segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sucesso, poder, fama e glória



 Todo tipo de trabalho, dos bens de consumo à arte, para continuidade, é necessário que tenha sucesso. Sem sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro,  não é possível dar prosseguimento.
 
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: - É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
 
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos.
 
Uma peça de teatro sem aplausos, não terá vida longa. Sem retorno financeiro, sua existência será breve e os atores terão dificuldades para se manter.
 
Fazer esse raciocínio com uma empresa fica mais fácil, afinal, quem não viu o fim de uma organização?
 
Sem sucesso, o empreendimento simplesmente acaba, com ele se vão os empregos e vêm as dificuldades das famílias.
 
Sucesso, quando significativo, possibilita aos empreendedores expandirem seus negócios, com isso aumentam as possibilidades de ação e a razão para que tomem determinadas medidas. Permite agir de acordo com regras que eles mesmos estabeleceram, e, ainda, alcançam o direito à delegação.
 
Isto, em resumo, é poder, respeitando-se os limites da lei e da boa convivência.
 
Sucesso e poder nem sempre atendem as necessidades pessoais, pois muitos precisam de reconhecimento individualizado.
 
Há uma frase para os trabalhos em grupo, que destaca esse conceito, que diz: “O erro é coletivo, mas o acerto individual. Nós erramos, mas eu acertei”.
 
Quem não se contenta com sucesso e poder, busca notoriedade. Por suas ações ou por ações coletivas, que toma para si como forma de ter renome ou fama.
 
Na vida empresarial, esse tipo de comportamento gera dissabores e conflitos, uma vez que estão no palco atitudes, comportamentos e sentimentos de todo o grupo.
 
“Noventa e nove por cento dos resultados obtidos numa empresa são frutos de progressivos ajustes e colaborações coletivas, seja nas suas criações, nas suas realizações, nos seus aperfeiçoamentos, na sua difusão, assim como na sua aplicação”- diz Domenico de Massi.
 
Não é difícil para quem teve sucesso, galgou os degraus do poder e obteve fama, acreditar que esse estado seja eterno. Não fosse assim, as pessoas seriam mais parcimoniosas.
 
Há pouco tempo, lendo sobre a vida das abelhas, vi um texto que dizia: “Uma boa colméia consome dezoito quilos de mel numa temporada, contudo produz quarenta”. Uma boa receita para garantir sobressaltos e temporadas difíceis, não é verdade?
 
A expectativa do ser humano não se encerra com a fama, há um degrau com brilho, esplendor, que pode ser atingido: “A glória”.
 
Que tal ter sucesso, poder, fama, e, ainda, ter a glória de ser reconhecido por feitos extraordinários?
 
Nessa escalada, há um detalhe que, se esquecido, pode colocar tudo a perder: a continuidade do sucesso.
 
Dizem os artistas da música, com muita propriedade, fazer o primeiro sucesso é difícil, agora, o segundo, aí sim as coisas se complicam!
 
Para as empresas, a situação não se restringe ao primeiro ou ao segundo, mas a sucesso sempre, ainda que poder, fama e glória não lhes sejam atribuídos.



Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

Publicado em 18-Jan-2012, no site: www.gestopole.com.br

Clube de Serviços





É com muita satisfação que o SAESP apresenta o seu CLUBE DE SERVIÇOS.
Trata-se de uma nova iniciativa do SAESP em prol dos administradores filiados bem como das empresas parceiras.
Com o advento desse novo benefício e a interação proporcionada aos nossos mais de 70 mil associados juntamente com as empresas parceiras, o SAESP cumpre a missão de dar continuidade à prestação de serviços feita sempre com muita excelência.
Venha conhecer essa nova invenção que o SAESP disponibiliza à você Administrador!
É com satisfação que publicamos mais uma vez artigos de interesse aos nossos associados, redigidos por empresas, profissionais de Administração.

Maiores informações acesse o site: www.saesp-sp.com.br, ou faça-nos uma visita na Rua Estados Unidos, 865/889 - Jd. América - São Paulo - SP - Fones: 3086-3476 / 3894-1337.




 SAESP
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Nosso endereço: Rua Estados Unidos, 865/889 - Jd. América
CEP: 01427-001 - São Paulo - SP
Fone/Fax (11) 3894-1337 - 3086-3476 - E-mail: clubedeservicos@saesp-sp.com.br


 
 

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sua empresa está precisando se reposicionar no mercado?


