente suas funções, entram pontualmente e saem no horário, não se envolvem em nenhuma questão que não esteja relacionada com sua área. Vão de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Possuem uma rotina militar cheias de rituais e regras.
 
Infelizmente, tenho que admitir que eles são necessários, pois são responsáveis pelo lado operacional da empresa, mas com certeza não se destacarão no mercado.
 
Se você não quer fazer parte dessa orla de profissionais "normais" deve fazer um raios-X da sua carreira. Comece avaliando a sua performance. Você está satisfeito com os resultados que vem obtendo? Quais os cursos que você está freqüentando hoje? Quais os livros que você está lendo? Se a resposta for nenhum, então já passou da hora de mudar, pois se você continuar agindo assim sua carreira vai estacionar.  
 
Ser inovador é fundamental em um mundo que vive constantes mudanças. Procure estar "antenado" com a realidade de seu mercado para poder perceber as mudanças enquanto elas ocorrem. Procure desenvolver, hoje, as competências que serão essenciais amanhã.
 
Porém isso é fácil de falar, mas difícil de fazer já que as mudanças estão mais rápidas e mais caras. Ser pioneiro, sair na frente, sem dúvida é importante. O problema é que é fácil entender as mudanças depois que elas já ocorreram. O difícil é percebê-las antes ou enquanto elas ocorrem.
 
Para que isso seja possível você deve estudar, ler, participar de cursos, enfim reciclar o seu conhecimento, ampliar seu horizonte intelectual.
 
E mesmo assim você não acertará todas às vezes, sempre existirá a possibilidade de erro, mas essa opção trará mais benefícios do que ficar parado, esperando o que vai acontecer para que somente depois você tome suas decisões em segurança.
 
Segundo Peter Drucker uma competência essencial para os profissionais do século XXI é possuir a capacidade de aprender, desaprender e reaprender.
 
Isso significa reavaliar frequentemente a sua experiência e conhecimento, ter coragem de descartá-los e reaprender novas competências. É quebrar paradigmas e se desvencilhar de crenças enraizadas em nosso ser.
 
"A receita para a perpétua ignorância, é permanecer satisfeito com as suas opiniões e contente com seus conhecimentos", diria Elbert Hubbard filósofo e escritor, autor do famoso texto "Uma mensagem a Garcia"
 
Mude, recicle o seu trabalho e encontre novos nichos de atuação, seja craque em outras áreas para se tornar necessário. Pois, se você ficar agarrado numa posição confortável, corre o risco de descobrirem que o que você faz já não é mais tão essencial. Não espere que alguém lhe chame a atenção, faça você mesmo isso.
 
Qual a sua estratégia de desenvolvimento pra 2013?
 
Por: Roberto Recinella - Gestor em Capital Humano
 
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Boletim SAESP n° 18

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Mitos e verdades do apagão profissional




Atrair, selecionar e escolher não é complicado como parece.
 
Diariamente recebo consultas de executivos e empresários sobre como lidar com as dificuldades para encontrar profissionais qualificados e como driblar as barreiras para suprir suas necessidades de recursos humanos. Por outro lado, profissionais de diversas áreas e níveis reclamam que não conseguem emprego.
 
Apagão profissional é um tema que envolve diretamente os dois principais pólos do mundo do trabalho – empresas e pessoas. Debatê-lo virou mania nacional. Este assunto vem tirando o sono dos líderes de médias e grandes empresas e é uma preocupação real para os micro e pequenos empresários que desejam expandir seus negócios. Enfim, é necessário encontrar maneiras de lidar e superar esta barreira.
 
As empresas declaram que não enxergam uma solução imediata para esse desafio e tratam o assunto como um verdadeiro mito. Por outro lado, temos pessoas com boas qualificações e currículos atrativos sendo assediadas por várias empresas e, por conta disso, passam a escolher onde trabalhar. É a lógica da oferta e da procura. Nesta equação o mito ganha cada dia mais força.
 
Ouvi em filme recente uma frase que é bem propícia para o nosso tema: "o problema é do tamanho que você o faz". Como um "desmistificador" persuasivo, vou desafiar a lógica comum e desenvolver outro ponto de vista, tudo isso sem me descolar da realidade. Então, vejamos. Concordo que existe um desafio para atrair, selecionar e escolher profissionais e que esse mito pode parecer algo novo para algumas empresas e pessoas. Apesar disso, asseguro que este desafio sempre esteve presente em empresas de todos os portes e segmentos.
 
Mas, então, como enfrentá-lo? Colocando inteligência de gestão em prática! Em resumo, planejando estratégias criativas, inovando para sair da mesmice e tendo "acabativa", ou seja, concluindo o que planejou.
 
A primeira sugestão para resolver situações aparentemente complexas é simplificar o problema. Comecemos pensando nas palavras atrair, selecionar e escolher e com exemplos simples veremos que elas fazem parte do nosso dia a dia desde a mais tenra idade.
 
Quando pergunto ao Enzo, meu afilhado de 3 anos, qual presente ele prefere entre uma bola, um carrinho ou um joguinho ele intuitivamente faz uma seleção mental do que é mais interessante entre as opções e escolhe o que mais o agrada, com isso fez sua seleção e escolha!
 
A partir da adolescência, na fase do namoro, agregamos mais habilidades ao nosso cotidiano. Por exemplo, nos produzimos para atrair pretendentes e, funcionando, selecionamos algumas opções e escolhemos com quem queremos nos relacionar.
 
No esporte os exemplos também são inúmeros. O técnico da seleção brasileira, hoje o Felipão, seleciona em cada convocação um grupo entre 30 e 50 atletas que pretende ter na Copa do Mundo de 2014, dos quais 23 serão escolhidos e testados para representar o Brasil na competição. Os atletas, por sua vez se esforçam para atraírem a atenção do treinador e seus assistentes. É assim na seleção brasileira, nas peneiras de grandes clubes ou no time de futebol da escola.
 
Portanto, atrair, selecionar e escolher são atividades tão presentes em nossas vidas que fazemos isso naturalmente, mesmo sem perceber. Todavia, se atrair, selecionar e escolher estão presentes em nosso cotidiano, por que as empresas e candidatos encaram isso como um grande desafio?
 
Alguns motivos podem justificar o mito, então vejamos:
 
     a) Qualificação e preparo profissional são assuntos que voltaram à cena nos últimos 12 anos.
 
     b) Com a reserva de mão de obra consumida ano após ano pelo crescimento do Brasil, a atividade "fácil" e "simples" de contratar profissionais passou a exigir mais inteligência e criatividade.
 
     c) Escolher era fácil e era a única tarefa. Ouvi alguns relatos de empresários que diziam: "colocávamos um anúncio de vaga e tínhamos fila de gente na recepção e portaria".
 
As empresas e candidatos não se prepararam ou criaram estratégias para este novo cenário.
 
Depois de 25 anos na área e várias consultorias para empresas e empresários, tenho um repertório de sugestões suficiente para escrever no mínimo dois livros. O primeiro, para empresas, seria "Como sua empresa vai atrair, selecionar e escolher com inteligência e criatividade a baixo custo". O segundo, para pessoas, seria "O que fazer para se tornar o candidato dos sonhos das empresas". Mas, para sermos práticos, vamos a um breve resumo:
 
Empresas precisam buscar as pessoas certas, para os lugares certos, no momento certo! Como vimos não está fácil e simples contratar, e mesmo assim a grande maioria das empresas não investem em estratégias diferentes para cada categoria de candidatos: ativos, semi-ativos, semi-passivos e passivos. Algumas empresas nem ao menos sabem desta distinção. Vejamos algumas dicas:
 
O primeiro passo é saber que categoria de candidatos quer e pode contratar e o que tem para oferecer para atraí-los.
 
O segundo passo é elaborar as estratégias de atração, descobrindo onde encontrar os candidatos que precisa e mostrando o que tem a oferecer. Enfim, venda a empresa e suas oportunidades de trabalho no local certo e para seu público alvo.
 
O terceiro e último passo é manter este processo ativo e renovando sempre que necessário, ou seja, mantenha um ótimo canal aberto com seu público e sempre que possível mostre mais do que vagas de emprego, demonstre oportunidade de crescimento para seus candidatos.
 
Seguindo esses simples passos, a chance de superar o desafio do apagão profissional será potencializada.
 
Candidatos querem o emprego dos sonhos. Sonho sem ação é igual a frustração, digo isso pois infelizmente a grande maioria não se esforça o bastante para alcançar realmente o que almeja. Aqueles que o fazem se destacam tanto que ficam com várias opções de escolha. Vejamos algumas dicas:
 
Para iniciar, se auto-avalie de maneira honesta. Se pergunte: Tenho os conhecimentos e formação semelhantes aos que se destacam? Tenho as qualificações ideais para a posição que ocupo hoje e para a dos meus sonhos? Destaco-me positivamente na empresa em que trabalho? Destaco-me na universidade?
 
Se as respostas forem sim, parabéns.
 
Agora chegou a hora de revisar o seu "produto" e suas ações de marketing. Tenha um currículo sem erros ortográficos e que mostre suas qualificações. Inscreva-se em todas as vagas de seu interesse, pois não é suficiente apenas ter seu currículo esperando alguém encontrar você. Nas redes sociais, participe ativamente de grupos de sua área profissional e cuide para não descuidar de sua imagem.
 
