quinta-feira, 14 de junho de 2012
Ética no Trabalho
Segundo o Aurélio, ética é o conjunto de regras e valores ao qual se submetem os fatos e as ações humanas, para apreciá-los e distingui-los. Em relação ao trabalho, vamos associá-la, apreciá-la quando for o caso e, principalmente, distingui-la. Outros dicionários afirmam que a ética é parte da filosofia que estuda os deveres do homem para com Deus e a sociedade.
Permita-me simplificar esse conceito, à luz da experiência pessoal e profissional ao longo de mais de quarenta anos. Ética é a ciência aplicada pelos seres humanos que procuram ser justos e razoáveis com todo mundo, da melhor forma possível, além de não pensarem exclusivamente em si mesmos.
Por essa razão, ética não é um conceito facilmente aplicável nas grandes corporações até mesmo porque o capital não consegue se multiplicar na velocidade que precisa se adotá-la como bandeira. Se assim o fizesse, a distribuição de renda seria diferente, as relações desumanas no trabalho teriam outra conotação e os profissionais de valor seriam mais do que um simples número no quadro de empregados da organização.
Você conhece algum profissional que consiga ”cumprir os deveres com Deus e a sociedade” em alguma empresa? Se o fizer ao pé-da-letra, ele simplesmente é excluído do meio, a empresa vai à falência, e o líder entra em descrédito perante o acionista ou superior imediato, num mundo repleto de valores equivocados.
Apesar de todas as recomendações dos especialistas com as mais variadas teorias sobre o assunto, as empresas continuam falhando abruptamente na condução dos negócios. O capital humano nunca foi páreo para a ambição desmedida do lucro e quando a ambição ultrapassa os limites do razoável, a ética e o respeito aos indivíduos são literalmente atropelados pelo poder que não conhece limites.
Muito se fala na necessidade de modificar as relações entre capital e trabalho com intuito de proporcionar ambientes mais justos e fraternos, porém o abismo entre o discurso e a prática é imenso.
A sobrecarga de trabalho é um exemplo típico da imposição do poder. A opção pela redução da força de trabalho e a avidez do capital pelo lucro em progressão geométrica elevam o custo social, sem pudor.
Antes de prosseguir, lembro que as empresas são feitas de pessoas e as pessoas erram, porém, numa sociedade extremamente competitiva, o mínimo erro torna-se imperdoável. Erros fazem parte do crescimento, mas no mundo corporativo atual, o erro será parte do crescimento numa outra empresa, nunca onde se comete.
Não existe espaço para a redenção. O erro é a chance que as organizações esperam para descartar os indivíduos a fim de elevar a produtividade e o lucro por empregado, importantes na divulgação dos resultados.
As relações entre capital e trabalho são absolutamente frias e, por consequência, as relações entre chefes e subordinados também. É mais cômodo exercer a pressão do que a liderança efetiva para se obter resultados.
As incertezas do mundo atual não permitem questionamentos nem espaço para diversidade, aliás, são poucos os líderes que conseguem conviver com diferenças, em princípio, salutares para o crescimento das organizações. O mundo foi construído com base nas diferenças étnicas, religiosas e culturais. Nelson Rodrigues afirmava que toda unanimidade é burra, mas poucos entendem essa máxima.
Por questão de sobrevivência, muitos profissionais se sujeitam a trabalhar em empresas de valores duvidosos, contrários às necessidades pessoais de cada um, onde o discurso vale apenas para a sociedade e a ética restringe-se aos manuais da organização.
Infelizmente não existe emprego ideal, mas existe trabalho ideal, caso contrário, o mundo seria cruel. O que nos move para frente é a certeza de que existem pessoas de bem, apesar da nossa tendência inequívoca de pensar diferente.
Parafraseando um dos executivos mais sensatos que conheci no mundo profissional, ”a ética é o freio da ambição”. Os seres humanos são capazes de coisas incríveis por dinheiro e poder e, na maioria das vezes, a ambição será mais forte que a ética, para desespero dos menos favorecidos politicamente.
Todavia, não se deve perder a esperança, nunca. As relações na vida pessoal e profissional são difíceis, mas o mundo evolui rapidamente. Existem líderes e também organizações sensatas que conseguem conciliar os interesses, pois transcendem a ambição e o lucro em nome daquilo que se convém chamar de ética, aliada ao respeito aos indivíduos.
Em razão de tudo que penso, escrevo e desejo para os que convivem comigo, confio sempre na justiça divina, a despeito de toda falta de bom senso e intolerância na face da Terra. Deitar a cabeça no travesseiro com a sensação do dever cumprido, desprovido de culpas e mágoas, não é para homens comuns.
Como diria Otto Lara Resende, devemos almejar firmemente a utopia, afinal, o mundo não precisa seguir permanentemente infeliz.
Pense nisso e seja feliz!
Publicado em 16-Apr-2012, por Jerônimo Mendes, no site: www.gestopole.com.br
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
Ética em Vendas
por Tom Coelho
"Negociação é a arte de chegar a acordo sem ceder nos princípios."
(Frei Betto)
A ética em vendas pode ser entendida como os padrões utilizados para avaliar
se o comportamento do profissional de vendas é certo ou errado, bom ou mau,
justo ou injusto.
Muitas são as situações recorrentes na arena comercial que levam o vendedor
consciente a um dilema moral. Alguns exemplos:
1. Propina. É a oferta de algo de valor ao comprador com objetivo de
influenciar seu julgamento ou sua conduta. Ao utilizar este expediente uma
vez, como forma de acessar um novo cliente, incorre-se no risco - quase uma
certeza - de que o procedimento se repetirá em todos os próximos pedidos. A
propina passa a integrar o preço, podendo comprometer a margem líquida da
empresa e até mesmo sua própria comissão.
2. Conluio. Trata-se de acordo, aliança ou combinação com intuito de
prejudicar outrem. O objetivo pode ser evitar a entrada de um novo
fornecedor, por exemplo, buscando desqualificá-lo por questões de preço,
prazo ou qualidade, garantindo assim a manutenção de uma política que
perpetue o pedido ao vendedor e a propina ao comprador.
3. Espionagem. Foi-se o tempo em que espiões camuflavam-se dentro das
empresas, arrombavam portas ou furtavam fórmulas secretas. A
contraespionagem virou uma indústria dos serviços, além de funcionar como
uma das estratégias possíveis na política de BI, ou business intelligence,
de algumas organizações. Os segredos corporativos estão por toda parte: nas
lixeiras dos escritórios (daí a invenção das fragmentadoras de papel), nos
relatórios postados sobre a mesa dos executivos e especialmente nos
computadores. Acessar listas de preços, políticas de desconto, mailing de
clientes e planos estratégicos, está a um clique do mouse. Por isso, a
segurança de informações tornou-se vital para as corporações.
4. Conflito de interesses. Esta situação fica caracterizada quando uma
negociação é conduzida de forma a beneficiar o vendedor, mas não a empresa
em que trabalha. A meta de vendas é atingida, a comissão é garantida, mas a
rentabilidade do negócio fica comprometida.
5. Indução ao erro. Aqui presenciamos o profissional que oferece ao seu
cliente o que lhe convém vender, independentemente de atender às
necessidades e expectativas. E isso acontece em dois extremos. Se a
disponibilidade financeira do comprador é limitada, o produto ou serviço
ofertado é reduzido ao limite, muitas vezes sem atender à demanda. Em
contrapartida, quando não há restrições orçamentárias, o vendedor impõe algo
muito superior ao desejável, incluindo recursos ou opcionais que jamais
serão utilizados, mas que oneram o valor da negociação.
Diante de todas estas possibilidades, resta ao vendedor uma certeza. Evitar
um conflito ético e pessoal está relacionado aos seus valores e também aos
valores da organização na qual trabalha. Uma negociação conduzida de maneira
lícita, íntegra e honrada, satisfaz o cliente garantindo uma repetição de
compra ou, no mínimo, boas referências sobre sua conduta profissional e
sobre os procedimentos de sua empresa.
Valores são os princípios que guiam o processo decisório e que balizam seu
comportamento no cumprimento de sua missão, sua razão de existir. São seus
valores que lhe indicarão quando usar um dos artifícios apresentados acima -
ou como buscar alternativas aos mesmos capazes de manter você no jogo das
vendas.
Lembre-se de que a ética é uma opção fundamentada no bem e na virtude.
Confúcio dizia que "não são os princípios que dão grandeza ao homem, mas é o
homem que dá grandeza aos princípios". Negocie produtos, negocie serviços,
mas não negocie princípios. A menos que você consiga dormir o sono dos
justos agindo assim...
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
17 países. É autor de "Somos Maus Amantes - Reflexões sobre carreira,
liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas - Lições para
construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor
de outras cinco obras. Contatos através do e-mail
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Atitudes e Sonhos de Empreendedores de Sucesso
Vou deixar de lado os números e estatísticas sobre empreendedorismo no país, pois isso envolve vários fatores, inclusive a falta de vocação e sonhos de muitos para empreender. Afinal, ser empresário pode ser algo muito arriscado, visto que, muitas pessoas não possuem perfil empreendedor para tocar uma empresa e o reflexo está na alta taxa de mortalidade das empresas. Além de competências empreendedoras, uma pessoa que troca um emprego formal para abrir o próprio negócio deve desistir de três números: 8, 13 e 30. Esqueça os bons tempos em que trabalhava 8 horas por dia, 13° salário nunca mais e 30 dias de férias nem pensar. Parece brincadeira, mas não é. Isso é só o começo de uma vida de renúncias se quiser se tornar um empresário de $uce$$o, porque sucesso nos negócios sem $ não existe.
Mas então, o que fazer para ser um empreendedor de $uce$$o? Nossa! São tantos requisitos, além de competências e uma boa pitada de sorte. Porém, não é o foco deste artigo citar uma cartilha de como abrir negócios, mas sim reforçar a importância das ATITUTES e SONHOS, que são fundamentais para qualquer profissional com perfil empreendedor ter $uce$$o. Mas antes de seguir a leitura, faça algumas reflexões.
Ø Seu negócio trata-se de uma empresa já formada e herdada da família?
Ø É herança da família, mas sempre estive envolvido, comprometido e acompanho o crescimento dela?
Ø Abriu um negócio como meio de subsistência, mas não tem atitudes, sonhos e nem ambições empreendedoras?