Então, veja se ela está apresentando os primeiros sinais de alerta: surgimento de novos setores, clientes, modelos de negócio, mudança de posicionamento de um dos principais concorrentes, perda de participação de mercado, pressão sobre as margens de lucro e desaparecendo dos clientes.

É preciso examinar primeiramente a causa e os efeitos reais se são decorrentes da economia ou ineficiência interna, senão, chegou a hora de reposicionar a empresa!

A IBM tinha uma margem bruta de venda de computadores em 1980 de 35%, em 2000 era próximo de 18%.

A vantagem competitiva estava desaparecendo em virtude do crescimento das empresas de softwares. A IBM não se reposicionou e por isso, nunca se recuperou e teve que vender sua divisão de computadores pessoais para a Chinesa Lenovo.

Em 1980 o objetivo da gigante Blockbuster ainda era comprar e locar filmes. Mas, nos anos 90, os estúdios de Hollywood começaram a também fazer venda direta de filmes para clientes e as emissoras de TV a cabo começaram a oferecer vídeos sobe demanda.

Em 2003 em virtude do baixo preço dos aparelhos de DVD a venda de filmes para clientes explodiu e a venda e locação de filmes pela internet começou a surgir.

Ao longo de toda a carreira, um líder terá de reposicionar empresas quatro vezes ou mais. Isso significa tomar decisões básicas sobre o que acrescentar aos negócios, o que descartar, ressegmentar mercados, decidir que tecnologias adotar e identificar novas oportunidades de crescimento rentável.

A Novartis percebeu algumas mudanças no setor farmacêutico e partiu para a ofensiva, na tentativa de se adequar a nova realidade. Deixou de fabricar apenas medicamentos patenteados e tornar-se o segundo maior fabricante de produtos genéricos.

A essência do posicionamento é saber QUANDO a mudança precisa ser feita.
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Colunista: Prof. Menegatti  |  Publicado em: 24/01/2012 |  no site: www.qualidadebrasil.com.br

Schlock, um jeito novo de viver?



 Será possível que um dia as pessoas passem a comprar produtos com funções as quais sequer sabem sua utilidade, sem idéia como usá-las, ainda que o objetivo principal da compra não seja atendido?
 
Parece loucura? Não na opinião de Mattew E. May que nos lembra: “Nosso celular tira fotos, manda mensagens, grava vídeos, toca músicas, mas quando se trata de sua principal função que são as ligações...”
 
E reforça que a questão se torna perturbadora por tolerarmos o fato, aguardarmos novos modelos, comprando, descartando o antigo, ainda que o novo não seja melhor, apenas mais barato e complexo.
 
Os debates e discursos sobre excelência em qualidade destacam que esta gera vantagens competitivas, e separa os líderes de seus seguidores, incentivando empresas e empresários a abandonarem a mediocridade - a insignificância -, mas estará o consumidor, realmente, interessado nisso?
 
A inundação de mercados com produtos ruins tem mostrado outra realidade: a de que empresas estão lucrando com péssima qualidade!
 
Diziam meus avós, quando nos pegavam com comportamentos desleixados, que fazer bem feito e mal feito leva o mesmo tempo. Parece que os conceitos estão mudando: dois mal feitos superam um bem feito, desde que o objeto requerido para a troca seja menor. É ruim? Sim, mas é barato!
 
Estaria a excelência em qualidade ingressando na lista das virtudes a caminho da extinção? Deixaremos, um dia, a caixa de pandora escancarada, para que a única coisa que ali ainda resta, a esperança, escape de vez?
 
Nossas empresas estão, realmente, voltadas à constante busca da melhoria, do aperfeiçoamento ou consideram isto demasiadamente trabalhoso e sem valor? Quantas, definitivamente, podem contar com o comprometimento de seus gestores, com trabalho duro, demorado, exaustivo, assumindo riscos?
 
É importante que o avaliador esteja atento à regra estabelecida pelo avaliado: “Diga como serei avaliado e agirei como tal.” Por que razão alguém correria riscos, arriscaria a carreira, se é mais fácil seguir?
 
O que determina a recompensa dos gestores na sua empresa, o lucro imediato ou a construção do futuro?
 
Criativo o homem sempre foi, arrojado às vezes, sensato nem sempre!
 