Se você está fazendo o seu melhor e cuidando do seu produto, provavelmente é procurado por várias empresas e está vivendo o dilema da escolha de onde e para quem quer trabalhar, de fato, um bom problema. Mas para não se arrepender por uma escolha errada avalie com cuidado os seguintes pontos:
 
     a) Procure entender a cultura das empresas, avalie qual tem mais o seu estilo. Ser feliz é a chave para você ter desempenho superior. Acredite, fazer o que gosta, onde gosta e estar feliz automaticamente fazem de você um profissional motivado e mais produtivo. Equação ganha-ganha!
 
     b) Fique atento às oportunidade a médio e longo prazo. O imediatismo pode mascarar oportunidades e te levar a decisões que nem sempre serão as melhores em futuro próximo.
 
     c) Avalie os prós e contras de cada uma das oportunidades e troque suas impressões com a sua família. Por vezes, essa decisão não envolve só você. Lembre-se, uma visão de fora e neutra pode ajudar você a escolher melhor.
 
     d) Tomada a decisão, vá em frente. Quando começar a trabalhar, esqueça as outras oportunidades e foque no seu trabalho. Atue todos os dias com determinação e dedicação, dando sempre o seu melhor.
 
É fato que não existe fórmula mágica para empresas ou para as pessoas superarem os desafios que ambos enfrentam nesse, digamos assim "novo mercado de emprego", muito diferente do que vivemos em outras décadas no Brasil.
 
De fato não há nada novo nisso, apenas novas combinações! Quer fazer diferente?
 
Busque reunir o máximo de informações e pense em novas combinações para criar modelos mentais e de execução diferentes. Lembre, inovação virá ao desafiar o status quo, não de sua aceitação.
 
Estou convicto de que, refletindo sobre como estão agindo e colocando em prática pequenas ações com inteligência e criatividade, tanto empresas quanto pessoas terão condições de enfrentar este novo desafio. Em futuro breve me darão razão, pois descobrirão que estávamos diante de um mito. Lembre-se "o problema é do tamanho que você o faz".
 
*Cezar Tegon é graduado em Estudos Sociais, Administração de Empresas e Direito. É Presidente da Elancers e Sócio Diretor da Consultants Group by Tegon. Com experiência de 30 anos na área de RH, é pioneiro no Brasil em construção e implementação de soluções informatizadas para RH. Diretor de novos produtos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional).
 
Por: Cezar Tegon
 
 Boletim SAESP n° 18

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Treinamento e Qualificação para Mercado de Trabalho




Vivemos atualmente na era da informação, do conhecimento e da tecnologia.
 
Estes novos tempos são caracterizados por mudanças velozes e com uma necessidade constante de atualização.
 
Neste cenário, o conhecimento, apesar de ser descrito como um bem intangível, tornou-se uma moeda de grande valia para empresas e profissionais.
 
O Brasil vive um momento especial, onde o crescimento contínuo atrai perspectivas de novos investimentos diante dos eventos de grande porte como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.
 
Além disso, a crise nos países desenvolvidos faz com que grandes corporações multinacionais busquem novos mercados de atuação e de consumo.
 
As obras de infraestrutura para os grandes jogos tornam mais evidente a escassez de profissionais qualificados em diversas áreas, desde engenheiros e técnicos até operários diversos.
 
No âmbito organizacional, as empresas estão em busca de profissionais qualificados ou que tenham capacidade de estar em constante aprendizado.
 
Por outro lado, é importante frisar que há um grande número de profissionais desempregados, ou até profissionais empregados, mas com baixa qualificação e ainda profissionais recém-formados com pouca experiência.
 
O governo, objetivando sanar essas lacunas, desenvolveu linhas específicas de incentivo à Educação, como por exemplo, o PRONATEC.
 
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego tem como objetivo ampliar a oferta de Educação Profissional de qualidade aos estudantes e trabalhadores de todo o país.
 
As políticas públicas, apesar de bem intencionadas, não são capazes de resolver a questão da capacitação em âmbito nacional.
 
A TÜV Rheinland Academia, por meio de um intercâmbio Brasil-Alemanha, oferece capacitação em várias áreas, com instrutores que trazem a prática do mercado aliada à base acadêmica.
 
Para as obras de infraestrutura, aproveitando a expertise alemã, foram trazidos cursos de formação de soldador e inspetor de solda, visando suprir a ausência desse tipo de profissional.
 
Com base em conceitos de sustentabilidade, novos treinamentos foram inseridos no portfólio da unidade brasileira, tais como crédito de carbono para o mercado voluntário, inventário de emissões, construções sustentáveis, gestão de resíduos e educação ambiental.
 
Assumindo a importância do papel dos gestores nas organizações, a TÜV Rheinland Academia Brasil desenvolveu cursos de Excelência em Qualidade na Gestão de Pessoas com módulos na área de comunicação, feedback, formação de líderes, conflitos de gerações e gestão eficaz do tempo.
 
Além destes, a TÜV Rheinland oferece toda sua expertise na qualificação e certificação internacional de auditores em normas de sistemas de gestão da qualidade, ambiental, segurança e saúde ocupacional, segurança alimentar e segurança da informação.
 
A TÜV Academia também desenvolve programas de capacitação personalizados de acordo com a necessidade da empresa, pois acredita que a lapidação do capital intelectual é um direcionador para atender um mercado exigente e competitivo.
 
Por: Tatiana de Almeida Oliveira Santos
 
Superintendente de Treinamentos
 
 
Rua Líbero Badaró, 293 - 28º andar 01009-000 - São Paulo
 
Tel: +55 11 3514 5834
 
 
Boletim SAESP n° 18

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Trilhas de carreira: o mapa da mina pra o RH




O gestor de RH tem o desafio de gerir carreiras de funcionários cada vez mais ambiciosos e impacientes. Uma solução: desenhar com eles as trilhas que deverão seguir.
Em geral, ambição é o que não falta para os profissionais da chamada Geração Y. Ambição e impaciência. Apesar das diversas competências que os mais jovens trazem para o mercado de trabalho (como serem multitarefas, criativos, rápidos em compreender e assimilar novas tecnologias), não é raro esse mesmo grupo de profissionais apresentar um desafio para os líderes de suas empresas – e para os gestores de RH, em particular. O desafio é: como mantê-los na equipe, satisfazendo expectativas de carreira que crescem constantemente e que precisam ser realizadas já, agora, senão a concorrência leva?
"Gosto de chamá-los de Geração Miojo", diz o consultor de empresas Renato Gutierrez, especializado em Recursos Humanos e Estratégia de Negócios. "É a geração do instantâneo. Tudo tem de acontecer muito rápido. Um jovem com menos de seis meses de empresa faz um MBA e já espera uma promoção. Se não consegue, fica frustrado e procura novo emprego." Com mais de 23 anos de experiência profissional e passagem por algumas das maiores empresas americanas de consultoria, Gutierrez viu a Geração Y surgir e alterar o mercado de trabalho definitivamente.
Mas ele também sabe que algumas coisas não mudam. Como, por exemplo, que é muito mais fácil avançar quando se sabe o caminho, independentemente da geração a que se pertence. Daí a utilidade do conceito de trilhas de carreira, que Gutierrez utiliza como base para o curso que ministra na Integração Escola de Negócios, Como Construir e Implantar um Projeto de Trilhas de Carreira nas Organizações, voltado para profissionais do RH que atuam na área de carreira e desenvolvimento.
"A trilha de carreira é um mapa que oferece uma perspectiva de onde você está profissionalmente, aonde você quer chegar, por onde você tem de passar e o que tem de adquirir para chegar lá", explica o consultor. "Se você é um jornalista iniciante e quer se tornar redator-chefe, quais habilidades tem de desenvolver, quais assuntos tem de dominar, por quais editorias tem de passar para realizar o seu sonho?"
Os benefícios das trilhas de carreira são inegáveis não só para o profissional, mas também para a própria empresa. Primeiro, ajuda a consolidar a relação com a equipe, que se mantém mais leal à casa ("o que retém funcionário hoje não é remuneração, é oportunidade de aprendizado, crescimento e reconhecimento"). Segundo, ao oferecer um mapa claro do que está por vir, a trilha de carreira ajuda o "profissional Miojo" a visualizar mais facilmente objetivos a curto, médio e longo prazo, diminuindo a impaciência característica dessa geração.
No curso oferecido pela Integração, Gutierrez busca apresentar todas as variáveis envolvidas no processo de implementação de um programa de carreiras baseado nesse modelo. E para quem não quer esperar, neste artigo ele divide algumas lições sobre o tema:
5 DICAS PARA A GESTÃO DE CARREIRAS NA SUA EMPRESA
1. A REGRA É (TEM DE SER) CLARA.
     "É preciso apresentar para o profissional – principalmente para o jovem profissional, da 'Geração Miojo', que quer tudo muito rápido – quais são as regras do jogo na sua empresa. Como se consegue promoção? Quem pode participar ou não do programa de trilhas de carreira? Gente de que área ou setor? O que se pode alcançar? Você tem de dizer: 'Olha, para chegar lá na frente tem de fazer gol, e o gol está ali, não é de qualquer jeito'. Este 'gol' pode ser um mínimo de x meses ou anos de casa, índices de produtividade, etc."
2. EVITE EXCEÇÕES.
     "Um funcionário chega para o seu gerente e pede para ser liberado às quartas-feiras para fazer um MBA que faz parte do seu plano de carreira; o gerente acata. Se um outro funcionário do mesmo setor pedir algo semelhante, o gerente ou vai ter de acatar ou vai ter de dar boas justificativas – baseadas nas regras definidas a princípio. Senão vai causar segregação na empresa, desmotivação no resto da equipe e até repulsa pelo profissional beneficiado."
3. GESTÃO DE CARREIRAS É ASSUNTO PARA SE TRATAR OLHO NO OLHO.
     "A forma ideal de passar um plano de carreiras é sempre a presencial, face to face. A empresa define as regras, o RH prepara cada gerente, e o gerente chama um por um dos seus profissionais para apresentar-lhes o mapa, as possibilidades. É claro que ajuda ter todo o programa desenhado exposto numa intranet, para consulta, mas esse momento olho no olho é imprescindível."
4. O TREINO FAZ PARTE DO JOGO.
     "Coisa mais comum de se ouvir são clientes dizendo: 'Eu tinha um técnico, decidi promovê-lo a gestor; perdi um excelente técnico e ganhei um mau gestor'. Nem todo mundo está preparado para avançar. E o mais grave é que eu tenho que demitir! Para evitar esse risco, é melhor encontrar formas de promover o funcionário sem promovê-lo oficialmente. Vá passando tarefas e responsabilidades maiores que o cargo. Se ele der conta, ótimo. Promova."
5. CARREIRA EM Y PODE SERVIR PARA O FUNCIONÁRIO, MAS NEM SEMPRE PARA EMPRESA.
     "Às vezes o profissional não tem interesse em avançar hierarquicamente. Ele se torna um profissional sênior, e o mais provável seria assumir posições de liderança: gerente, diretor, etc. Mas ele não quer. Aí existe o que se chama de carreira em Y. Ele chega na bifurcação do Y e, em vez de partir para o caminho tradicional, parte para o outro, que também traz recompensas, como maior remuneração. Um repórter pode se tornar repórter especial sem chegar a redator-chefe. Um pesquisador acadêmico pode acumular títulos sem jamais liderar departamento. Às vezes, agrega até mais valor.
     Mas esse modelo só serve em alguns casos, quando a função do profissional tiver a ver com o core business da empresa. O exemplo do repórter faz sentido num jornal; mas neste mesmo jornal não faz sentido carreira em Y dentro do departamento de RH. Ou numa empresa de engenharia: um diretor e um engenheiro consultor podem ganhar o mesmo; já o diretor de marketing ganhar o mesmo que um assessor de imprensa, não faz sentido. A trilha de carreira tem de servir para todos: para o funcionário e para a empresa."
São Paulo: 11 3046-7878
Outras Localidades: 0800 16 24 68
São Paulo/SP: Rua Manoel Guedes, 504 – Itaim Bibi
Outras Localidades: Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte
Do Boletim SAESP n° 18