Ø Abriu um negócio porque é empreendedor, acredita na sua capacidade de empreender, mesmo ainda não tendo ROI (Retorno Sobre Investimento) que sonhou, mas acredita que irá atingi-lo? Dentre tantos outros motivos de como surgiu milhares de empreendedores.
Reflita também que além de muitos empresários empreendedores, temos milhares de profissionais com atitudes empreendedoras sem possuir um negócio, ou seja, cuidam de suas carreiras como se fosse seu próprio negócio. São pessoas com atitudes empreendedoras, determinadas, criativas, entusiasmadas, automotivadas, entre tantas outras competências e qualidades que qualquer empresário gostaria de tê-las como funcionários ou parceiros. São profissionais comprometidos, com metas profissionais, pessoais e muitos SONHOS. Hah! Como nós, empresários, sonhamos incansavelmente em ter funcionários com perfil empreendedor fazendo parte do nosso time. Afinal, empresários com visão de águias e atitudes empreendedoras também almejam o $uce$$o de seu maior capital, o capital humano.
Por fim, ser empreendedor é não ter medo de assumir riscos, é sonhar e ter atitudes para fazer acontecer, sempre! Afinal, a competitividade é ferrenha e o crescimento econômico depende não apenas de empresários empreendedores, mas de funcionários com a mesma mentalidade. Eis o desafio do mundo empresarial no desenvolvimento de profissionais com perfis empreendedores, pois estamos em processo de mudança cultural nas relações trabalhistas, que estão migrando para novas relações com funcionários empreendedores, parcerias estratégicas, entre outros conceitos que envolvem as novas relações empreendedoras do mercado do futuro. Voltando ao tema do artigo, relaciono algumas características que foram citadas em estudos realizados na década de 80 sobre Sonhos e Atitudes.
Qual o tamanho dos seus sonhos?
Cristóvão Colombo, Santos Dumont, John Kennedy, Juscelino Kubitschek, Nelson Mandela, entre tantos, sonharam com a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Eles foram tachados de visionários, mas não ligaram para isto, pois acreditaram nos seus sonhos e traçaram planos para realizá-los. Claro que superaram inúmeros obstáculos, mas com muita determinação eles mudaram a história de seu tempo e deixaram suas marcas registradas.
Muitas pessoas têm sonhos, mas não os alimentam e às vezes os poucos que sobra vão sendo consumidos pela rotina, sufocados pelo excesso de tarefas e acabam minando seu potencial de continuar sonhando. Reflita sobre o tamanho dos seus sonhos e se eles estiveram decrescentes, “sacode a poeira” e volte a sonhar. Afinal, o sonho é uma metáfora que pode ser idealizado para resgatar a capacidade de sonhar com os olhos bem abertos na construção da sua vida, seu presente e seu futuro. O mundo não faz nada por você, mas se você mudar, aí sim, o mundo muda com você.
Os realizadores de sonhos não apenas sonham, eles lutam incansavelmente por eles, acreditam em si mesmos, no seu potencial e confiam que podem transformar seus projetos em realidade. Acreditam que sonhos trilham e iluminam seus caminhos rumo às metas e ao $uce$$o. Obstáculos, faltas de recursos diversos, concorrências desleais, entre outras dificuldades que surgem fazem parte dos negócios e da vida, mas servem como degraus de aprendizagem e crescimento.
Tem um ditado que diz que o tamanho dos seus sonhos tem relações diretas com suas conquistas e resultados. Pense! É possível aumentar o tamanho da felicidade reduzindo o tamanho dos sonhos? É possível aumentar os ganhos fazendo sempre a mesma coisa? Será que se as pessoas tivessem mais sonhos e metas poderiam ajudá-las alcançar seus resultados? Afinal, o que movem as pessoas acordarem todos os dias?
Anos atrás assisti a uma palestra motivacional de Cesar Souza, o autor do livro Você é do Tamanho dos Seus Sonhos, lançado em 2003, hoje na 19ª edição, é um best-seller com mais de 150 mil exemplares vendidos. Cesar reforçou que todos nós precisamos acreditar no nosso potencial e que devemos buscar recursos e aliados para concretizar nossos sonhos. Afinal, as pessoas sonham com uma vida tranquila, encontrar um amor, ter uma família, obter sucesso na profissão, ganhar dinheiro, comprar uma casa, viajar, ter saúde, amigos, entre tantos outros desejos e sonhos. Mas, na maioria das vezes, nos entregamos à rotina, nos rendemos aos obstáculos e desistimos dos nossos sonhos. Com exemplos reais e inspiradores, ele conta histórias de realizadores de sonhos de empresários, celebridades e pessoas comuns. São relatos inspiradores que nos revelam como várias empresas e pessoas vencedoras nasceram dos sonhos de seus realizadores.
Em suma, existem literaturas, palestras, vídeos, cursos, entre outros instrumentos, que podem estimular o ser humano que “não sonha muito” a resgatar a capacidade de sonhar e empreender mudanças objetivas para realizarem seus projetos. Não sei para você, mas os meus SONHOS estão interligados com meu A.C.H.E (Atitudes, Conhecimentos, Habilidades e Entusiasmo). Um conceito que uso e que ampliei do CHA, uma sigla muito usada em Recursos Humanos, que é a abreviatura das palavras: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, que resumidamente se entende por cada uma como:
Conhecimento
Conjunto de todas as informações, princípios e verdades que compõem o corpo do nosso saber. É aquilo que o homem absorve de várias maneiras através de informações que lhe são apresentadas para um determinado objetivo. O conhecimento é imprescindível na atualidade altamente competitiva. Conhecer os principais fundamentos de gestão e, principalmente, sua área de atuação pode fazer a diferença entre o sucesso e fracasso de um empreendimento.
Habilidade
Capacidade física de desempenhar uma ação ou ato, que pode ser resultado de um treinamento ou inato. O termo habilidade é freqüentemente utilizado para designar o domínio psicomotor. Habilidade simboliza a experiência adquirida através da prática em certa área de atuação, basicamente, algo que você faz bem e já fez muitas vezes. Pelé, Romário, Ronaldinho, Guga, entre tantos atletas considerados muito habilidosos e hiper $ucedidos. Neymar o novo nome do futebol brasileiro e atacante do Santos, tem uma habilidade invejável, porém ele é muito jovem, esta no início da carreira e para manter e aumentar o $uce$$o vai precisar treinar cada vez mais não só sua habilidade de fazer gols, mas também aperfeiçoar conhecimentos técnicos e táticos. Aliás, para se tornar um dos melhores jogadores do mundo ele vai depender também de suas atitudes pessoais, pois os holofotes já estão mirados para ele. Se depender da comparação feita por Pelé, “O Neymar é o garoto-prodígio do Santos e pode esperar um futuro brilhante, pois mal surgiu e já o comparam com o Robinho e com o Pelé. Na opinião do Rei do Futebol, ele pode ser melhor até do que ele. Pelé só pede calma ao garoto neste início de carreira e diz “Vamos torcer para o Neymar não seguir os passos dos fenômenos nas noitadas e mulheradas que a fama e o dinheiro trazem né?”
ATITUDE
Um sentimento ou emoção que influencia a escolha das ações e as respostas a estímulos. Também é definida como sendo uma predisposição ou tendência de responder, positivamente ou negativamente, a determinados fatos, ideias, objetos, pessoas ou situações. As atitudes são designar como domínio afetivo e são dirigidas, ou fortemente correlacionadas, com as vontades, conjunto de valores, crenças, dogmas, princípios e mesmo às opiniões. Podemos ter conhecimento e habilidade, mas se não tivermos vontade e tomar uma atitude, nada acontece. Portanto, o sucesso na vida está relacionado no desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo do ACHE. Hoje e sempre!
Entusiasmo
Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a si e até as pessoas que os cercam. É agir com determinação, garra, paixão e amor, para fazer dar certo o que planejamos e sonhamos. O entusiasmo é um estado de espírito otimista que traz motivação para uma nova visão da vida. É demonstrado com grande euforia e alegria, que inclusive pode contagiar outras pessoas ou uma multidão, como exemplo, os atletas entusiastas, entre eles, cito um ídolo, Ronaldo (fenômeno), um ex-jogador nota 10 que com seu entusiasmo conquistou milhões de fãs no mundo. Agora como empresário não duvido do seu $uce$$o também nos negócios.
Hah! Ainda bem que temos o Neymar, um jovem entusiasta, pois o ENTUSIAMO que ele demonstra comemorando gols é lindo de ver. Quantos meninos apaixonados por futebol olham para seus ídolos e alimentam seus sonhos de um dia chegarem lá. Ídolos que inspiram sonhos de fãs ocorrem também em outras modalidades de esportes, com artistas de TV, atores de cinema e teatro, na música, com empresários, líderes, autores, gurus etc.
Acredito que empreendedores de $uce$$o são frutos de sonhos bem sonhados e de planos bem executados.
Os sonhos que habitam em mim, saúdam os sonhos que habitam em você!
Artigo publicado na Revista Clube de Empreendedores – Edição de Junho/2011.
Publicado em 24-Apr-2012, 5:22 PM por Helena Ribeiro
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Está na hora de acordar
Por Alessandra Assad
Eu sempre ouvi falar que os pequenos detalhes fazem toda a diferença, mas francamente eu acreditava que isso não deveria ser levado tão a ferro e fogo no mundo dos negócios. Afinal de contas, a velocidade muitas vezes nos impede de colocarmos o máximo de nossas energias e competências. Mas é exatamente essa velocidade que hoje nos mata, mas nos mostra que sim, que devemos nos unir a ela para investirmos nesses pequenos detalhes, principalmente quando o assunto é atendimento ao cliente.
Em casa ou de casa?
Eu costumo me hospedar sempre no mesmo hotel em determinada cidade. Não é nenhum cinco estrelas, mas o preço é bom, o pessoal me trata bem, o chuveiro funciona e a cama é gostosa. Tudo bonitinho, limpinho, eu diria que um custo-benefício que conquistou minha fidelidade. Depois de algum tempo, comecei a me sentir "em casa", e como tal, comecei a ser tratada como "de casa". As duas toalhas do banheiro viraram uma só, a touca de banho que deveria ser reposta diariamente, bem como as ammenities começaram a ser esquecidos, a roupa de cama começou a passar de quatro dias sem trocar, e a limpeza do carpete passou a ficar duvidosa. E olha que só me dei conta disso quando cruzei com o mesmo cisco em quatro dias diferentes. Ele estava ali, paradinho, me olhando, sempre no mesmo lugar. Aquela verdadeira realidade de alguém que já conquistou o cliente e não precisa fazer qualquer tipo de esforço para mantê-lo.