Romântico, determinado, Collins P. Huntington, fundador da Newport News Shipbuilding and Company Drydock, que se tornou o maior estaleiro de propriedade privada nos Estados Unidos, disse: “Construiremos aqui bons navios, com prejuízo se necessário, mas sempre bons navios”.
 
No outro lado da moeda temos a praticidade, alimentada pela chama da pressa, que cria um novo conceito: Schlock!
 
Schlock é uma palavra inglesa, com origem no iídiche, que pode ser traduzida como algo inferior, de má qualidade, barato.
 
Este conceito o vejo mais forte e com maior amplitude do que descartável, pois não estamos falando apenas de produto, mas de um jeito ver, de ser, de estar conectado com tudo que nos cerca, provocando atitudes, atraindo seguidores.
 
Contraditório, o homem nos provoca:
 
O paradigma é a sustentabilidade!
 
O paradoxo é como ser Schlock com sustentabilidade?
 
Um conceito que veio para ficar ou também será descartável?
 

Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

 Publicado em 10-Jan-2012, no site: www.gestopole.com.br

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Saiba o que é SaaS e como ele pode potencializar suas vendas de Imóveis e Veículos


 SaaS  (software as a service) que segundo o site Wikipédia quer dizer o seguinte: "Software como serviço. No modelo SaaS o fornecedor do software se responsabiliza por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet...". A villevox Comunicação e Marketing, uma empresa de Guarapari - Espírito Santo e com clientes em mais de 17 estados, é especializada em Soluções Corporativas Online dentro dessa categoria de serviço.
 
Essa categoria possibilita a villevox oferecer às pequenas e médias empresas serviços de qualidade a um baixo custo, por se tratar de uma solução padronizada e em cloud computing. Entre os segmentos atendidos estão os Corretores de imóveis e Imobiliárias e as Revendas de veículos e garagens.
 
Para o segmento imobiliário, a villevox oferece o ville Imobiliárias Pro, um sistema completo voltado para corretores e imobiliárias. O ville Imobiliárias Pro disponibiliza Site + WebSistema + Versão Mobile, além de ferramentas indispensáveis para divulgação dos imóveis e gerenciamento da imobiliária ou escritório.
 
A versão mobile, disponibilizada de forma otimizada, é uma opção que vem tendo destaque nos dias atuais, já que é grande o número de pessoas que estão acessando a internet através de celulares e smartphones.
 
Entre os recursos que se destacam no ville Imobiliárias Pro, podemos citar a tradução em 3 idiomas (inglês, espanhol, italiano), mapa imobiliário avançado, possibilidade de incluir vídeo do imóvel na página de detalhes do mesmo, cadastro das redes sociais, backups agendados, otimização para buscadores, corretor online entre tantos outros. Para saber mais acesse o site www.villeimobiliarias.com.br

 Outro sistema voltado para corretores e imobiliárias é o ville Anúncios – Gerador de Anúncios Imobiliários para Impressão em A4. Esse sistema é único no país onde o corretor poderá criar, imprimir e disponibilizar os anúncios na vitrine da imobiliária ou escritório, ou ainda enviá-los por email. É possível gerar esses anúncios gratuitamente, bastando realizar o cadastro no site www.villeanuncios.com.br.
 
Com um passo a passo simples, o usuário poderá criar em apenas alguns minutos e sem saber usar programas de edição como PhotoShop ou CorelDraw, layouts gratuitos e bem organizados.

Especificamente para as revendas e garagens a villevox disponibiliza o ville Veículos, um sistema online composto por Web MídiaKit e Gestão Administrativa, que abrange desde a divulgação dos veículos (pelo site e versão mobile) até o gerenciamento de vendedores, comissões, clientes interessados e controle financeiro.

O ville Veículos oferece ao usuário uma navegação clara e fácil, onde o usuário poderá ativar/desativar módulos, trocar logomarca, mudar a cor do site, personalizar o site de acordo com suas necessidades sem nenhum custo adicional. Essa solução pode ser conferida em www.villeveiculos.com.br

 Utilize a internet para potencializar seus negócios e alcance clientes em qualquer lugar. Transformando ideias e tecnologias em comunicação, a villevox apresenta as melhores e mais completas soluções online para você e sua empresa.