sábado, 2 de março de 2013

Estabilidade ou promiscuidade na carreira?


“Os líderes de amanhã sabem compartilhar o poder,

a informação e o compromisso.”

(Flávio Kosminsky)






Uma das maiores dificuldades atuais das empresas está na chamada retenção de talentos. Após investirem em recrutamento, seleção e treinamento de seus profissionais, assistem a muitos deles se desligarem seduzidos que são ora por um salário maior, ora por benefícios, ora pelo status conferido pelo nome da organização ou pelo título do cargo oferecido.

Acrescente-se a este aspecto a crença propalada, em especial a partir do ano 2000, de que uma carreira de sucesso constrói-se através de múltiplas experiências profissionais em diferentes companhias.

Houve um tempo em que o profissional confiável e competente era aquele que não passava por mais do que uma ou duas empresas até sua aposentadoria. Hoje isso é visto como sintoma de acomodação, apontando para obsolescência, aversão ao risco, falta de dinamismo e ambição.

Abomino rótulos, generalizações e paradigmas. Verdades absolutas, tidas inquestionáveis, que obscurecem o pensamento, turvam a razão. Onde está escrito que esta rotatividade de empregos é necessária ou mesmo saudável? Por que não podemos edificar uma carreira auspiciosa atuando em uma mesma organização, onde conhecemos as pessoas e o ambiente, assimilamos e nos alinhamos à sua cultura, alcançamos prestígio, além de estabilidade e acúmulos salariais?

Estamos equivocadamente ensinando aos nossos jovens que uma carreira sólida demanda promiscuidade corporativa, quando o que entorpece e definha o profissional é sua estagnação. É parar no tempo, realizar as mesmas tarefas, deixar de estudar e de aprender. E isso pode acontecer mesmo pululando de uma empresa para outra.

Para alcançar o topo da hierarquia, o que vale a pena perseguir é a mobilidade horizontal, conhecendo a companhia integralmente, militando em diversas áreas, compreendendo a sinergia entre os departamentos. No caso de empresas de grande porte, há ainda a possibilidade de migrar para filiais ou outras empresas do grupo, inclusive no exterior. O fato é que enquanto houver desafios e satisfação pessoal, não há motivos para se mudar de emprego.

Todavia, se a mudança for fruto de decisão madura decorrente de falta de reconhecimento, clima organizacional desgastado, cabeça batendo no teto ou por força de proposta irrecusável, assegure-se de que, quando o entusiasmo arrefecer e a rotina se instalar, a nova empresa não se mostre uma autêntica “amante argentina”, cerceando sua autonomia, eliminando privilégios e exigindo o comprometimento que um dia você não pôde ou não soube honrar.

 

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.

Recebido do autor por e-mail

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Reclamações produtivas


  
O artigo anterior foi dedicado ao que Fredy Kofman (Metamanagement,  Campus) denominou de “queixas improdutivas”, algo extremamente comum e prejudicial nas empresas  de hoje. Ao contrário das queixas improdutivas, é também possível identificar nas organizações bem-sucedidas aquilo que ele denomina de reclamações produtivas. Embora sejam mais difíceis de praticar, as reclamações produtivas representam um antídoto contra o desperdício de energia e a distorção no fluxo de comunicação, dois dos grandes males do mundo corporativo.

O fato é que a maioria dos seres humanosécondicionada desde a infância a adotar um vocabulário reativo em vez de canalizar esforços para uma resolução criativa e colaboradora. Em síntese, uma linguagem proativa,otimista e menos hostil não faz parte da natureza humana, em razão dos modelos mentais previamente estabelecidos ao longo dos primeiros quinze anos de vida. Isso dificulta o relacionamento e cria uma série de posturas difíceis em todas as áreas da organização.

As reclamações produtivas devem ser estimuladas e disseminadas ao passo que as queixas improdutivas devem ser neutralizadas. Nesse sentido, o papel da liderança é fundamental. Não há líder que resista adotando a mesma postura dos colaboradores e compartilhando as queixas num ambiente onde o exemplo de determinação e otimismo deve vir de cima.

De maneira geral, as reclamações produtivas no ambiente de trabalho, embora também possam ocorrer em qualquer ambiente, são caracterizadas pelas seguintes atitudes, segundo Kofman:

    Orientam-se a consertar a situação e preparar um futuro melhor: quando as reclamações são tratadas seriamente, a solução pode ser trabalhada para evitar a reincidência e construir o aprendizado sobre o problema;
    Terminam em pedidos e promessas: a abertura de ambas as partes - líder e liderados - determina o comprometimento para uma resolução colaborativa e criativa a fim de eliminar definitivamente o problema;nesse caso, a moeda de troca é a reciprocidade;
    Geram respeito mútuo e espírito de equipe: quando tratadas na hora certa e no local certo, tendem a obter o respeito do grupo; ninguém gosta de ser tomado de surpresa com um problema que diz respeito à sua área, mas acaba sendo levantado numa reunião de diretoria, sem o conhecimento da outra parte envolvida;
    Estabelecem a seriedade do reclamante como credor de uma promessa: ao trazer o problema à tona e demonstrar disponibilidade para uma solução conjunta com os líderes, o reclamante demonstra a maturidade necessária para o compartilhamento e deixa as portas abertas para situações semelhantes;
    Visam ao protagonismo e ao aprendizado: o que as empresas mais precisam é de protagonistas responsáveis, ou seja, pessoas proativas, dispostas a resolver problemas em vez de criá-los; além de direcionar esforços para a solução, o protagonista estimula o aprendizado.

Salvo raríssimas exceções, as reclamações são vistas sempre pelo lado negativo ainda que a finalidade seja tornar-se produtiva. No mundo em geral existe certo desprezo pelo reclamante e o portador de más noticias, entretanto, quando colocada da maneira certa, na hora certa, para a pessoa certa e com a intenção produzir efeito positivo, toda reclamação é bem-vinda.