A gota d'água mesmo aconteceu quando pedi para me acordarem cedinho para um compromisso importante e o telefone nem sequer tocou. Eles simplesmente esqueceram, e quando fiz qualquer menção de cobrança, ouvi mais de sete desculpas diferentes, desde que eu não havia solicitado o serviço a até mesmo que o serviço tinha sido prestado e eu não estava me lembrando, pois provavelmente deveria ter dormido de volta. Talvez eu tenha ficado louca e tenham esquecido de me contar. É provável também. Mas o fato é que ninguém sequer cogitou a possibilidade de um pedido de desculpas. Se tivesse acontecido, é bem provável que eu já tivesse me esquecido do fato, porque afinal de contas, errar é humano. E perdoar é divino.
Ocorre que todo aquele emaranho de desculpas e a perda do meu compromisso importante me fizeram questionar o quanto eu poderia confiar naquelas pessoas. Eu sou cliente assídua e em momento algum tiveram comigo a consideração que sempre tive por eles. Confesso que me senti traída e enganada. Lembrei de Stephen M. R. Covey, que escreveu o livro o Poder da Confiança, no qual descreve e tangibiliza sabiamente o quanto a confiança influencia na velocidade dos negócios, e no quanto esta velocidade influencia no seu lucro.
Em outra casa
Uma semana depois, precisei voltar para aquela cidade, mas dessa vez resolvi experimentar o concorrente daquele hotel, que ficava a uma quadra de distancia e cobrava um pouquinho mais pela diária. O apartamento não era como o do outro, e não me senti em casa lá também. Mas o telefone tocou cinco minutos antes do horário solicitado por mim. E depois de quinze minutos alguém me chamou novamente, só para checar se eu havia realmente acordado. Coisas de quem se preocupa com o cliente. Um pequeno detalhe que fez toda a diferença para mim.
Às vezes nos preocupamos tanto em agradar ao cliente com muitos mimos, e investimos parcela significativa do nosso budget nisso, mas a verdade nua e crua é que o cliente não anseia tantas coisas, ele anseia basicamente se sentir cuidado, importante, amado e querido. Somos carentes de um atendimento exemplar, que cumpra, no mínimo, com aquilo que consideramos básico para construirmos uma relação de confiança. É fácil mesmo lotar um hotel, é fácil conquistar novos clientes. Difícil é reconquistar um cliente decepcionado, ou lutar para que isso nunca aconteça. Não é feio errar, feio é errar e não corrigir, ç errar e não aprender, ç errar e não pedir de desculpas. É errar e não corrigir. É errar e não crescer com o erro.
Lembre-se: cuidar dos pequenos detalhes pode fazer toda a diferença. Ei, será que não está na hora de você acordar para o seu cliente? Para seu "chefe"? Para seu parceiro?
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22 de maio de 2012, às 16h57min
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domingo, 10 de junho de 2012
Empreendedorismo: Individualismo ou competência?
Acompanhei recentemente, a apresentação de uma dissertação de mestrado, indicando os principais atributos do perfil empreendedor, no processo de internacionalização de pequenas e médias empresas. Os resultados apontaram quatro características essenciais: a relação existente com a identidade de uma oportunidade, a melhoria do desempenho operacional, o gerenciamento de turbulências e a tomada de decisão diante de problemas. Interessante constatar que os quatro fatores, relacionam-se diretamente ao ser humano, ou seja, para manter-se empreendedor, há o compromisso de desenvolver suas competências, rompendo o individualismo e procurando por novas oportunidades, com o desejo de acreditar na capacidade de superar desafios. Mas como ser empreendedor em um cenário de competitividade?
Desafio de manter-se em constante atualização - O empreendedor sabe que grandes realizações ocorrem, quando rompe a inércia do comodismo e confia, que todo resultado é gerado por mudanças em observar o ambiente a sua volta. Nesta direção, além de cultivar o hábito de participar de treinamentos e palestras, é importante também, participar de reuniões em núcleos setoriais, com o propósito de fortalecer sua rede de relacionamentos e buscar definitivamente, abandonar qualquer situação que limite sua capacidade para a expansão do seu negócio. Para um empreendedor, o desafio de manter-se em constante atualização não é perda de tempo, mas o ensejo de expandir seus conhecimentos e traduzir sua estratégia em resultados, desenvolvendo cinco competências essenciais. A primeira está no conhecimento sobre os processos de trabalho. Em seguida, a aprofundamento de técnicas específicas sobre o que trabalho que deverá ser realizado. O terceiro item refere-se a saber organizar os fluxos de trabalho de acordo com o tempo, meta e recursos financeiros disponíveis. O próximo fator é de suma importância, pois exige a ação de alinhar sua ideia, com o impacto que estará conquistando diante de possíveis clientes. O quinto exercício é uma revisão de desempenho, avaliando a autonomia do projeto, a responsabilidade social e resultados a serem conquistados. Note que são cinco exercícios, que além de contribuir com o desenvolvimento das competências, direcionam forças para transformar a ideia de empreender não em uma utopia, mas em algo real e produtivo.
Além de pesquisado e reconhecido, nas mais diversas áreas do conhecimento, o empreendedorismo também pode ser um importante diferencial na sua atividade profissional. Buscar oportunidades de crescimento dentro da sua área de trabalho também é empreender, entretanto para tal, deixe de lado o individualismo e, passe a acreditar mais nas suas competências. Perceba que em um período em que a duração dos empregos formais está menor e, os mais diversos setores são caracterizados por expressiva volatilidade, o intraempreendedorismo ao ser aplicado diariamente, passa a ser um diferencial para fortalecer a sua capacidade de superar desafios. Seja em uma reunião, visita a um cliente ou, desenvolvendo um projeto pessoal, o empreendedorismo está dentro de você. Procure continuamente lembrar e revisar, as quatro características essenciais dos resultados da dissertação que estão no início deste texto. Permita acreditar mais na oportunidade de expandir seus conhecimentos, mantendo-se em constante atualização, diminuindo o individualismo e desenvolvendo suas competências. Vamos tentar?
Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, autor dos livros “Oportunidades” e "Menos pode ser Mais". www.dalmir.com.br
Publicado em 23-Apr-2012, no site: www.gestopole.com.br
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sábado, 9 de junho de 2012
Empreendedorismo e o sonho de liberdade
Da gaiola, o pássaro vê, mas não sente a vida. Nenhum trocaria o livre viver, a escassez e as sensações de perigo de um encontro com uma ave de rapina pela farta comida e grades castradoras. Não basta cantar, onde cantar, porque cantar são suas motivações.
Liberdade não é um ato, mas um fato, por isso é difícil compreender sua essência. Liberdade, como direito, traz conforto, mas sem aplicação não gera resultados.
Seria o homem totalmente livre ou um eterno prisioneiro de seus sonhos?
Sociedades empreendedoras são as que mais se comprometem e menos livres estão das regras, ainda que ir e vir seja seu tesouro.
Para o sonhador, a libertação está na realização, ainda que a imaginação possa trazê-lo de volta ao cárcere. Destemido, determinado, sempre empreenderá nova fuga.
E porque não somos todos assim? Simplesmente porque para empreender é preciso compreender.
Compreender não apenas a necessidade, mas a essência desta. Para o faminto um pão basta, para o esfomeado, quiçá, quantidade e sabor.
Fazer por querer, como ato empreendedor, é um avanço do querer por fazer, como ato motivador.
A porta aberta da gaiola, ao pássaro cativo não significa liberdade, apenas acesso ao desconhecido, que o assusta e traz de volta à estranha segurança e conforto.
Sociedades empreendedoras são embaladas no berço da imaginação e da realização. A essência é a razão, a razão a motivação.
Como educar nossas crianças para que, empreendedoras, criem o futuro e sonhem com a liberdade?
Uma reflexão encontra-se no vídeo: A morte do pequeno empresário
Use o link para acessá-lo: http://www.youtube.com/watch?v=gOQPw88W6-A&feature=youtu.be
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
ivan@postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Publicado em 25-Apr-2012,no site: www.gestopole.com.br
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Ivan Postigo
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Educação alicerçada em informação e não no conhecimento não qualificado
Excelência em desempenho é a aspiração de todo gestor, ainda que, com certa frequência, a frase integre apenas o discurso.
A internet, com seu poder de propagação, nos coloca frente a uma questão fundamental e nos ajuda a refletir sobre a diferença entre informação e conhecimento.
Recebemos brutal carga de informação, sem necessariamente ter conhecimento de seu valor e seus efeitos.
Nossas empresas e escolas se arrastam entre o discurso e a aplicação. A questão se complica ainda mais com os EaD, cursos de Ensino a Distância.
Vemos com frequência que empresas não são superadas nas concorrências por falta de informação, mas de conhecimento. Apenas o conhecimento permite avaliar as consequências e gerar prevenções.
Apanhemos um exemplo, onde muitos de nós não têm qualquer domínio, assim poderemos refletir com isenção:
Andando pela floresta amazônica encontramos um lindo animal colorido, que podemos identificar como uma rã.
Pessoas ao nosso redor poderiam melhorar a informação: uma rã venenosa.
Temos informação para evitá-la, mas temos conhecimento suficiente para saber o que isso significa?
Para entender toda a questão são necessários estudos, avaliações e experimentos. Apenas com esse trabalho poderemos melhorar nossa compreensão.
Conhecimento é um processo, ele se alimenta de informações, as gera e melhora sensivelmente sua qualidade. Informações classificadas e cadastradas chamamos de dados. Com essa denominação voltam ao processo.
Modelos educacionais que apenas promovem a circulação da informação, sem seu processamento, produzindo novos conhecimentos, não qualificam profissionais, por isso geram poucos resultados.
Vejamos o caso da pequena rã, após um rápido estudo:
Este pequeno ser é uma das criaturas mais venenosas do planeta. Seu nome científico é Phyllobates Terribilis. O veneno “alcalóide” desta rã causa parada respiratória imediata.
Um espécime adulto tem “homobatracotoxina” suficiente para matar 20.000 cobaias ou 100 pessoas.
O que sabemos é suficiente para prevenção?
Os índios as apanham com folhas de bananeira, a nós seria suficiente pegá-las com um papel?