Ana Gizele da Costa
villevox Comunicação e Marketing
Publicitária / Atendimento

Publicado em 12-Jan-2012, por Ana Gizele Costa Coradello, no site: www.gestopole.com.br

Sustentabilidade e Produção




Coquetel de Lançamento e Palestra do Livro com Marcelo
Nakagawa, um dos autores da obra Sustentabilidade & Produção

Sustentabilidade & Produção

Sinopse da Obra
Esta obra tem o olhar voltado para o desenho de estratégias baseadas na sustentabilidade como vantagem competitiva do presente e do futuro, que requer inovação em produtos, processos e formas de se conceber a produção, a distribuição e o consumo. Neste volume, consolidam-se contribuições de seriedade acadêmica, aplicabilidade pragmática e atualidade indiscutível sobre a gestão da sustentabilidade nas organizações produtivas de bens e serviços.

Seus autores, na maioria professores e pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), correlacionam as atuais demandas por sustentabilidade empresarial e responsabilidade social corporativa a temas dos mais relevantes para a administração contemporânea: do empreendedorismo à gestão do conhecimento, da ergonomia à educação, da gestão da cadeia de fornecedores ou suprimentos à gestão com pessoas, do direito e da ética ambiental às estratégias de desenvolvimento local e cooperação produtiva.

Esse panorama interdisciplinar, sintonizado com os mais recentes desenvolvimentos da pesquisa em economia, gestão e engenharia de produção - além de outros campos da ciência - não deixa de fora a abordagem de conceitos e aplicações dos mais relevantes, como produção mais limpa, mercados verdes, ecoeficiência, logística reversa, sistemas de indicadores e boas práticas socioambientais, entre muitos outros.
Autor
Adm. Marcelo Nakagawa
Graduado em Administração de Empresas pela FEA/USP, Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP e Mestre em Administração e Planejamento pela PUC-SP

Professor da professor da Fundação Vanzolini, do Insper e FACCAMP.

Vice-presidente do Comitê Business in Growth (BIG) da AMCHAM.

Pesquisador associado do Núcleo de Pesquisa e Gestão Tecnológica (NPGT/USP).

Venture Corp do Instituto Empreender Endeavor,
Data:
16 de Fevereiro de 2012 - Quinta-Feira 19h00 às 21h00.
Local:
Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Rua Estados Unidos, 865/889 Jardim América – São Paulo - SP
Vagas Limitadas! Confirme a sua presença!
Clique aqui para fazer sua inscrição no evento Departamento de Relações Externas
Fone: (11) 3087-3200, e-mail: eventos.participe@crasp.gov.br
Realização
Apoio




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Trabalho à distância



Lei 12.551/2011, trabalho à distancia
Aspectos Legais e Administrativos

Objetivos
Uma nova Lei trabalhista altera a CLT e dá contornos à caracterização do trabalho na residência ou à distância. Para tanto, acrescenta parágrafo único ao artigo 6º da CLT.

Os palestrantes, conhecedores da matéria, farão suas interpretações da lei, abordando as principais mudanças e as oportunidades para o trabalhador à distância e para os interessados na atividade.
Mediadores
Adm. Alvaro Mello
Conselheiro do CRA-SP e Vice-Coordenador do Grupo de Excelência Convergência Tecnológica e Mobilidade Corporativa (CTMC) do CRA-SP.

Presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades – SOBRATT.

Coordenador do Grupo de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível (CETEL) da Business School São Paulo (BSP)
Adm. Inês Restier
Diretora da MICR – Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda.

Vice Presidente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Associação Paulista de Gestores de Pessoas (AAPSA).

Coordenadora do Grupo Informal de Treinamento e Desenvolvimento (TeD) e Membro do Comitê RH de Apoio Legislativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP ).
Palestrantes
Adm. Wolnei Tadeu Ferreira
Diretor Jurídico da ABRH Nacional e Diretor Conselheiro do Sindicato das Sociedades de Advogados de São Paulo (SINSA).

Coordenador do Comitê Trabalhista Previdenciário do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA).

Membro do International Bar Association (IBA), da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) e da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP).
Jose Eduardo Gibello Pastore
Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP.

Sócio Diretor da Pastore Advogados.

Membro do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos da FIESP e Membro do Comitê RH de Apoio Legislativo (CORHALE).
Magnus Ribas Apostólico
Diretor de Relações do Trabalho da FEBRABAN e da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH).

Membro do Comitê de RH de Apoio Legislativo (CORHALE).