Por fim, lembre-se, de nada adianta ficar chorando pelos corredores da empresa para pessoas que não tem a mínima condição de resolver os seus dilemas, portanto, mude o seu discurso, transforme sua linguagem reativa em linguagem proativa e as coisas mudarão radicalmente a seu favor. Uma reclamação produtiva vale por mil queixas improdutivas.

Pense nisso e seja feliz!


Jerônimo Mendes, publicado em 14/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Administrador, Coach Empreendedor, Escritor e Palestrante. Autor de Manual do Empreendedor (Atlas), Empreendedorismo para Jovens (Atlas)

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Você foi demitido? Dicas para recomeçar


   
Quem nunca pensou sobre isso? Ou passou situação semelhante? Ou talvez esteja passando por este momento não muito agradável não é?

Estes dias em grupo de amigos estavamos falando sobre a rotatividade de muitos profissionais no mercado de trabalho, mesmo existindo carência de mão de obra, ao mesmo tempo temos a situação de profissionais desatualizados, por permanecerem muito tempo na mesma empresa, acabam deixando a qualificação de lado.

Contudo você já parou para pensar e analisar suas ações, ao invés de ficar mal humorado e até mesmo triste? Esta situação acaba mexendo não somente no ego profissional como também no emocional, mas vamos lá, levante a cabeça e mãos à obra.
Economizar

A nossa vida funciona exatamente como o fluxo financeiro de uma empresa, ou seja, precisa de entrada para gerar saída, então economizar é fundamental, organize uma planilha de custos diários, onde claro, suas dividas deverão estar incluídas como ponto fundamental de equilibrio.

Não esqueça que o seu dia a dia tem um custo fixo de X valor, portanto tente mudar hábitos para garantir sua segurança financeira e estabilidade por maior tempo.
Saia da rotina, relaxe

Isso mesmo, após sua demissão, esqueça relógio e até mesmo desconecte-se do mundo virtual, faça um passeio por lugares que você não vai há muito tempo, e aproveite este momento para relaxar, sem desespero, pois isso atrapalha qualquer ação futura.
Network

Neste segundo dia, levante e tome um belo café da manha, pois mente saudável é sua ferramenta fundamental nesta nova etapa, relacione o seu network, isso mesmo, pessoas ao qual fazem parte do seu circulo de amizades e profissional.
Planejar sua ação de marketing profissional

Neste caso, pense em você como um ótimo produto no mercado, você gostaria de estar em destaque? Então vamos analisar os seguintes critérios.

    Qual foi o último curso que você fez na sua área?
    Como a sua área profissional está hoje, competitiva em que? Houve mudanças?
    Compare seu currículo conforme as necessidades do mercado.
    Pesquisar empresas é o correto, identifique como poderia estar sendo útil na mesma, e com isso analisar a vida desta empresa, pois é fundamental.
    Pesquisar sobre faixa salarial do mercado, pois dificilmente hoje conseguirá o mesmo salário que da empresa que você estava durante os últimos 10 anos.
    Pesquisar cursos na sua área aproveitando este tempo para melhorar seu potencial.
    Criar uma relação de e-mails para onde seu currículo deverá ser enviado, ma atente-se que muitas empresas não usam mais desta ferramenta para contratação, neste caso, entregue em mãos.
    Analisar bem o currículo desenvolvido, pois muitas vezes esta ferramenta de divulgação profissional acaba sendo descartada por falta de informação ou até mesmo por excesso da mesma, pesquisa ou busque uma consultoria profissional para elaboração do mesmo, pois evita a perda de tempo e o insucesso na busca.

Hora de agir

Neste momento você está com currículo pronto e sua lista de empresas e e-mails em mãos, ao enviar por e-mail seja cauteloso no texto de apresentação e claro, seja muito atento ao excesso de texto no corpo de e-mail, seja objetivo como no exemplo abaixo.

Prezado (a) Fulano de tal,

Estou enviando meu currículo para vossa empresa em busca de uma recolocação em minha área conforme identificado no mesmo, coloco-me a disposição para oportuna entrevista conforme disponibilidade.

Simples não é, então neste caso nunca use imagens para enviar currículo, atualmente o mais utilizado é o formato pdf, facilita a execução do arquivo como também protege os dados enviados.

Ao entregar em mãos o currículo, cuidado para não danificar ou sujar as folhas do mesmo, e tome cuidado com a quantidade de folhas claro, seja objetivo na elaboração do seu currículo, mantenha o mesmo sempre em envelope, garantido a Qualidade do conteúdo.
Fui chamado para entrevista e agora?

Disponibilidade é fundamental, portanto caso esteja estudando, verifique sua maior necessidade, e tente ser flexível ao mercado atual, pois em épocas em que a produtividade está como tema atuante, ter disponibilidade é importantíssimo.

Sua aparência é algo essencial para este processo, portanto alinhar-se de forma adequada à situação como esta acaba ajudando e muito.

    Qual foi o último curso que você fez na sua área?
    Como a sua área profissional está hoje, competitiva em que? Houve mudanças?
    Compare seu currículo conforme as necessidades do mercado.
    Pesquisar empresas é o correto, identifique como poderia estar sendo útil na mesma, e com isso analisar a vida desta empresa, pois é fundamental.
    Pesquisar sobre faixa salarial do mercado, pois dificilmente hoje conseguirá o mesmo salário que da empresa que você estava durante os últimos 10 anos.
    Pesquisar cursos na sua área aproveitando este tempo para melhorar seu potencial.
    Criar uma relação de e-mails para onde seu currículo deverá ser enviado, ma atente-se que muitas empresas não usam mais desta ferramenta para contratação, neste caso, entregue em mãos.
    Analisar bem o currículo desenvolvido, pois muitas vezes esta ferramenta de divulgação profissional acaba sendo descartada por falta de informação ou até mesmo por excesso da mesma, pesquisa ou busque uma consultoria profissional para elaboração do mesmo, pois evita a perda de tempo e o insucesso na busca.

Hora de agir

Neste momento você está com currículo pronto e sua lista de empresas e e-mails em mãos, ao enviar por e-mail seja cauteloso no texto de apresentação e claro, seja muito atento ao excesso de texto no corpo de e-mail, seja objetivo como no exemplo abaixo.

Prezado (a) Fulano de tal,

Estou enviando meu currículo para vossa empresa em busca de uma recolocação em minha área conforme identificado no mesmo, coloco-me a disposição para oportuna entrevista conforme disponibilidade.

Simples não é, então neste caso nunca use imagens para enviar currículo, atualmente o mais utilizado é o formato pdf, facilita a execução do arquivo como também protege os dados enviados.

Ao entregar em mãos o currículo, cuidado para não danificar ou sujar as folhas do mesmo, e tome cuidado com a quantidade de folhas claro, seja objetivo na elaboração do seu currículo, mantenha o mesmo sempre em envelope, garantido a Qualidade do conteúdo.
Fui chamado para entrevista e agora?

Disponibilidade é fundamental, portanto caso esteja estudando, verifique sua maior necessidade, e tente ser flexível ao mercado atual, pois em épocas em que a produtividade está como tema atuante, ter disponibilidade é importantíssimo.

Sua aparência é algo essencial para este processo, portanto alinhar-se de forma adequada à situação como esta acaba ajudando e muito.


Zafenate Desidério, publicado em 04/12/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Fundador e editor de conteúdo do Portal Qualidade Brasil; Profissional na área da Gestão da Qualidade e administração

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O Perdedor foca nos erros dos outros, enquanto você cresce com seus erros


 
Você se tornou uma pessoa comprometida com o seu sucesso, desde então vem buscando um pouco de destaque em algumas áreas da vida, encontra disposição extra para conseguir recursos que auxiliem no seu processo de formação acadêmica e profissional, desde cursos, palestras, faculdades, livros, novas amizades, etc........

Basta você começar a trilhar um caminho para o seu sucesso, em qualquer área da vida, para encontrar um espirito de porco tentando estragar sua felicidade, é sempre assim, em todo lugar existirá um tipo de pessoa que vive de menosprezar e atrapalhar o sucesso alheio.

Geralmente são pessoas frustradas com a vida que leva, e acreditam no dever de serem melhores que outros, criticando e tentando te levar para o buraco, e sentem até orgulho por isso.

Levam o ditado: Eu não tenho e você também não terá, elas não têm capacidade de fazer nada por conta própria, e nem tem vontade de conquistar o que os outros conquistaram, pois a isso se chama cobiça.

Se você é empreendedor e vive se envolvendo com projetos novos, conquistou uma vaga à frente de pessoas mais antigas em sua empresa, comprou aquela casa antes de muitas pessoas que iniciaram suas carreiras muito antes de ti, certamente, conhece várias pessoas assim. Elas não criam nada, nunca.

Mas sempre estão prontas a criticar os seus projetos, apontar falhas e fragilidades dos mesmos.

Podemos chamar isso do mal de quem se destaca. Viver cercado desses fãs ao contrário. Portanto, se você é um empreendedor e é seguido de perto por pessoas que vibram com suas derrotas. Anime-se! É sinal que você está no caminho certo.

É sinal que seus projetos são bem sucedidos e que você se destaca positivamente.