Galinhas e cães que entraram em contato com um papel toalha onde a rã andou morreram.
Pelo que observamos, certamente que não, não é verdade?
Seu veneno, a “homobatracotoxina”, é extremamente raro e só é encontrado em outros três sapos da Colômbia e dois pássaros venenosos de Papua, Nova Guiné. Entre os animais, apenas a cobra Liophis epinephelus é resistente ao seu veneno, ainda que não totalmente imune.
Os índios o usam na ponta das flechas para facilitar a caça. Estas, esfregadas nas costas das rãs, ficam letais por cerca de dois anos.
Ora, como estes, então, podem comer as caças, sem serem afetados?
Avançamos um pouco mais no assunto, já podemos nos considerar aptos a trabalhar com este animal e manuseá-lo?
Na verdade não. Temos algumas informações, mas não conhecimento suficiente para tanto.
O que sabemos, ao inserirmos no processo, não nos permite avaliar as consequências e produzir as prevenções necessárias, correto?
Voltando ao nosso campo, gestão empresarial, nas empresas muitas questões são tratadas pelas informações obtidas e não pelos conhecimentos necessários, que estabelecem a qualificação.
A cultura do mais ou menos, do puxadinho, é extremamente prejudicial às empresas, fragilizando-as frente à concorrência, principalmente a internacional.
Essa cultura é que faz com que pessoas, apesar da informação não ajam, por não avaliar as consequências, por falta de conhecimento.
Aprendendo a aprender, notamos que aprendizagem é um sistema complexo, que se alimenta dos ambientes que o cercam e devolve informações ao mesmo. Quanto mais aberto às informações, mais poderoso se torna.
Ao ambiente externo apenas informações são transmitidas, pois conhecimento é uma abstração pessoal, com base em experimentações, por isso fica retido, e não pode ser repassado. Aqui reside uma das grandes confusões dos sistemas de ensino e aprendizagem.
No mercado, vemos que fluem com facilidade equipamentos e informações sobre estes, mas não o conhecimento que os materializaram.
Para que as empresas sejam competitivas, não basta atualização tecnológica, é fundamental o desenvolvimento intelectual, cuja fonte é o conhecimento.
Uma reflexão sobre o assunto também pode ser vista no vídeo O pior atraso não é o tecnológico, mas o intelectual.
Para acessá-lo clique no link: http://www.youtube.com/watch?v=x0Sqm68KQFU
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
ivan@postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Publicado em 9-May-2012,no site: www.gestopole.com.br
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Ivan Postigo
quinta-feira, 7 de junho de 2012
A importância de uma boa descrição de cargo focada em recrutamento e seleção de pessoal
Todo profissional de RH que trabalha com recrutamento e seleção sabe, ou deveria saber, da importância de uma boa descrição de cargo. Quando bem feita, ela é uma ferramenta bastante eficaz na hora de divulgar vagas de emprego.
Ultimamente, já que estou procurando uma recolocação no mercado, tenho visto descrições bem medíocres, para não falar incoerentes.
São vagas de gerente de RH, com 2º grau completo, contratação de analista para desenvolver função de auxiliar, supervisor de RH com salário de R$ 1.500.
Cada vez mais me conscientizo que as empresas não tem efetivamente um profissional de RH no seu quadro de funcionários, ou se têm, os mesmos estão defasados em algumas habilidades, já que isto tem sido um problema frequente e notado por diversas pessoas. Qualquer um pode checar estas informações, basta acessar estes sites de emprego.
Eu cito estes cargos de RH porque são os que eu procuro atualmente e é a função que eu exerço, mas certamente você encontrará estas discrepâncias em qualquer área de atuação.
Uma descrição com poucos dados deixa o candidato em dúvida quanto a sua real habilidade e disposição para a vaga. Na dúvida, o mesmo começa a se candidatar em todas as vagas disponíveis, sem saber se o seu perfil é o indicado. Isto gera uma perda de tempo e, consequentemente, de dinheiro para ambos os lados.
Já aconteceu de algumas vezes eu participar de processos de seleção que definitivamente não se encaixavam no meu perfil, que não tinham nada a ver com a minha trajetória profissional. Tudo porque a descrição da vaga foi insuficiente para me dar as informações das quais eu precisava para fazer uma boa avaliação.
Numa destas vezes, mandei um currículo para uma determinada vaga de analista de Recursos Humanos e, primeiramente, a profissional fez uma triagem pelo telefone. Ela me perguntou se eu tinha algum conhecimento em contabilidade, ao que eu respondi que não. Mesmo assim, ela disse que não era um quesito eliminatório e perguntou se eu queria participar do processo, já que ela não poderia dar maiores informações por telefone e porque tinha achado meu currículo interessante. Quando eu compareci à entrevista, percebi que a vaga era totalmente para departamento de pessoal, cálculo e recolhimento de impostos, e não tinha nada a ver com a minha pretenção e muito menos com as minhas habilidades.
Fiquei lá com cara de boba, sem saber nem o que falar. Quando saí fiquei muito chateada, já que tinha perdido boa parte do meu dia na entrevista (que tinha sido em grupo), sabendo que foi 100% perda de tempo.
Muitas vezes, esta situação, que poderia ser evitada, gera consequências para o próprio candidato. Suponhamos que o mesmo esteja trabalhando no momento, está em busca de algo melhor, mas o superior imediato dele não sabe (para que não corra o risco de ser demitido por "insatisfação"). Com isto, o funcionário "fica inventando desculpas" para sair no meio do expediente várias vezes. Isto pega muito mal, pois a empresa começa a desconfiar que alguma coisa errada está acontecendo. Pode até mesmo ocorrer de o candidato não passar nos processos de seleção e até perder o emprego em decorrência destas ausências. E aí, a responsabilidade é de quem?
Na minha opinião (e friso bem isto), uma descrição de vaga deveria ter todas as informações pertinentes relacionadas ao cargo: uma excelente descrição do cargo, das funções desempenhadas, do que realmente o profissional precisa saber ou dominar (dependendo da complexidade) e das habilidades e ferramentas que precisa ter e saber. Horário e local de trabalho deveriam constar corretamente porque muitas vezes o deslocamento é tão grande que o candidato desiste da vaga, mesmo passando por todos os processos. Ou pior: pode desistir depois de já ter sido contratado, devido à dificuldade de locomoção (tendência cada vez maior nas grandes cidades).
Os benefícios oferecidos também devem constar de forma muito clara: se existe vale refeição/alimentação, se deve informar qual o valor diário (isto é muito relevante); plano de saúde/odontológico (qual operadora e qual o tipo de plano); PLR/bônus de produtividade (pode chegar a quanto?); seguro de vida; previdência privada e todos os outros oferecidos. Se a empresa não tem determinado benefício, cite-o, para que o candidato saiba que terá que arcar com este gasto por fora, caso seja o escolhido, principalmente se a empresa atual oferecê-lo.
Valor de salário é importantíssimo. Muitas empresas não gostam de divulgar o valor oferecido e eu não entendo o porquê, se é por medo de não obter candidatos suficientes ou passar uma má impressão para o mercado, como empresa que remunera mal. No entanto talvez esta informação seja a mais importante de todas, já que os candidatos, em sua grande maioria, já têm uma pretenção definida, um valor mínimo que aceitam. É pura perda de tempo (mais uma vez) para a empresa e o candidato discutirem sobre a vaga se a faixa salarial está bem aquém da desejada e, principalmente, se a empresa não está disposta a negociar este valor.
Uma entrevista de triagem por telefone (método rápido e bem simples) evita que se convide candidatos despreparados e que não se encaixem no perfil para participarem da seleção. Outra coisa muito importante: informe ao candidato quais serão as fases do processo de seleção e quanto tempo ele terá que se dedicar, caso consiga passar nas próximas fases. Isto evita criar um clima ruim, caso o candidato esteja trabalhando atualmente. É a hora, principalmente, de se checar novamente a pretenção salarial desejada, e se a mesma estiver abaixo da pretendida, informar de uma vez ao candidato que ele não poderá prosseguir no processo por este motivo.
Tem uma situação que já está meio batida na área. Quando o RH liga para o candidato e pergunta a pretensão salarial e ele informa um valor acima do oferecido, o recrutador sempre diz: "Nós estamos só checando mesmo, qualquer coisa a gente volta a ligar".
Gente, isto é claramente uma demonstração de que você não vai ligar, que ele não esta dentro do perfil salarial da empresa. Custa informar isto para o candidato?
Todo mundo sai perdendo quando um processo começa "mal feito". O candidato que se frustra por saber que participou de um processo ruim leva uma má impressão daquela organização. O entrevistador perde um tempo precioso, que poderia estar usando para outras atividades, e a empresa que paga o salário dele e não consegue os resultados esperados.
Para não correr o risco de ser injusta com ninguém, eu bem entendo que muitas vezes o RH não tem o que fazer, quando é politica da empresa ser fechada e agir desta maneira, mas neste caso é importante mostrar que os processos, na sua maioria, não serão tão eficazes quanto poderiam ser, e que a possibilidade de fracasso pode decorrer desta decisão.
Penso que devemos priorizar nosso tempo e focar a atenção para candidatos que realmente estão de acordo com o que a empresa quer e precisa. Quantidade de candidatos nem sempre é sinônimo de qualidade. E quando em meio a tantos currículos não se consegue nenhuma opção, está na hora de repensar o que está errado. Pode ser a hora de trabalhar melhor aquilo que a empresa tem a oferecer ou dedicar-se com mais afinco ao que realmente importa: a correta descrição da vaga anunciada.
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Por Ludmilla Cazita Evangelista Soares, em 23 de maio de 2012
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Confiança: fator decisivo para profissionais e organizações
Quando comecei a tratar de forma mais específica o tema confiança, muita gente ficou surpresa acreditando que esse era um tema sério, complexo e polêmico demais para ser discutido por uma profissional reconhecida como irreverente e expert em automotivação, felicidade e sucesso. A grande dificuldade para algumas pessoas é entender que o alicerce para os temas que eu desenvolvo é justamente a confiança. Afinal, quais são os atributos que nos remete a uma pessoa automotivada, feliz e bem-sucedida? Autoconhecimento, o reconhecimento de seus próprios talentos e a utilização deles para realizar seus sonhos e cumprir o seu propósito de vida, são apenas alguns deles, certo? Isso seria possível se ela não confiasse em si mesma.