Representante do Sistema Financeiro no Fórum Nacional do Trabalho, no Grupo Interconfederativo Empresarial (GIEMP), na Comissão Interministerial Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho e no Conselho de Relações do Trabalho.
Roberto Baungartner
Diretor de Relações Institucionais da Ticket Serviços S/A.

Vice- presidente do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC) e da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (ASSERT).

Membro do Comitê de RH de Apoio Legislativo (CORHALE), do Comitê de Estudos de Setores Regulados da OAB/SP e da Comissão OAB vai à faculdade (OAB/SP).
Data:
15 de Fevereiro de 2012 - Quarta-Feira 09h00 às 12h00.
Local:
Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Rua Estados Unidos, 865/889 Jardim América – São Paulo - SP
Vagas Limitadas! Confirme a sua presença!
Clique aqui para fazer sua inscrição no evento Departamento de Relações Externas
Fone: (11) 3087-3200, e-mail: eventos.participe@crasp.gov.br
* Certificados poderão ser emitidos mediante solicitação após a participação no evento.
** Estudantes poderão apresentar o certificado nas Instituições de Ensino a fim de pleitear créditos para atividades complementares.
Realização
 
Apoio
 
                 
                 
 

Quer fazer a diferença? Então...



A competição no mercado de trabalho é ferrenha e todos queremos um lugar ao sol, um trabalho que nos traga certa segurança financeira.
 
Digo segurança financeira, pois não é só no mercado de trabalho que a competição é ferrenha, atualmente nossas vidas são verdadeiras competições de alto rendimento e o capital é fundamental para quem quer se destacar e atingir um posto de sucesso, ou até conquistar a felicidade mesmo que momentaneamente.
Então suge a pergunta "Quer fazer a diferença?". Claro que todos queremos, mas então:

    Faça acontecer! Não fique parado, levante e lute, não espere que as oportunidades cheguem até você. Tome atitudes que normalmente não tomaria. Grandes mentes não esperam oportunidades, as fazem acontecer.
    Seja diferente. Fuja do comum, do convencional, chame a atenção
    Transmita paixão pelo que faz. Pessoas de baixo astral, desanimadas e desacreditadas não conseguem vender seu potencial e por isso têm maior dificuldade.
    Estabeleça um objetivo real e prático. As pessoas podem ajudá-lo a caminhar para chegar lá, mas não podem decidir qual caminho tomar por você.
    Esteja atento a mudanças – na economia, no mercado de trabalho, nas empresas, nas funções. Adote uma posição flexível e encare problemas e adversidades com a mente aberta.
    Esteja disponível e aprenda pedir ajuda. Ajude, seja cooperativo.
    Sonhe alto, muito alto. Quanto mais alto você sonha, mais além pode chegar. Não economize, se sonhar baixo e alto dá o mesmo trabalho... sonhe alto! Mas cuidado – o plantio é opcional... A colheita é obrigatória... Por isso cuidado com o que planta.
    Tenha um plano. Sonhar é ótimo, mas o sonho precisa tornar-se realidade.
    Busque o equilíbrio físico e mental, mesmo nas fases mais difíceis. Descanse a cabeça.
    Reserve um tempo pra você fazer o que gosta, nem que isto sirva apenas, neste momento, para cuidar de sua auto-estima.
    Acredite em você! Saiba ao pé da letra quais são suas paixões, onde você se destaca, o que faz bem, quais são seus pontos fortes e onde pode melhorar. Pontos fracos nada mais são do que desafiadores que o tornam alguém melhor. Procure encarar o copo sempre meio cheio e nunca meio vazio, focalize a resolução dos problemas e não perca muito tempo procurando justificá-los apenas. Lembre-se de que sucesso traz sucesso, alegria traz alegria, segurança gera segurança... você recebe aquilo que você dá, portanto, ofereça o seu melhor

Fonte: MAERKER, Stefi. Sim, eu faço a diferença!

Publicado em 20-Jan-2012, por Alexandre Curriel, no site: www.gestopole.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Quanto Vale um Cliente Fidelizado?


Quanto vale o cliente fidelizado? Aquele que é leal à marca e a defende? Muitas vezes, vale muito pouco!