Leandro Nascimento Cristo, publicado em 20/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Personal&Professional Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching desde o ano de 2011, atuando como Personal Coach de Carreira

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Estratégias Para o Sucesso Pessoal


 Você só poderá alcançar o sucesso daquilo que sonha e deseja, por tanto, você alcançará no máximo aquilo que estiver dentro da sua capacidade de sonhar e de desejar.

Essa declaração pode parecer estranha para algumas pessoas, mas o seu sucesso está diretamente ligado ao tamanho dos seus sonhos e desejos.

Se sonha e deseja simplesmente concluir o ensino médio (antigo segundo grau) e no máximo isso que conseguirá. Se sonha simplesmente em ser um Auxiliar de Produção (sem desmerecer essa honrada Profissão) é no máximo isso que conseguirá. Se para você receber um rendimento de R$ 800,00 está bom é isso que terá.

Por isso, é muito importante sempre se atualizar e se renovar. Se atualizar para estar antenado e preparado para as oportunidades e se renovar para buscar novos sonhos e desejos, não ficando acomodado e correr o risco de cair na zona de conforto.

Se não quer sair da zona de conforto para não correr riscos, isso significa que você está abrindo mão de correr o risco de melhorar. Só quem corre risco melhora e progride.

Também de nada adianta olhar para a pessoa X ou Y e pensar: Nossa, essa pessoa tem sorte. Sabemos que sorte nada mais é do que o encontro de preparação com a oportunidade.

Lógico que algumas pessoas devem se perguntar: Mas Eu estou preparado, as oportunidades aparecem mas eu não tenho sorte mesmo. Para esse comentário eu vou além de preparação e oportunidade para definir a palavra sorte.

Para mim sorte também significa:

    S - Sonhos (Qual o tamanho dos seus?)
    O - Oportunidade (Você está aproveitando as oportunidades que aparecem?)
    R - Resiliência (Você desiste fácil ou persiste e se renova nas dificuldades?)
    T - Trabalho (o único lugar que SUCESSO vem antes do TRABALHO é no dicionário)
    E - Empreendedorismo (Você busca novas oportunidades para melhorar sua situação financeira, familiar, etc.)

Cito aqui uma frase usada por grandes pensadores e empresários que como você parassaram por grandes dificuldades e desilusões mas foram resilientes e prosperaram:

PENSE GRANDE, COMECE PEQUENO

Quem conhece Joaquim Barbosa Ministro so Supremo Tribunal Federal e empossado essa semana como presidente da casa? Joaquim Barbosa nasceu no interior de MInas Gerais, teve uma infância pobre e é negro. Mesmo com muitas adversidades Joaquim Barbosa chegou a Presidência de um dos Três Poderes da República Brasileira.

Agora eu pergunto: Será que Joaquim Barbosa chegou onde chegou por que teve sorte?

E você, vai adotar qual Estratégia Pessoal:

Ficar na zona de conforto ou correr risco para progredir?

Se atualizar ou ficar parado no tempo?

Se renovar buscando novas alternativas ou permanecer onde está e correr riscos da mesma forma?

O assunto rende muito mais debate, mas vou ficando por aqui.

Espero ter contribuído.


Rafael Gonçalves, publicado em 27/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Formado em Administração de Empresas pela UNIPAR/PR, Pós-Graduado em Marketing pela FGV. Trabalhou nas áreas comerciais e de marketing

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Engessamento mental


  
Quando uma pessoa quebra um braço, por exemplo, uma das primeiras decisões médicas é engessá-lo para que a cura seja mais rápida.

Mas, o engessamento não é bom para tudo, principalmente, quando se fala da mente.

Infelizmente, um dos maiores causadores de carreiras malsucedidas, empresas falidas, vidas deterioradas, é o engessamento mental.

Pessoas que parecem colocar uma viseira, uma venda, não nos olhos, mas, no cérebro, e se fecham em seu mundo, que pode parecer um conto de fadas, mas, na verdade, acaba se tornando um filme de terror.

Além de não atuarem como protagonistas do filme de suas vidas, elas perdem muitas oportunidades, pois, fechadas em suas misérias, medos, e, na acomodação, algumas chegam a declarar que oportunidades não existem.

Na profissão, são pessoas que fazem sempre do mesmo jeito, e, alegam que não há maneiras diferentes de fazer o que fazem, até que alguém com mais abertura mental toma seu lugar.

Mas, por qual motivo muitos sofrem de engessamento mental? Há dezenas de causas, mas, destaco três:

1. Falta de senso crítico: as pessoas que aceitam tudo, sem discutir, questionar, analisar, rapidamente são acometidas pelo engessamento mental. Não estou dizendo para você se tornar uma pessoa briguenta, que cria discussões meramente por prazer. Falo de você fazer análises daquilo que está vendo, ouvindo e fazendo. Uma tarefa, por exemplo, precisa ser revista constantemente, para perceber se já não há outras formas de realizá-la. Equipamentos, sistemas, estruturas, com frequência devem ser analisadas. Caso contrário, ainda estaríamos usando máquinas de datilografia. Alguém teve que desengessar a mente para que os computadores surgissem. Dê uma boa olhada ao redor da sua empresa, do seu departamento, e veja quantas coisas poderiam estar sendo feitas de maneiras diferentes, mais eficientes, eficazes, que economizariam tempo, dinheiro e muita energia de todos;

2. Achar que sabe tudo: é impossível chegar à perfeição, mas, é perfeitamente possível buscá-la. Uma das maneiras mais práticas de engessar a mente é acreditar que não há mais nada a ser aprendido. Há pessoas que quebram empresas pelo fato de se fecharem em suas salas e acharem que são os únicos que podem tomar decisões, e que não precisam da opinião dos outros. Outras destroem uma carreira que poderia ser brilhante, pelo simples fato de não aceitar que estão ficando para trás na tecnologia, no capital intelectual, nas ideias.

3. Achar que não sabe nada: o contrário também é verdadeiro. Ninguém é tão tolo a ponto de errar em tudo na vida. Sempre há algo que fazemos bem, só precisamos aprender a não deixar o que fazemos de errado acobertar aquilo que fazemos benfeito. Tanto quem acredita que já sabe tudo quanto aquele que diz não saber nada se fecham em um mundinho, sem perceber o universo do lado de fora.

Por isso, você que quer crescer na vida, fazer a diferença no mundo, ter conforto, riqueza, tanto exterior quanto interior, não pode aceitar passivamente os acontecimentos, tampouco se julgar autossuficiente, alegando que não precisa de ninguém no mundo para se dar bem, muito menos ainda pensar que está fadado ao fracasso por crer que não sabe fazer nada direito.

Questione suas crenças, pensamentos, ideias, duvide sadiamente das pessoas, não permita que nada se fixe nos solos da sua mente sem que receba a devida análise. Tire o gesso da sua mente, limpe a vidraça, arrede as cortinas para que a luz do sol penetre. Essa luz pode até atrapalhar um pouquinho você de ver o filme na TV, mas, é essa mesma luz que traz consigo a possibilidade de iluminar toda a sua casa.

Pense nisso, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!


Paulo Sérgio Buhrer, publicado em 21/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Palestrante, Consultor e Escritor. Pós-Graduado em Gestão Empresarial e com Pessoas, Coach formado pela CORPORATE COACH U

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Acreditar e ser Rápido!



“Não é o maior que vai engolir o menor... Vai fazer sucesso quem acreditar na sua vitória” * Gilclér Regina

O seu tamanho não vai levar você ao sucesso. A sua atitude sim.  Hoje o mundo é dos rápidos  nas decisões de negócios, nas busca de conhecimento, na qualidade das parcerias e da qualidade de vida.

A única vantagem competitiva sustentável é a capacidade de aprender mais rápido e melhor do que os seus concorrentes.

E também estar atento para entender que os seus concorrentes não “dormem de touca”.

Hoje o diploma é um produto perecível, já vem carimbado com tempo de validade.  Ajuda a entrar, a afazer um concurso...

Mas não ajuda a permanecer se não tiver conhecimento continuado e atitude proativa.

Os motivados fazem e os desmotivados reclamam. O único lugar aonde estão as pessoas que “sabem tudo” da vida é o cemitério.

Isto é, o sucesso é de quem continua aprendendo e por aqui a fila anda.

Os vencedores não precisam de ninguém que os cobrem, porque já o fazem. Os vencedores fazem o que os perdedores não querem fazer.

Temos que ter a consciência de que a vida é uma grande escola, mas pouco ensina para quem não sabe ser um bom aluno. Vamos lá, coragem para vencer... Humildade para viver!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Gilclér Regina, publicado em 14/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Gilclér Regina é bacharel em Administração de Empresas e Marketing. Um dos palestrantes mais procurados para convenções de empresas 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Fui demitido porque sou muito bom!


Parece um título absurdo, mas é uma situação que ocorre com muitas pessoas e algumas empresas parecem ter o dom de : PREPARAR , CAPACITAR E EXPORTAR SEUS MELHORES TALENTOS PARA A CONCORRÊNCIA.

E o pior é a cegueira reinante nessas empresas que tem o discurso mais do que comum de que a pessoa que demitiram “ não era tão boa assim “; mas o incrível é que essa mesma pessoa demitida na empresa A ,está indo muito bem e apresentando excelentes resultados na empresa B.