Vivemos em um mundo competitivo, repleto de tensões, no qual tudo muda rapidamente e ninguém sabe o que nos reserva o futuro. Nesse contexto, a maioria das pessoas considera impossível confiar uma nas outras, no amanhã, no mercado, nos projetos ou no governo. Tudo isso nos faz viver em permanente estado de alerta e adotar atitudes defensivas para não ser prejudicado nem passado para trás pela concorrência. A falta de confiança se estende a colega de trabalho, governos, instituições, projetos, empresas e mudanças. Enfim, qualquer coisa que possa representar algum tipo de ameaça à nossa estabilidade ou segurança. Assim, fazemos da desconfiança a muralha que nos separa dos perigos do mundo exterior.
Surge, então, um panorama contraditório. Enquanto a desconfiança nos aconselha a ficar nos limites do conhecido, a evitar riscos e a nos fechar para os outros, o mundo de hoje – especialmente no que diz respeito à carreira profissional – requer abertura para o desconhecido, coragem para arriscar e integração com as pessoas. O perfil de profissional que as empresas desejam contratar inclui iniciativa, flexibilidade, bom relacionamento e capacidade empreendedora. Essas características são de pessoas confiantes ou desconfiadas? Por outro lado, as empresas em geral também não confiam nem inspiram confiança.
A confiança é fator decisivo no desempenho de profissionais e organizações no mundo globalizado. Falta de confiança compromete o sucesso de qualquer pessoa ou empresa. No âmbito pessoal, retrai e isola as pessoas, impedindo que experimentem e arrisquem, restringe sua expansão. Segundo o pensador de ciências políticas e econômicas, o americano Francis Fukuyama, "confiança é um componente do capital social que chega a ser mais importante que o capital financeiro da empresa".
No mundo corporativo vem se tornando uma necessidade emergente a implantação da Gestão por Confiança (GpC). Criado pelo professor José María Gasalla esse modelo de gestão visa à criação de relações de confiança entre as pessoas nas empresas, com benefícios para a produtividade, a inovação, a competitividade e a sustentabilidade da organização. Ele é sustentado pelas atitudes, competência, transparência, compromisso, cumprimento, consistência, coerência e cumplicidade, que surgem em resposta aos desafios do mundo moderno. Ante esse cenário, confiar é o oposto daquilo que o senso comum nos aconselha a fazer – é nadar contra a corrente. E, por incrível pareça, é justamente nadando contra a corrente que podemos chegar mais rápido e com menos esforço aos nossos objetivos. Em um mundo onde reina a desconfiança, quem confia se diferencia!
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Por Leila Navarro23 de maio de 2012
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Atitudes e Sonhos de Empreendedores de Sucesso
Vou deixar de lado os números e estatísticas sobre empreendedorismo no país, pois isso envolve vários fatores, inclusive a falta de vocação e sonhos de muitos para empreender. Afinal, ser empresário pode ser algo muito arriscado, visto que, muitas pessoas não possuem perfil empreendedor para tocar uma empresa e o reflexo está na alta taxa de mortalidade das empresas. Além de competências empreendedoras, uma pessoa que troca um emprego formal para abrir o próprio negócio deve desistir de três números: 8, 13 e 30. Esqueça os bons tempos em que trabalhava 8 horas por dia, 13° salário nunca mais e 30 dias de férias nem pensar. Parece brincadeira, mas não é. Isso é só o começo de uma vida de renúncias se quiser se tornar um empresário de $uce$$o, porque sucesso nos negócios sem $ não existe.
Mas então, o que fazer para ser um empreendedor de $uce$$o? Nossa! São tantos requisitos, além de competências e uma boa pitada de sorte. Porém, não é o foco deste artigo citar uma cartilha de como abrir negócios, mas sim reforçar a importância das ATITUTES e SONHOS, que são fundamentais para qualquer profissional com perfil empreendedor ter $uce$$o. Mas antes de seguir a leitura, faça algumas reflexões.
Ø Seu negócio trata-se de uma empresa já formada e herdada da família?
Ø É herança da família, mas sempre estive envolvido, comprometido e acompanho o crescimento dela?
Ø Abriu um negócio como meio de subsistência, mas não tem atitudes, sonhos e nem ambições empreendedoras?
Ø Abriu um negócio porque é empreendedor, acredita na sua capacidade de empreender, mesmo ainda não tendo ROI (Retorno Sobre Investimento) que sonhou, mas acredita que irá atingi-lo? Dentre tantos outros motivos de como surgiu milhares de empreendedores.
Reflita também que além de muitos empresários empreendedores, temos milhares de profissionais com atitudes empreendedoras sem possuir um negócio, ou seja, cuidam de suas carreiras como se fosse seu próprio negócio. São pessoas com atitudes empreendedoras, determinadas, criativas, entusiasmadas, automotivadas, entre tantas outras competências e qualidades que qualquer empresário gostaria de tê-las como funcionários ou parceiros. São profissionais comprometidos, com metas profissionais, pessoais e muitos SONHOS. Hah! Como nós, empresários, sonhamos incansavelmente em ter funcionários com perfil empreendedor fazendo parte do nosso time. Afinal, empresários com visão de águias e atitudes empreendedoras também almejam o $uce$$o de seu maior capital, o capital humano.
Por fim, ser empreendedor é não ter medo de assumir riscos, é sonhar e ter atitudes para fazer acontecer, sempre! Afinal, a competitividade é ferrenha e o crescimento econômico depende não apenas de empresários empreendedores, mas de funcionários com a mesma mentalidade. Eis o desafio do mundo empresarial no desenvolvimento de profissionais com perfis empreendedores, pois estamos em processo de mudança cultural nas relações trabalhistas, que estão migrando para novas relações com funcionários empreendedores, parcerias estratégicas, entre outros conceitos que envolvem as novas relações empreendedoras do mercado do futuro. Voltando ao tema do artigo, relaciono algumas características que foram citadas em estudos realizados na década de 80 sobre Sonhos e Atitudes.
Qual o tamanho dos seus sonhos?
Cristóvão Colombo, Santos Dumont, John Kennedy, Juscelino Kubitschek, Nelson Mandela, entre tantos, sonharam com a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Eles foram tachados de visionários, mas não ligaram para isto, pois acreditaram nos seus sonhos e traçaram planos para realizá-los. Claro que superaram inúmeros obstáculos, mas com muita determinação eles mudaram a história de seu tempo e deixaram suas marcas registradas.
Muitas pessoas têm sonhos, mas não os alimentam e às vezes os poucos que sobra vão sendo consumidos pela rotina, sufocados pelo excesso de tarefas e acabam minando seu potencial de continuar sonhando. Reflita sobre o tamanho dos seus sonhos e se eles estiveram decrescentes, “sacode a poeira” e volte a sonhar. Afinal, o sonho é uma metáfora que pode ser idealizado para resgatar a capacidade de sonhar com os olhos bem abertos na construção da sua vida, seu presente e seu futuro. O mundo não faz nada por você, mas se você mudar, aí sim, o mundo muda com você.
Os realizadores de sonhos não apenas sonham, eles lutam incansavelmente por eles, acreditam em si mesmos, no seu potencial e confiam que podem transformar seus projetos em realidade. Acreditam que sonhos trilham e iluminam seus caminhos rumo às metas e ao $uce$$o. Obstáculos, faltas de recursos diversos, concorrências desleais, entre outras dificuldades que surgem fazem parte dos negócios e da vida, mas servem como degraus de aprendizagem e crescimento.
Tem um ditado que diz que o tamanho dos seus sonhos tem relações diretas com suas conquistas e resultados. Pense! É possível aumentar o tamanho da felicidade reduzindo o tamanho dos sonhos? É possível aumentar os ganhos fazendo sempre a mesma coisa? Será que se as pessoas tivessem mais sonhos e metas poderiam ajudá-las alcançar seus resultados? Afinal, o que movem as pessoas acordarem todos os dias?
Anos atrás assisti a uma palestra motivacional de Cesar Souza, o autor do livro Você é do Tamanho dos Seus Sonhos, lançado em 2003, hoje na 19ª edição, é um best-seller com mais de 150 mil exemplares vendidos. Cesar reforçou que todos nós precisamos acreditar no nosso potencial e que devemos buscar recursos e aliados para concretizar nossos sonhos. Afinal, as pessoas sonham com uma vida tranquila, encontrar um amor, ter uma família, obter sucesso na profissão, ganhar dinheiro, comprar uma casa, viajar, ter saúde, amigos, entre tantos outros desejos e sonhos. Mas, na maioria das vezes, nos entregamos à rotina, nos rendemos aos obstáculos e desistimos dos nossos sonhos. Com exemplos reais e inspiradores, ele conta histórias de realizadores de sonhos de empresários, celebridades e pessoas comuns. São relatos inspiradores que nos revelam como várias empresas e pessoas vencedoras nasceram dos sonhos de seus realizadores.
Em suma, existem literaturas, palestras, vídeos, cursos, entre outros instrumentos, que podem estimular o ser humano que “não sonha muito” a resgatar a capacidade de sonhar e empreender mudanças objetivas para realizarem seus projetos. Não sei para você, mas os meus SONHOS estão interligados com meu A.C.H.E (Atitudes, Conhecimentos, Habilidades e Entusiasmo). Um conceito que uso e que ampliei do CHA, uma sigla muito usada em Recursos Humanos, que é a abreviatura das palavras: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, que resumidamente se entende por cada uma como:
Conhecimento
Conjunto de todas as informações, princípios e verdades que compõem o corpo do nosso saber. É aquilo que o homem absorve de várias maneiras através de informações que lhe são apresentadas para um determinado objetivo. O conhecimento é imprescindível na atualidade altamente competitiva. Conhecer os principais fundamentos de gestão e, principalmente, sua área de atuação pode fazer a diferença entre o sucesso e fracasso de um empreendimento.