Você não tem certeza se sua empresa se enquadra nessa situação? Então faça algumas perguntas:

    Depois que você contratou um novo Líder, sua equipe foi quase toda demitida?
    O seu novo Líder recontratou pessoas todas indicadas por ele?
    Onde estão as pessoas que saíram da sua empresa e quais os resultados delas no mercado?
    Você, pessoalmente, conversou com algumas das pessoas demitidas pelo seu Líder? Escutou a versão dessas pessoas demitidas?
    Você demitiu baseado em fatos ou fofocas?
    Qual a média de permanência das pessoas na sua empresa?
    Algum Líder em especial troca, constantemente, os membros da equipe alegando incompetência dessas pessoas ou problemas de caráter?

Se você respondeu SIM  a qualquer das perguntas acima, continue a ler este artigo.

Muitas são as pessoas que me consultam depois de serem demitidas, procurando uma recolocação no mercado e muitas delas estão arrasadas e sem explicação para estar sem trabalho. Sua autoestima está completamente abalada.

Realmente, é difícil encarar essa situação, mas será pior se você ficar procurando achar os culpados e deixar de analisar a excelente oportunidade de aprendizado.

Portanto vamos continuar com as perguntas, especialmente para você que pode ter sido demitido recentemente,  ou que ainda guarda ressentimentos devido à uma demissão no passado:

    Você não estava feliz nessa empresa?
    Você não tinha amigos lá?
    Não participava dos eventos e treinamentos que a empresa promovia?
    O seu superior imediato implicava com você ou parecia discordar de todas as suas ideias?
    O seu superior procurava lhe expor ao ridículo na frente dos demais?
    O seu superior parecia se sentir ameaçado por você
    Suas ideias eram sempre destoantes em relação aos demais membros da equipe?
    Só você falava e dava suas opiniões nas reuniões?Os demais sempre ficavam quietos e  falavam mal de tudo nas “conversas de corredor”?
    Você estava se sentindo exausto (a) tentando convencer as pessoas sobre seus projetos?
    Todos lhe apoiavam em particular, mas discordavam em público?
    Você se sentiu, algumas vezes, em dúvida sobre sua capacidade?
    Você se sentiu oprimido e depressivo pela falta de consideração de todos?
    Você se sentiu um extraterrestre nessa empresa?
    Entrou um novo “ chefe” arrogante e cheio de ideias que disse que ia colocar a empresa no rumo a qualquer preço?
    Você reparou se pararam de lhe consultar sobre novos projetos?
    Os seus colegas ficam com medo de serem vistos falando com você?
    Procuraram lhe colocar em confusão e fofocas?
    Você chegou a “cair em armadilhas” de alguns colegas seus ou de seu superior porque você foi ingênuo?
    Você vem reclamando de tudo e de todos, mas sente que está certo?
    Você se sente sozinho?

Bem, se respondeu SIM  para qualquer das perguntas acima eu e lhe convido a uma reflexão que o irá ajudar muito se você está passando por essa situação, ou se você é gerente ou empresário e percebeu esses sinais em sua empresa.

Muitas vezes, aceitamos trabalhar em qualquer empresa, devido a uma necessidade imediata de dinheiro, ou aceitamos promessas gigantescas de reconhecimento e autonomia.

Ao iniciarmos nessa nova empresa, nem sempre avaliamos a sua reputação ou consultar ex-colaboradores para saber a opinião deles. Nem sempre somos informados sobre o que esperam de nós,as expectativas dos Líderes e quais os valores e missão da empresa.

Com o passar do tempo, em média após 6 meses da data que você começou , os problemas começam a aparecer e você tem a impressão de que irá consertar o mundo e fazer a diferença, mas percebe que existem forças contrárias que você não havia percebido e que impedem o seu progresso e suas realizações.

Você se sente desconfortável mas, vai deixando o tempo passar, afinal, você precisa de tempo para ir se acostumando à nova empresa e às pessoas.Acredita que “as coisas se acomodem, naturalmente”.

Em alguns momentos, percebe que a empresa não é bem aquilo que você imaginava, mas não procura analisar e entender o que está acontecendo.Procura ignorar e continuar trabalhando sem pensar muito.

Passados alguns anos nessa empresa você sente medo de voltar ao mercado e procurar novas oportunidades e já está acostumando à essa situação e, além disso, fica em dúvida de tanto que lhe criticam nessa empresa e começa a acreditar  que talvez, o problema seja você.

Bem, gostaria de compartilhar com você as últimas descobertas na área de Gestão de Pessoas e que começou lá atrás com Peter Drucker e hoje existem muitos pesquisadores nessa área e a Gallup é uma dessas empresas que estuda o ambiente de trabalho das empresas e as pessoas, através das pesquisas.

Ao longo da década de 90, a Gallup conduziu uma das maiores pesquisas realizadas sobre gestão do ambiente de trabalho – mais de 1,3 milhão de colaboradores em 23 países – a fim de descobrir quais os principais fatores críticos de sucesso de um ambiente de trabalho. Em 2005 pesquisou 86 mil colaboradores ao redor do mundo.

Chegou às seguinte conclusões:

85% das pessoas das pessoas estão infelizes e insatisfeitas em seu trabalho e isso explica porque muitas das empresas são piores do que as suas equipes. Essas pessoas sentem que poderiam oferecer mais do que, de fato, estão oferecendo às empresas, devido à falta de oportunidade  e reconhecimento e que muitas pessoas e empresas perdem tempo focando e tentando melhorar seus pontos fracos quando deveriam administrar seus pontos fracos e focar em seus pontos fortes.

Ao levantar os talentos das pessoas observaram que não existe a PESSOA ERRADA, o que pode ocorrer é que essa pessoa está no lugar errado, ou na empresa errada porque ainda não conhece suas potencialidades, ou não corre atrás de sua paixão e sonhos, ou porque seu Líder não sabe aproveitar seus talentos e pontos fortes, ou por existirem falhas nas seletivas de pessoas colocando as pessoas certas nos lugares errados, enfim são diversos os fatores que levam a essas estatísticas vergonhosas de desperdício de pessoas e sucesso de empresas e pessoas.

Portanto, se você passou ou acompanha alguém que esteja passando por essa situação, tenha em mente a seguinte orientação: verifique quando você começou a perder a sua paixão pela função ou pelo  lugar de trabalho; o que desencadeou isso. Se você não aprender com essa situação e mudar o seu comportamento, crenças, paradigmas e passar a se autoconhecer , essa situação irá se repetir em qualquer outro lugar que você vá. Mas se você perceber que fez tudo correto e mesmo assim a empresa não o valoriza, então, peça o  feedback de seus amigos e prepare-se para sair, planejando-se financeiramente para esse momento e lembrando de não entrar em nenhuma outra empresa parecida com a que você quer sair para que essa situação não se repita.

Mas, em hipótese alguma, fique achando que você é a pior pessoa do mundo, que tudo dá errado para você, ou que ninguém o compreende. Por favor, use seu tempo para entender de maneira positiva, a sua situação e buscar o aprendizado com foco na solução e trace sua próxima estratégia de ação.

Bem, espero ter compartilhado com vocês algumas orientações importantes para que continue sua jornada em busca de muito sucesso ( seja qual for a sua definição) e entenda que depende de você alcançar as suas expectativas e realizações.


Marynes Pereira, publicado em 19/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Profissional com mais de 25 anos de experiência atuando como executiva nas áreas de Gestão Estratégica e de Pessoas, Marketing, Vendas 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Você é o que fala?


  
Claro que não é apenas isto, você é o que fala e principalmente o que age no seu dia a dia.Contudo, aquilo que falamos tem um impacto direto social e principalmente no trabalho que exercemos. Nossa postura ao falar e frases ditas como "prontas" muitas vezes são bordões que atrapalham nosso desenvolvimento e carreira.

A revista on line Forbes Brasil trouxe uma lista de 10 destes bordões que NÃO DEVEM SER USADOS no dia a dia.

Vamos a eles:

1) "Não é o meu trabalho"

"Essa frase diferencia o que você não pode fazer do que você pode, mas não quer fazer, e implica que você não sabe trabalhar em equipe", afirma Karen. Além disso, ela também atrapalha a sua avaliação, pois mostra que você não tem flexibilidade ou vontade de aprender novas tarefas. Troque-a por "essa não é a minha área, vamos ver quem pode ajudá-lo melhor".

2) "Eu acho..."

Lorrie Thomas Ross, chefe executivo da consultoria Web Marketing Therapy, chama essa e outras frases, como "Eu imagino..." e "Eu acredito...", de frases de desconto. Elas fazem parecer menos competente e reduzem o poder da mensagem. A declaração "Eu acho que essa é a melhor estratégia" é muito mais fraca do que "Essa é a melhor estratégia". Elimine também "Eu quero..." e "Eu gostaria...". Em vez de falar "Eu gostaria de agradecê-lo", diga "Obrigado".