Habilidade
Capacidade física de desempenhar uma ação ou ato, que pode ser resultado de um treinamento ou inato. O termo habilidade é freqüentemente utilizado para designar o domínio psicomotor. Habilidade simboliza a experiência adquirida através da prática em certa área de atuação, basicamente, algo que você faz bem e já fez muitas vezes. Pelé, Romário, Ronaldinho, Guga, entre tantos atletas considerados muito habilidosos e hiper $ucedidos. Neymar o novo nome do futebol brasileiro e atacante do Santos, tem uma habilidade invejável, porém ele é muito jovem, esta no início da carreira e para manter e aumentar o $uce$$o vai precisar treinar cada vez mais não só sua habilidade de fazer gols, mas também aperfeiçoar conhecimentos técnicos e táticos. Aliás, para se tornar um dos melhores jogadores do mundo ele vai depender também de suas atitudes pessoais, pois os holofotes já estão mirados para ele. Se depender da comparação feita por Pelé, “O Neymar é o garoto-prodígio do Santos e pode esperar um futuro brilhante, pois mal surgiu e já o comparam com o Robinho e com o Pelé. Na opinião do Rei do Futebol, ele pode ser melhor até do que ele. Pelé só pede calma ao garoto neste início de carreira e diz “Vamos torcer para o Neymar não seguir os passos dos fenômenos nas noitadas e mulheradas que a fama e o dinheiro trazem né?”
ATITUDE
Um sentimento ou emoção que influencia a escolha das ações e as respostas a estímulos. Também é definida como sendo uma predisposição ou tendência de responder, positivamente ou negativamente, a determinados fatos, ideias, objetos, pessoas ou situações. As atitudes são designar como domínio afetivo e são dirigidas, ou fortemente correlacionadas, com as vontades, conjunto de valores, crenças, dogmas, princípios e mesmo às opiniões. Podemos ter conhecimento e habilidade, mas se não tivermos vontade e tomar uma atitude, nada acontece. Portanto, o sucesso na vida está relacionado no desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo do ACHE. Hoje e sempre!
Entusiasmo
Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a si e até as pessoas que os cercam. É agir com determinação, garra, paixão e amor, para fazer dar certo o que planejamos e sonhamos. O entusiasmo é um estado de espírito otimista que traz motivação para uma nova visão da vida. É demonstrado com grande euforia e alegria, que inclusive pode contagiar outras pessoas ou uma multidão, como exemplo, os atletas entusiastas, entre eles, cito um ídolo, Ronaldo (fenômeno), um ex-jogador nota 10 que com seu entusiasmo conquistou milhões de fãs no mundo. Agora como empresário não duvido do seu $uce$$o também nos negócios.
Hah! Ainda bem que temos o Neymar, um jovem entusiasta, pois o ENTUSIAMO que ele demonstra comemorando gols é lindo de ver. Quantos meninos apaixonados por futebol olham para seus ídolos e alimentam seus sonhos de um dia chegarem lá. Ídolos que inspiram sonhos de fãs ocorrem também em outras modalidades de esportes, com artistas de TV, atores de cinema e teatro, na música, com empresários, líderes, autores, gurus etc.
Acredito que empreendedores de $uce$$o são frutos de sonhos bem sonhados e de planos bem executados.
Os sonhos que habitam em mim, saúdam os sonhos que habitam em você!
Artigo publicado na Revista Clube de Empreendedores – Edição de Junho/2011.
Publicado em 24-Apr-2012, por Helena Ribeiro, no site: www.gestopole.com.br
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Coworking: Inovação Sustentável para o Mundo do RH
A proposta do projeto Inova RH da Razão Humana Consultoria é justamente investigar as tendências e reflexos da cultura da inovação nos ambientes de trabalho e os impactos nas organizações. Um dos conceitos que nos remete ao entendimento de um novo padrão de trabalho, o “coworking”, merece uma análise mais detalhada dos profissionais de RH e gestores de equipes. Esta proposta surge como um espaço alternativo de trabalho colaborativo para os profissionais autônomos que buscavam sinergia e a soma de competências. O “coworking” é o ecossistema de empreendedores “nômades” atentos às novas tecnologias digitais colaborativas. Seja num café, ou em casa, a proposta é reunir um grupo para trabalhar. Esta tendência motivou o surgimento de um modelo de negócios, dos escritórios colaborativos que oferecem espaços para reuniões e toda a infra-estrutura colaborativa, sendo uma evolução do Home Office.
Interessante observar que a origem do coworking é a busca de sinergia, a interação de competências na busca de soluções inovadoras. Ou seja, é perfeitamente possível trazer este conceito para dentro das corporações para motivar equipes de alta performance. O ambiente de interação gera descontração e abrem as mentes para o novo. Dentro desta leitura, a Razão Humana está criando a célula de inovação, denominada Inova RH, um lugar multiuso, um estúdio multimídia que também serve para desestressar. Um ambiente para criar de forma descontraída. Neste espaço vamos reunir grupos para o desenvolvimento de metodologias de planejamento estratégico colaborativo, a exemplo do Design Thinking e Canvas. Tudo isso dentro da visão coworking, de trabalho colaborativo, dentro de uma proposta associada à inovação e busca de soluções rápidas, sinergia dos envolvidos, e claro, resultados.
Saiba mais sobre o Inova RH
http://www.razaohumana.com.br/imp/12/inova-rh-–-celula-de-inovacao-e-rh-sustentavel
Publicado em 24-Apr-2012, por Helena Ribeiro, no site: www.gestopole.com.br
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domingo, 3 de junho de 2012
Competências do Profissional Águia (2/2)
5) Trabalho em Equipe
Trabalho em equipe é uma competência que quanto mais trabalhada melhor, não só pelas razões óbvias, mas porque facilita o aprendizado. Há troca de experiências constantemente entre os membros da equipe, e logo, muita oportunidade de crescimento pessoal também. Tenha isso sempre em mente. Podemos evoluir no nosso cotidiano!
O trabalho em equipe é sempre mais prazeroso quando há uma conexão emocional e espiritualizada com os outros, melhorando os relacionamentos com cumplicidade. Trabalhe isso sendo o cúmplice que você gostaria de ter. Vá ao encontro das pessoas. Não espere que elas venham até você. Seja pró-ativo, use a empatia.
Para o sucesso do trabalho em equipe, é muito importante que os outros confiem em você. As empresas querem funcionários que sabem trabalhar bem com outras pessoas.
Dê feedback sempre. Se ele for positivo, divida-o com todos; se for negativo, faça-o com cuidado e individualmente com atenção ao fato de também ressaltar os méritos.
A diversidade é necessária e enriquecedora. Saber lidar com as diferenças é uma condição para o sucesso. No mercado há diversas denominações do conceito de equipe, sendo as mais usuais:
Equipe: conjunto de pessoas com objetivos comuns, que realizam trabalho interdependente e são coletivamente responsáveis pelos resultados.
Equipes de Alta Performance: conjunto de pessoas que têm liberdade para atuar e estabelecer métodos de trabalho e são capazes de executar suas metas.
Reflita, a equipe em que você trabalha se encaixaria em qual destes tipos? Pode ser que não por vários motivos ela ainda não seja uma equipe de alta performance. Porém, isso nada impede VOCÊ de ser um profissional de alta performance.
“Nunca esqueça que a vaidade é inimiga do espírito de equipe.” - Bernardinho
6) Superar Desafios
Desafios são oportunidades. Quando somos desafiados, nos sentimos provocados. É como se tivéssemos um alvo que de repente queremos acertar. Quando superamos desafios, conquistamos muito além dos objetivos propostos. Conquistamos confiança, autoestima e felicidade. Portanto, não desista. Nunca.
É claro que superar desafios não é uma simples tarefa. É uma missão. Uma oportunidade com adversidades. Há o potencial de risco, é possível fracassar.
Os desafios, ao mesmo tempo em que nos excitam, nos ameaçam.
Tanto os grandes quanto os pequenos desafios mexem com o nosso imaginário. Por isso, a melhor maneira de trabalhar a nossa capacidade de superar desafios é rever as nossas atitudes diante dos obstáculos.
Seja prudente, analise a situação como um todo. Diante de desafios, temos que tomar decisões. Antes de tomá-las, é preciso ter o máximo de informações possível. Utilize a visão 360º graus para enxergar todas as possibilidades.
A sorte está do lado dos bem-aventurados. Use o bom-senso. Desafios são apenas desafios enquanto nós ainda não os superamos.
“A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.” – Confúcio
7) Resiliência
A resiliência é um termo oriundo da ciência, mais precisamente da Física. Significa a capacidade dos materiais de resistirem aos choques. O conceito se alastrou por outras áreas, e hoje significa a capacidade que uma pessoa tem de sobreviver a um trauma. A resistência que os seres humanos têm em face das desventuras. Não se trata apenas da resistência em si, mas da visão positiva e capacidade de reconstrução da vida, mesmo com um ambiente desfavorável.
A resiliência é uma competência pessoal, mas não necessariamente deve ser trabalhada sozinha. O apoio e acolhimento das pessoas que nos circundam, é muito bem-vindo.
No ambiente profissional ter a capacidade de seguir adiante com otimismo, de receber e dar apoio aos nossos colegas é fundamental para o equilíbrio do time, mesmo que ao redor tudo esteja indefinido. Afinal, existem muitos momentos na vida empresarial e pessoal em que temos que suportar as pressões para em seguida voltar ao nosso estado natural. É dançar conforme a música e harmonizar sempre.
"Sempre faço o que não consigo fazer para aprender o que não sei.”(Pablo Picasso)
8) Inteligência Espiritual
Inteligência Espiritual (QS), também conhecida como terceira inteligência, se trata de uma nova competência, que atua em uma dimensão além da razão e da emoção. É na inteligência espiritual que encontramos a felicidade, a qualidade de vida, a solidariedade e a realização pessoal e profissional.
Quando não conseguimos resolver algo somente através da razão ou da emoção, entra em cena outra força, a inteligência espiritual, baseada na intuição e valores interiores. A inteligência espiritual nos guia, colocando nossas experiências em um contexto de sentido de valor. Pensamos com consciência nas nossas ações, qual é a finalidade delas, como elas implicam na nossa direção pessoal. A inteligência espiritual está ligada à necessidade humana de se ter um propósito na vida. É uma base que criamos para desenvolver valores éticos e crenças que norteiam nossas ações.
Na última década, além das pesquisas de pontos neurológicos nos lobos temporais, há muitas experiências místicas e espirituais que batizaram este ponto como “ponto de deus”. Esse ponto não tem nada a ver com religião, mas sim com o nosso sentido de espiritualidade.
Um padrão de pensamento lógico permite ao homem utilizar seu QI – inteligência intelectual. Outro padrão de pensamento emotivo, afetado por hábitos permite utilizar a QE – inteligência emocional. E por fim, outro padrão de pensamento criativo, capaz de criar insights e reformular os outros tipos de pensamentos, nos permite utilizar nossa QS – inteligência espiritual.
Enquanto as inteligências emocional e racional se ocupam de variáveis em determinadas circunstâncias, a QS questiona o propósito da circunstância em si e suas condições.
Espiritualidade nos negócios e na sociedade significa trabalharmos com um sentido mais profundo de significado e de propósito de vida e na comunidade.
Pessoas inteligentes espiritualmente praticam e estimulam o autoconhecimento profundo. São idealistas e tiram oportunidades da adversidade, veem o todo, e não as partes. Independentes, questionam o mundo com freqüência, seguem seus instintos e tem compaixão pelo próximo.
Ao longo desta questão exploramos qualidades e competências que são inerentes às pessoas que possuem inteligência espiritual. Chamarei isso de “Iluminação”. Um ponto de partida para explorar essas percepções ainda pouco exploradas. Reflita: Qual a contribuição que você quer dar ao mundo? Com o que você gostaria de contribuir? Acredito que quando a humanidade estiver mais inteligente espiritualmente, a sociedade toda se beneficiará.
O autodesenvolvimento, capacitação e valorização do capital humano inclusos no planejamento estratégico das organizações são fundamentais para manter-se competitivo, sempre. As empresas necessitam de profissionais habilitados para atuação abrangente, multifuncionais e com visão universal, o que estimula o crescimento vertiginoso de maior qualificação técnica e comportamental. Esta busca por desenvolvimento de novas competências e habilidades remete aos profissionais um sentimento partilhado sobre a necessidade de avaliação sobre suas atitudes e comportamentos. Afinal, inteligência intelectual e emocional, norteadas pela espiritualidade, auxilia o ser humano em busca do equilíbrio entre o corpo, a mente e alma. Porém, seu aperfeiçoamento deve ser contínuo.
Se a competitividade é ferrenha e as organizações continuam ávidas de profissionais águias e de alta performance, eis a questão: Como agir? Este é o desafio dos Gestores de T&D, RH, e principalmente, do apoio da alta direção para treinarem, aperfeiçoarem ou desenvolverem profissionais águias e equipes de alta performance. Afinal, a valorização do capital humano continua sendo o maior capital ativo de uma empresa.
Trabalho em equipe é uma competência que quanto mais trabalhada melhor, não só pelas razões óbvias, mas porque facilita o aprendizado. Há troca de experiências constantemente entre os membros da equipe, e logo, muita oportunidade de crescimento pessoal também. Tenha isso sempre em mente. Podemos evoluir no nosso cotidiano!
O trabalho em equipe é sempre mais prazeroso quando há uma conexão emocional e espiritualizada com os outros, melhorando os relacionamentos com cumplicidade. Trabalhe isso sendo o cúmplice que você gostaria de ter. Vá ao encontro das pessoas. Não espere que elas venham até você. Seja pró-ativo, use a empatia.
Para o sucesso do trabalho em equipe, é muito importante que os outros confiem em você. As empresas querem funcionários que sabem trabalhar bem com outras pessoas.
Dê feedback sempre. Se ele for positivo, divida-o com todos; se for negativo, faça-o com cuidado e individualmente com atenção ao fato de também ressaltar os méritos.
A diversidade é necessária e enriquecedora. Saber lidar com as diferenças é uma condição para o sucesso. No mercado há diversas denominações do conceito de equipe, sendo as mais usuais:
Equipe: conjunto de pessoas com objetivos comuns, que realizam trabalho interdependente e são coletivamente responsáveis pelos resultados.
Equipes de Alta Performance: conjunto de pessoas que têm liberdade para atuar e estabelecer métodos de trabalho e são capazes de executar suas metas.
Reflita, a equipe em que você trabalha se encaixaria em qual destes tipos? Pode ser que não por vários motivos ela ainda não seja uma equipe de alta performance. Porém, isso nada impede VOCÊ de ser um profissional de alta performance.
“Nunca esqueça que a vaidade é inimiga do espírito de equipe.” - Bernardinho
6) Superar Desafios
Desafios são oportunidades. Quando somos desafiados, nos sentimos provocados. É como se tivéssemos um alvo que de repente queremos acertar. Quando superamos desafios, conquistamos muito além dos objetivos propostos. Conquistamos confiança, autoestima e felicidade. Portanto, não desista. Nunca.
É claro que superar desafios não é uma simples tarefa. É uma missão. Uma oportunidade com adversidades. Há o potencial de risco, é possível fracassar.
Os desafios, ao mesmo tempo em que nos excitam, nos ameaçam.
Tanto os grandes quanto os pequenos desafios mexem com o nosso imaginário. Por isso, a melhor maneira de trabalhar a nossa capacidade de superar desafios é rever as nossas atitudes diante dos obstáculos.
Seja prudente, analise a situação como um todo. Diante de desafios, temos que tomar decisões. Antes de tomá-las, é preciso ter o máximo de informações possível. Utilize a visão 360º graus para enxergar todas as possibilidades.
A sorte está do lado dos bem-aventurados. Use o bom-senso. Desafios são apenas desafios enquanto nós ainda não os superamos.
“A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.” – Confúcio
7) Resiliência
A resiliência é um termo oriundo da ciência, mais precisamente da Física. Significa a capacidade dos materiais de resistirem aos choques. O conceito se alastrou por outras áreas, e hoje significa a capacidade que uma pessoa tem de sobreviver a um trauma. A resistência que os seres humanos têm em face das desventuras. Não se trata apenas da resistência em si, mas da visão positiva e capacidade de reconstrução da vida, mesmo com um ambiente desfavorável.
A resiliência é uma competência pessoal, mas não necessariamente deve ser trabalhada sozinha. O apoio e acolhimento das pessoas que nos circundam, é muito bem-vindo.
No ambiente profissional ter a capacidade de seguir adiante com otimismo, de receber e dar apoio aos nossos colegas é fundamental para o equilíbrio do time, mesmo que ao redor tudo esteja indefinido. Afinal, existem muitos momentos na vida empresarial e pessoal em que temos que suportar as pressões para em seguida voltar ao nosso estado natural. É dançar conforme a música e harmonizar sempre.
"Sempre faço o que não consigo fazer para aprender o que não sei.”(Pablo Picasso)
8) Inteligência Espiritual
Inteligência Espiritual (QS), também conhecida como terceira inteligência, se trata de uma nova competência, que atua em uma dimensão além da razão e da emoção. É na inteligência espiritual que encontramos a felicidade, a qualidade de vida, a solidariedade e a realização pessoal e profissional.
Quando não conseguimos resolver algo somente através da razão ou da emoção, entra em cena outra força, a inteligência espiritual, baseada na intuição e valores interiores. A inteligência espiritual nos guia, colocando nossas experiências em um contexto de sentido de valor. Pensamos com consciência nas nossas ações, qual é a finalidade delas, como elas implicam na nossa direção pessoal. A inteligência espiritual está ligada à necessidade humana de se ter um propósito na vida. É uma base que criamos para desenvolver valores éticos e crenças que norteiam nossas ações.
Na última década, além das pesquisas de pontos neurológicos nos lobos temporais, há muitas experiências místicas e espirituais que batizaram este ponto como “ponto de deus”. Esse ponto não tem nada a ver com religião, mas sim com o nosso sentido de espiritualidade.
Um padrão de pensamento lógico permite ao homem utilizar seu QI – inteligência intelectual. Outro padrão de pensamento emotivo, afetado por hábitos permite utilizar a QE – inteligência emocional. E por fim, outro padrão de pensamento criativo, capaz de criar insights e reformular os outros tipos de pensamentos, nos permite utilizar nossa QS – inteligência espiritual.
Enquanto as inteligências emocional e racional se ocupam de variáveis em determinadas circunstâncias, a QS questiona o propósito da circunstância em si e suas condições.
Espiritualidade nos negócios e na sociedade significa trabalharmos com um sentido mais profundo de significado e de propósito de vida e na comunidade.
Pessoas inteligentes espiritualmente praticam e estimulam o autoconhecimento profundo. São idealistas e tiram oportunidades da adversidade, veem o todo, e não as partes. Independentes, questionam o mundo com freqüência, seguem seus instintos e tem compaixão pelo próximo.
Ao longo desta questão exploramos qualidades e competências que são inerentes às pessoas que possuem inteligência espiritual. Chamarei isso de “Iluminação”. Um ponto de partida para explorar essas percepções ainda pouco exploradas. Reflita: Qual a contribuição que você quer dar ao mundo? Com o que você gostaria de contribuir? Acredito que quando a humanidade estiver mais inteligente espiritualmente, a sociedade toda se beneficiará.
O autodesenvolvimento, capacitação e valorização do capital humano inclusos no planejamento estratégico das organizações são fundamentais para manter-se competitivo, sempre. As empresas necessitam de profissionais habilitados para atuação abrangente, multifuncionais e com visão universal, o que estimula o crescimento vertiginoso de maior qualificação técnica e comportamental. Esta busca por desenvolvimento de novas competências e habilidades remete aos profissionais um sentimento partilhado sobre a necessidade de avaliação sobre suas atitudes e comportamentos. Afinal, inteligência intelectual e emocional, norteadas pela espiritualidade, auxilia o ser humano em busca do equilíbrio entre o corpo, a mente e alma. Porém, seu aperfeiçoamento deve ser contínuo.
Se a competitividade é ferrenha e as organizações continuam ávidas de profissionais águias e de alta performance, eis a questão: Como agir? Este é o desafio dos Gestores de T&D, RH, e principalmente, do apoio da alta direção para treinarem, aperfeiçoarem ou desenvolverem profissionais águias e equipes de alta performance. Afinal, a valorização do capital humano continua sendo o maior capital ativo de uma empresa.
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sábado, 2 de junho de 2012
Competências do Profissional Águia (1/2)
Escrever sobre competências que compõem o perfil do profissional de alta performance ou sobre o famoso C.H.A (conhecimento, habilidades e atitudes) ou A.C.H.E (atitude, conhecimento, habilidade e entusiasmo), não é tão simples, pois são tantas que desenvolvemos ao longo da vida e carreira, que não seria eu neste artigo a citar as mais importantes. Para cada fase que vivemos, necessitamos aprimorar nossas habilidades e desenvolver novas competências técnicas, comportamentais e atitudinais. Sempre!