3) "Eu não sei"

"Você acha que está sendo sincero, mas na verdade está dando um fora", afirmou Henry Devries, pró-reitor de educação continuada da Universidade da Califórnia, em San Diego, e coautor do livro "Closing Americas Job Gap" ("Fechando a Lacuna de Trabalho nos EUA", em tradução livre). "Isso pode parecer preguiça e falta de iniciativa para dar o próximo passo", completa. Em vez disso, diga "Deixe-me procurar a resposta".

4) "Não posso"

Essa frase também sugere inflexibilidade e falta de vontade para resolver problemas. "Você deve mostrar para o chefe que está pronto para aprender e superar qualquer obstáculo", afirma Josh Tolan, chefe executivo da Spark Hire, empresa de entrevista por vídeo. Procure apontar o problema e sugerir soluções.

5) "Mas..."

"Usar a palavra mas nega tudo o que você disse antes dela", analisa Devries. Estamos condicionados a sempre ouvir a informação negativa. Uma solução pode ser falar algo positivo, algo negativo e depois algo positivo de novo. Isso faz com que a frase negativa fique espremida entre as duas positivas. Outra opção para suavizar a frase é usar o "e" em vez do "mas".

6) "Isso não é uma boa ideia"

Segundo Nancy Mobley, fundador e chefe executivo da consultoria Insight Performance, recusar ideias de funcionários ou colegas muito rapidamente faz com que eles não queiram compartilhar pensamentos futuros. Em vez de dispensar, pergunte "Como isso funcionaria?".

7) "Vou tentar"

"O verbo tentar abre a possibilidade de que o trabalho possa não ser concluído", aponta Darlene Price, especialista em comunicação e autora do livro "Well Said" ("Bem Dito", em tradução livre). Se o seu chefe pede algo no começo da manhã e você responde que tentará acabar, pode deixá-lo em dúvida sobre a sua eficiência. Melhor falar "Estará na sua mesa às 21h".

"Não foi culpa minha"

Se alguém pergunta o que saiu errado, não quer dizer necessariamente que esteja atrás dos culpados, por isso, negar que foi você trará atenção desnecessária. Vá além e tente resolver o problema. Diga "Vamos ver como podemos impedir que isso aconteça de novo".

9) "Acho que sim"

Esse é um qualificador que as pessoas usam como lugar-comum para não dizer algo errado. Tire isso do seu vocabulário. "Evite palavras que não passam confiança", aconselha Dale Austin, diretor do Hope College, centro de desenvolvimento de carreiras.

10) "Isso é impossível"

É uma frase extremamente negativa, como falar "não pode ser feito". "Significa que você não tem vontade nem de tentar, e essa negatividade é infecciosa como um vírus", diz Friedman. Melhor falar "Vamos procurar outros meios para resolver isso".

Fonte: http://forbesbrasil.br.msn.com/carreira/você-é-o-que-você-fala-uma-lista-de-dez-frases-que-podem-atrapalhar-a-sua-carreira

Percebo no dia a dia muitas pessoas usando estas frases... Como você se vê neste contexto?

Usa alguma delas?

Analisar a si mesmo é o primeiro passo para a mudança rumo ao sucesso.


Gustavo Rocha, publicado em 13/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade. ...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Empreender: O Fim da Zona de Conforto


    Já escrevi em outro artigo que, em geral, o que o ser humano mais deseja é um emprego duradouro, benefícios de toda ordem e uma perspectiva de mais ou menos trinta anos de trabalho até chegar o dia em que começa a feliz aposentadoria.

Isso acontece com alguns funcionários públicos que estudam anos para passar num concurso. Depois de se dar conta da realidade à sua volta, perdem a motivação, tornam-se fantasmas remunerados, conspiram o tempo todo contra o governo e envolvem-se em atividades paralelas. Assim, ficam contando os dias para se livrar-se da incômoda zona de conforto que eles mesmos ajudaram a produzir.

A zona de conforto é uma opção particular, uma escolha pessoal que não pode ser atribuída a terceiros. Representa a sua filosofia de vida, a sua falta de ambição e o nível de comprometimento com a própria evolução. É reflexo da opção inequívoca pela estagnação.

Embora a zona de conforto seja aconchegante, ela nunca será promissora. É duro sair da cama com menos dois graus centígrados lá fora, mas, se você não fizer isso, o gelo não sai do carro sozinho, o pão não chega até a sua cama, os clientes não trazem o pedido nem o patrão vem até a sua casa para ver se você está bem.

Se você permitir, a zona de conforto vai atrofiando sua capacidade de resposta a ponto de torna-lo tão vazio e insosso quanto aquele tio ranzinza que não sabe fazer outra coisa na vida senão ficar reclamando do governo e da sociedade sem se desgrudar do controle remoto.

Por que você deve se esforçar para sair da zona de conforto? Quatro pontos de reflexão são suficientes para mudar esse estado:

    Mais dia, menos dia, você será obrigado a sair da zona de conforto, portanto, se estiver preparado, melhor.
    Tudo na vida é experimentação e não se pode conquistar algo diferente sem fazer algo diferente.
    Uma vida mais interessante só é possível quando os desafios são intensos; a zona de conforto é justamente a ausência de desafios.
    A zona de conforto é o começo do fim, pois, quem não evolui, tanto no lado pessoal quanto no profissional, simplesmente regride.

Considerando tudo isso, a menos que alguém queira viver e morrer desfrutando os prazeres da zona de conforto, sem objetivos nem desafios que façam a vida valer a pena, é necessário tomar medidas concretas para mudar a situação enquanto ainda é possível canalizar energia para isso.

Com setenta ou oitenta anos, talvez não seja possível mudar mais nada, portanto, empreender é a melhor maneira de quebrar esse vínculo nocivo e de tornar a vida mais interessante e desafiadora. Vejamos mais algumas razões:

Empreender é o fim da zona de conforto: um empreendimento por conta própria exige dedicação integral durante muito tempo até que o negócio se consolide e você possa conquistar bons resultados. Se quiser ver o negócio prosperar de fato, você vai ter muito que fazer o tempo todo.

Empreender muda de maneira definitiva o seu estilo de vida: esqueça os princípios da zona de conforto proporcionados pelo emprego formal; ganhos variáveis, controle rigoroso de custos, empregados rebeldes, fornecedores instáveis, inexistência de horários e pressão familiar são desafios permanentes.

Empreender muda a sua maneira de encarar os problemas: ser dono do próprio negócio significa assumir a responsabilidade integral pela solução dos principais problemas da empresa. O empreendedor é o único responsável por si mesmo, por seus empregados, pela família e perante a sociedade. Nesse caso, é impossível transferir os problemas para terceiros.

Empreender pode ser uma atividade recompensadora: com uma boa estratégia, dedicação ao extremo, paciência durante o período de maturação e um pouco de sorte, você poderá criar um negócio atrativo e se tornar uma referência no seu segmento de atuação. Talvez você fique milionária, talvez não, mas o que importa mesmo é o aprendizado que vai ajuda-lo a se tornar um lutador pela vida toda.

Reconheça por si mesmo que é difícil deixar a zona confortável do salário fixo, do décimo terceiro, do plano de saúde, do vale alimentação e do auxilio combustível, mas, essa conquista não é sua. Ela faz parte da estratégia de muitas organizações para manter a sua inteligência disponível para o que der e vier.

Isso não é bom nem ruim, depende do seu projeto de vida. Se isso reflete a sua vontade, não há problema algum, entretanto, seja o melhor dos empregados, o mais dedicado, o mais fiel, o mais produtivo e pare de conspirar contra o patrão.

Não existe nada mais nocivo para o ser humano do que trabalhar em algo com o qual ele não se identifica, cujos valores não se harmonizam e, acima de tudo, quando as perspectivas de crescimento são nulas.

Quer mesmo sair da zona de conforto? Lembre-se das palavras de Mark Twain, autor de O Príncipe e O Mendigo: “O segredo de ir em frente está em começar. O segredo de começar está em repartir suas tarefas complexas e esmagadoras em tarefas pequenas e administráveis e, então, começar pela primeira”.

Pense nisso, empreenda e seja feliz!


Jerônimo Mendes, publicado em 12/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Administrador, Coach Empreendedor, Escritor e Palestrante. Autor de Manual do Empreendedor (Atlas), Empreendedorismo para Jovens (Atlas), ..

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O melhor para todos e de todos o seu melhor


 
Viver a realidade, degustar a sensorialidade da realidade oferece um extremado prazer. Se somos dominados pelas "punções" do reino dos desejos, fantasias e sonhos; como Freud nos revelou, estaria exatamente numa busca onívora pelo mundo das realidades concretas, a vacina legítima, para, pelo menos, não confundirmos sonhos com ilusões.

Vamos combinar que sonhos seriam vontades veementes, mas que ilusões não passariam de enganos dos sentidos e da mente. Portanto: viva o tato e o contato com a vida real. Aprendemos ao fazer e com a vontade de aprender. A vida me tem sido generosa.

Sempre me coloca ao lado de grandes pessoas.

Nishimura, fundador da Jacto SA; Secundino, fundador da Agroceres SA, e seu filho Ney de Araújo; Rodrigo Mesquita, fundador da Agência Estado; Alexandre Costa, da Cacau Show; Shinyashiki, escritor, e dezenas de seres admiráveis, por talento, caráter e acima de tudo empreendedorismo.