Enfrentar desafios na vida empresarial e pessoal é rotina para a maioria das pessoas, mas adquirir experiência para superá-las é meta para poucos e no livro VOCÊ, a Águia e a Natureza, incentivo os profissionais competitivos a superarem seus limites reais ou imaginários e a conquistarem seus objetivos, despertando a águia interior de cada um, adormecida às vezes.
Há mais de 16 anos atuando na área de Recursos Humanos, pude compilar vários conceitos e principalmente as experiências de treinar milhares de profissionais de diversas áreas, com dezenas de cursos voltados a gestão do capital humano. Tais conhecimentos atrelados à minha experiência gerencial, de empresária e de vida foram fonte inspiradora para escrever o livro VOCÊ, a Águia e a Natureza – O Experiencial do VOCÊ S.A lançado na Bienal Internacional do livro em 2008 e 2ª edição revisada em 2009.
A proposta do livro é ajudar as pessoas a ser o melhor profissional possível, superar limites e atingir seus objetivos. Ele pode ser considerado um grande “farol” que ilumina oportunidades para o seu desenvolvimento e diante desse “farol” você pode acelerar fundo e sem medo de ser multado pela vida. Afinal, a vida é composta por erros e acertos.
Além da abordagem das competências essenciais, exploro o perfil do profissional tradicional versus o profissional moderno, que deve estar preparado para situações inesperadas e pronto para entrar em ação, a qualquer momento.
O livro ressalta também a importância da Natureza no aprendizado humano, lembrando-nos de que a mesma é nossa grande fonte de inspiração. Aristóteles já dizia: “A Natureza não faz nada inútil. A mãe natureza é catedrática. Esta imensa “sala de aula” torna-se um ambiente inusitado para aplicação da metodologia experiencial ao ar livre, que através de vários programas de T&D, as empresas continuam investindo no desenvolvimento no seu maior capital, intelectual e humano, como grande diferencial competitivo.
A interação com a Natureza para aperfeiçoar e/ou desenvolver habilidades e reflexões sobre atitudes e comportamentos irá contribuir para você ser um profissional cada vez mais competitivo e de alta performance.
Cito as virtudes das águias, que é símbolo dos EUA, foi de grandes impérios (russo, alemão, francês), e ainda é fonte inspiradora para a humanidade, que por possuir tantas qualidades é considerada a “Rainha dos Ares”. Utilizo tais exemplos para instigar a águia interior que existe dentro de cada um, incluindo analogias no aperfeiçoamento dos seres humanos.
O livro é um incentivo para o leitor tornar-se um profissional águia, de alta performance, capaz de contagiar os colegas de trabalho motivando-os para a ação e mudança de comportamento.
O Profissional Águia busca o autoconhecimento e desenvolvimento contínuo. São pessoas movidas por valores e ideais; encaram desafios, não tem medo da adversidade da vida; têm independência; perguntam sempre "por quê?"; têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo; são determinadas; têm visão do macro, mas não deixam de analisar o micro, entre outras habilidades e atitudes.
Em se tratando de um profissional competitivo, há exigências de dezenas de competências técnicas e comportamentais que desenvolvemos, mas que são complementadas por oito que julgo como base para as demais. Exploro-as no livro e abaixo as cito resumidamente.
1) Autoestima
A autoestima é uma competência poderosa. O sentimento que uma pessoa tem em relação a ela mesma, é capaz de transformar uma vida: ter consciência do seu valor pessoal, acreditar em si mesmo, confiar no seu potencial, mas na prática não são tarefas tão simples assim.
Na infância, o conceito de autoestima começa a ser formado. Decodificamos a maneira como os outros nos tratam e tiramos conclusões que podem durar uma vida inteira. É possível que tenhamos uma visão distorcida de como somos. As experiências do passado ainda exercem, sem dúvida, uma grande influência na nossa vida adulta. Decepções, situações de perda, ou falta de reconhecimento por algo que se fez, contribuem para a perda de autoestima.
Quando nossa autoestima está baixa, ficamos inseguros, acreditamos não sermos capazes, cheios de dúvidas. Queremos agradar aos outros a qualquer custo. Não pensamos sequer em agradar a nós mesmos.
A autoestima afeta o desenvolvimento da competência intrapessoal e interpessoal, em tudo aquilo que fazemos no trabalho, na família, na sociedade, na saúde, no amor e em nossa fé. É o valor que você dá a si mesmo e impõe respeito. Os outros sempre tratam você como você se trata. Isso é fato.
Se você carrega alguma insegurança desde a infância, resolva-a. Resgate essas memórias, trabalhe-as. Nunca há uma melhor hora que o presente.
No mundo dos negócios, as pessoas querem trabalhar com pessoas que sabem o que estão dizendo, que não hesitam e que confiam em si.
A autoestima foi a primeira competência citada, porque ela influi diretamente nas demais.
“A autoestima é o que há de mais divino no ser humano. Pois quando nada lhe resta, resta-lhe a si mesmo” – Cíntia Salavato
2) Autocrítica
A autocrítica é um processo de análise que visa elucidar fatos sobre os seus próprios atos, considerando tanto os aspectos positivos como os negativos.
O objetivo da autocrítica é fazer uma avaliação realista, para que possamos identificar aquelas áreas da nossa vida que se beneficiariam de um aprimoramento.
O pensador alemão Otto Rank já dizia, no início do século passado, que as pessoas quando fazem uma autocrítica, correm o risco de se anularem, de produzirem sentimentos de inferioridade e culpa. Esta não é a maneira de se conduzir uma autocrítica saudável.
Um dos passos de autocrítica saudável é aceitar que ninguém é perfeito, e que você também não é. Que maravilha! Somos todos iguais na nossa imperfeição.
Escolha o timing para fazer uma autocrítica. Ela não é uma comparação entre o seu comportamento e o de outras pessoas. É você com você mesmo, sempre. É “virar a lupa” para dentro de si e analisar-se integralmente, admitir erros, e se possível corrigi-los. Afinal, o resultado de uma boa autocrítica servirá como guia para o aperfeiçoamento da competência intrapessoal e interpessoal.
“O erudito se vale dos seus conhecimentos para criticar os outros. O sábio é um homem que critica a si mesmo”. – Bernard Shaw
3) Autodesenvolvimento
O autodesenvolvimento consiste em colocar em prática um conjunto de ações que visam o melhoramento e evolução de si próprio.
Possuímos muitas metas e planos que desejamos realizar. Como águias, somos livres e temos a opção de escolhermos nossos destinos e caminhos. Embora saibamos aquilo que queremos, muitas vezes, confusos, escolhemos os caminhos que nos afastam dos nossos objetivos.
O exercício da autocrítica é muito útil aqui, pois o autodesenvolvimento é como uma águia, o renovar é constante. É importante ter um projeto de vida pessoal e profissional, incluindo cuidados com a saúde física, emocional, mental e espiritual, ou seja, objetivos definidos para direcionar planos, sonhos, novos voos e sem medo de alcançá-los.
Não importa o que você tenha colocado na sua lista. Uma vez que o hábito tiver sido convertido, você ficará tão feliz que esquecerá o trabalho dedicado e se sentirá recompensado. Porém, encontrando dificuldade em tomar certas atitudes, procure um coach, um psicólogo ou um profissional especializado que possa ajudá-lo. Não espere que ao longo do tempo alguém do trabalho, da família ou amigos o aconselhe a fazer isso. Felizmente a psicologia e outros métodos estão disponíveis e acessíveis para auxiliá-lo com suas metas para atingir os resultados que virá em sua maioria com muita disciplina, determinação, foco e principalmente um sonho a ser realizado. Portanto, não desista!
“Existe apenas um canto do universo que você pode ter certeza de aperfeiçoar, que é você mesmo.” – Aldous Huxley (escritor inglês)
4) Comunicação
A comunicação, em palavras simples, é a troca de informações entre dois sujeitos ou objetos. Nós, humanos, nos comunicamos através de símbolos, sejam eles palavras, desenhos, gestos ou expressões. A comunicação é uma ferramenta essencial que precisamos dominar, senão, não iremos a lugar nenhum, literalmente.
Em um processo de comunicação existem diversos componentes: o emissor, o receptor, a mensagem, o meio de comunicação, e o feedback, entre outros.
O responsável pelo sucesso da comunicação é sempre o emissor. Quem está com a palavra, emitindo uma ideia, é quem tem que achar a melhor maneira de transmiti-la.
Enquanto o receptor não interpretar a mensagem da maneira que o emissor está propondo, não há comunicação, apenas ruído, ou seja, se alguém não entendeu o que você quis dizer, a culpa é sua. É importante que fique clara essa responsabilidade.
Na comunicação, principalmente face to face, muitas pessoas incluem as inteligências emocionais e espirituais, pois quando falamos emitimos sinais de gestos, tom de voz, olhares, sentimentos, ou seja, comunicamos também com a postura que provoca reações à outra pessoa, e assim segue. O corpo fala!
Sorria sempre que possível, pois em termos neurológicos, o riso representa a distância mais curta entre duas pessoas. O sorriso cria empatia, que facilita a comunicação.
“A luta pela democracia é que desenvolve o mundo e ela se constrói com e através da comunicação.” - Betinho
Publicado em 25-Apr-2012, por Helena Ribeiro
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Como analisar e monitorar o ambiente?
Para se realizar uma análise e monitoramento do ambiente, é fundamental que sejam traçados alguns pontos importantes tais como:
Indicar com uma maior precisão a amplitude do ambiente a ser analisado e os fins realizados.
Tem – se como referência o negócio, a missão e os princípios empresariais.
O negócio deverá por si fixar os limites do ambiente ao passo que a missão e os principio orientam a concentração da analise, tendo em foco a imagem e o essencial.
Ter consciência do alcance que pretende oferecer a analise, delimitando a variável temporal ou horizontal do plano estratégico.
Fixe os instrumentos de analise a serem aproveitados.
Tirar proveito de pesquisas quantitativas, gráficos de tendências e de pesquisas qualitativas, principalmente no que diz respeito a opiniões de especialistas do setor.
Defina o que analisar no ambiente:
Quem é o nosso cliente?
Quem são, efetivamente, os nossos concorrentes?
Quem são os nossos públicos relevantes?
Como funciona a cadeia de agregação de valor da nossa empresa?
Quais são as nossas competências competitivas?
Quais são as previsões e as tendências desse ambiente em relação ao nosso segmento empresarial?
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