Fazem acontecer. Agora convivo com outro admirável líder empreendedor: Heinz Kudiess, fundador da AuroraSerios, uma empresa de sementes no Cerrado Brasileiro e do Colégio Sérios, em Brasília. A sua visão, como uma dessas fortes e boas cabeças de líder, é a de querer nada menos do que a excelência em tudo o que faz.

E, ao buscar expressar o seu mais profundo e legítimo valor, terminou por ser: "o melhor para todos, e de todos o seu melhor."

Um lema e um leme, provocativo, instigador, superante, inquieto, e até incômodo. Um valor que propõe arrancar a tudo e a todos de qualquer acomodação ou zona de conforto. Digo sempre que não me interessa o que você pode dar, e sim aquilo que você não pode dar; e ao prestar atenção na capacidade humana, dessas pessoas que fazem, sempre concluo, que eles terminam por dar, o que não sabiam ser possível, e só fizeram por colocar o fazer, o executar na frente, como algo conectado a uma fé inexplicável.

E, vale dizer neste caso, ao lado de uma guerreira mulher, a Jerusa Kudiess. Daqui pra frente entra a organização, a administração, o planejamento, a busca da ordem.

Mas bendita seja a desordem que gera a criação.


José Luiz Tejon, publicado em 19/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Publicitário, jornalista e escritor de 28 livros em autoria e coautoria Autor do blog Cabeça de Líder, da Revista Exame

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O perdão e o mundo corporativo


  
Muitas vezes no mundo corporativo as pessoas guardam magoas desnecessárias referentes a coisas que poderiam ser evitadas como, por exemplo, um relatório que poderia ser melhorado e a pessoa não fez uma repreensão de forma mais áspera ou simplesmente uma brincadeira sem graça por parte de um colega inconveniente.

Temos que colocar em nossas mentes que as pessoas nos ofendem muitas vezes sem a intenção de não nos ofender assim como nos ofendemos as pessoas sem intenção de fazer isso.

O mundo do trabalho é muito competitivo e muitas vezes temos a tendência de ofender as pessoas com gestos, palavras ou atitude e isso não é certo porque gera um clima organizacional muito ruim.

A competição esta presente entre as pessoas e até mesmo entre os departamentos de uma empresa, quem nunca ouviu falar no “time da contabilidade” ou no “time da comercial” isso sem se falar nos verdadeiros times de futebol, por exemplo, onde os ânimos vez por outra se acirram.

Uma das competições mais comuns dentro das empresas são aquelas em que tem metas envolvidas como, por exemplo, o que adianta vender se a fabrica não pode produzir ou o que podemos dizer quando vendas e produção cumprem o seu papel e o financeiro não cobra.

Os conflitos em empresa são naturais entre departamentos, mas devemos trabalhar com a perspectiva do perdão entre as pessoas que formam esses departamentos. Não é possível viver em guerra constantemente. Compreender  que as pessoas tem visões diferentes do mesmo fato e cada pessoa tem sua ótica.

Devemos ser empáticos, nos colocar no lugar do outro, evitar aquele pensamento de maldade e tentar entender que as pessoas têm várias opiniões diferentes e que a simples atitude de discordar não deve ser entendida como uma afronta ou maldade.

Não somos animais irracionais para viver em competição constante, os animais irracionais lutam entre si ou fogem. As pessoas não podem fugir ou brigar. Deve-se estimular o perdão e a capacidade de dialogo. As empresas devem ensinar conceitos como empatia, dialogo  e trabalho em equipe porque quem sofre na ponta de toda essas confusões e brigas dentro das organizações são os cliente e a família dos colaboradores (porque muitos “estouram” com as mulheres, pais ,filhos ou simplesmente se entregam a bebidas ou drogas) e todos começam a ter dificuldades.

Estimular uma competição sadia com metas alcançáveis onde todos ganham e quem se destacou pouco mais seja premiado é uma ótima estratégia para unir as pessoas em torno de um objetivo comum e ainda como consequência podemos melhorar o clima organizacional e evitar muitos transtornos.

Vamos refletir sobre isso!


Pedro Paulo Morales, publicado em 29/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Possui graduação em Tecnologia em Gestão de Sistemas Produtivos pela Faculdade de Tecnologia e Aperfeiçoamento Humano -FATENE (2006)

domingo, 20 de janeiro de 2013

Recrutamento, o primo pobre


  
O processo seletivo nas organizações é uma das atividades de RH de maior valor agregado aos resultados do negócio. É a porta de entrada dos insumos de maior influencia para o diferencial competitivo das empresas: as pessoas.

Interessante notar que é, também, a porta de entrada nas organizações para os profissionais de RH. Grande parte desses profissionais iniciou sua carreira pela área de Recrutamento e Seleção de Pessoal.

Mas notem que escrevi Recrutamento e Seleção de Pessoal, isto é, são duas atividades, mas indivisíveis.

Porém sou obrigado a ressaltar, como sugere o título deste artigo, que o Recrutamento tem sido relegado á plano secundário no processo em geral. Evidentemente com perdas sensíveis e consideráveis para todo o complexo de contratação de profissionais.

Não cuidar do Recrutamento é gastar dinheiro sem retorno pois, sem precisar “forçar a barra” considero o Recrutamento a base do processo seletivo.

Isto é, sem um bom recrutamento não é possível se fazer uma boa seleção.

Antigamente o processo de recrutamento exigia esforço de captação no mercado e um árduo trabalho de “leitura” de currículos (ás vezes até de milhares de currículos). Tarefa estafante e tediosa, para muitos.

A modernidade nos trouxe vários privilégios nesse sentido. Hoje podemos utilizar “filtros” que permitem pesquisar currículos em sites que selecionam, pelo menos de maneira geral, uma boa quantidade de material para nossa avaliação final.

Ajudou, mas a atividade ainda é considerada, por muitos, como estafante e tediosa!

Dessa forma grande parte da atenção é dedicada ao processo seletivo, propriamente dito, em detrimento do Recrutamento.

Preocupações focadas nos testes a serem aplicados, nas dinâmicas a serem desenvolvidas ou na forma da entrevista a ser aplicada, algumas vezes sinalizando um comportamento de estar-se “olhando o próprio umbigo” e esquecendo-se de analisar o processo completo.

Poderia continuar falando do Recrutamento como base indispensável para um bom processo seletivo, mas há, ainda, outra atividade anterior ao próprio Recrutamento que também não é reconhecida adequadamente e que tem interferência direta nos resultados do processo: o Levantamento do Perfil Profissional.

Sem um bom Levantamento de Perfil Profissional com as áreas requisitantes não podemos fazer um bom Recrutamento e consequentemente, não poderemos fazer um bom processo seletivo.

É como se fossemos vender um produto á um cliente sem entender o que ele quer, ou precisa, realmente.

Sinteticamente, um bom processo de Seleção requer um bom Recrutamento que depende, por sua vez, de um bom Levantamento de Perfil Profissional.
E quais são os problemas com o Levantamento do Perfil Profissional? Vamos analisar alguns pontos.

Normalmente o Levantamento do Perfil Profissional se oficializa por um documento (requisição ou descrição ou perfil profissional), mas que de forma geral é insuficiente porque é inevitável que ele seja frio e não nos permita ter melhor compreensão da real necessidade e de detalhes da situação da área.

Por isso é fundamental um contato pessoal com a área requisitante para complementar as informações. Porém, no contato com o requisitante enfrentamos algumas dificuldades. Com alguma freqüência não há clareza da necessidade ou, muito comum, a área requisitante tem uma visão idealizada do perfil (super candidato por pouco salário). Já viram acontecer isso? É nesse momento que a área de RH tem que assumir a sua missão de “orientador” do processo.

Realmente quem conhece as características do cargo, com profundidade é a área requisitante, mas quem conhece, ou deveria conhecer, o mercado é o profissional de RH. Ele é quem deve orientar a área requisitante quanto as melhores formas de captação do profissional e as reais condições de contratação. Ás vezes até o salário proposto é fruto de análise e pesquisa (pesquisa por índice, por exemplo). É nesse momento que se esclarece as verdadeiras razões de algumas competências solicitadas.

Reconheço que, ás vezes, os requisitantes não tem agenda para essa atividade, até porque eles imaginam que RH tem que pensar como eles pensam!

Outro aspecto importante desse levantamento refere-se ás questões comportamentais. Qual é o clima da área? A vaga é em substituição (porque saiu?) ou nova (qual a necessidade?). Qual o perfil da chefia do novo funcionário?

Em suma, precisamos fazer um diagnóstico de situação para adequar o processo seletivo e fazer uma contratação eficaz.

Aliás, um processo seletivo não alcança seu objetivo com a contratação do novo funcionário, mas com a permanência e agregação de valor do novo funcionário as necessidades do negócio.

Essa é a razão de ser da área de Recrutamento e Seleção de Pessoal: Agregar valor ao negócio!


Bernardo Leite Moreira, publicado em 22/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Sua formação como um renomado psicólogo especializado em Administração de Empresas é aliada a 25 anos de experiência em diversos segmento.