Tão pouco que determinados segmentos de mercado, insistem em maltratá-lo de todas as formaspossíveis. Os maus tratos, no caso, podem ser entendidos como a maneira grosseira e míope de tratar esteingênuo personagem pelas políticas de marketing corporativo. Seja pela imanência de não mais ter queconquistá-lo, ou pela sensação de pertencimento, ele sempre fica para trás. Uma vez capturado Jonas, abaleia segue seu curso pelos oceanos infinitos do market share.

Não importa o que os consultores digam, sempre que uma empresa tem uma carteira ativa fiel, ela acabadeslocando suas preocupações para os que estão lá fora. Mas, no varejo esta situação é terrivelmentepreocupante, pois o consumidor acaba sendo penalizado pela briga de foice que é a conquista de clientes.Aos que ainda não compram, tudo. Aos cativos, a lei!

Por isso, segue meu aviso: – Não se deixe fidelizar, assim, sem mais nem menos! Resistir não é fútil! Sevocê resistir, valerá bem mais no mercado e todas as corporações buscarão tratá-lo bem. Mesmo porque,ainda é nebulosa a questão da isonomia entre as vantagens auferidas pelas promoções entre clientes e nãoclientes. Alguém deveria prestar mais atenção nisso, pois viola o princípio de boas relações entre cliente efornecedor. Como? Eu vou relatar um case real, uma historinha ordinária:

Imagine que você está preso a uma companhia, quer dizer, fidelizado a uma operadora de celular. Nãoporque eles sejam zumbis comedores de cérebros e destruíram seu livre-arbítrio. Mas, porque você –aquele que mesmo diminuído, não a abandona – começou seu relacionamento há 10 anos atrás e achaque, por esta longevidade, terá mais conforto, respeito e comprometimento de seu fornecedor. Você temproblemas gerais, mas como não precisa ter intenso relacionamento, vai levando, apesar dos pesares.

Então, passam-se os anos e um dia, quando precisa trocar seu aparelho que ficou defasado, vai até umaloja e vê um cartaz gigantesco e chamativo, que diz: – Venha para a Chiaro e ganhe um smartphone LGOptimus Black de graça. Oba! Pensa o incauto fidelizado. Se eles dão um aparelho que vale mil reais a umestranho, a qualquer infiel da portabilidade. O que será que eu – cliente antigo e fidelizado – não ganharei?Com certeza será melhor que um pingado. E entra na loja.

Quando é atendido, vem a amarga realidade:

-Senhor! A promoção é exclusiva para os infiéis da portabilidade.- Não, senhor! Cliente fidelizado não tem direito. Isso, mesmo, não ganha nada.- Senhor! Se acalme senhor! Vou ver o que posso fazer! Tem uns pontinhos aqui no seu cofrinho derelacionamento, com estes caraminguás eu posso oferecer um celular de plástico que toca “Für Elise! Ah!Se quiser, o Sr. pode comprar o mesmo celular da promoção, pagando bem mais que qualquer loja dacidade…

Nesta hora, uma nuvem negra se apossa do coração daquele que se acreditava “especial”. Neste momento,o coração da noite se entristece:

- Estala, coração de vidro pintado com as cores da sua imensa e dorida ingenuidade.

Afinal, ele sabia que não era tanto, pois a globalização tem como efeito principal delatar as relaçõeshumanas e levá-las a um patamar meramente quantitativo e oportunista. Mas nunca imaginou que valia menos do que nada. Em sua mente rolavam imagens de consultores gargalhando e diretores comerciais
apontando sua imensa estupidez!
Mas, não! Não podia ficar assim! Escreveria para o relacionamento e eles veriam o engano e consertariam
esta infâmia. Em sua mente torturada pelo abalo, milhares de perguntas se acumulavam, enquanto
aguardava horas na fila de atendimento:
- Afinal, se é lícito à qualquer empresa ser agressiva na prospecção de novos clientes, não é antiético negar
aos clientes já existentes o acesso à mesma oferta? Porque a distinção entre estes dois personagens, o
cliente fiel e o suspect infiel? Será que pelo fato de ser cliente, as vantagens devem diminuir? Ninguém
reconhece que estou aqui desde os tempos da CPB? O que ocorre aqui que ninguém me atende, nem pelo
site, chat, telefone?
Então, semanas depois de ter reclamado e colecionado vários protocolos de atendimento, vem o golpe de
misericórdia. Uma carta padrão, reforçando a situação em que se encontrava. Em termos gerais, dizendo
que é isso mesmo o que se pode esperar quando se comete o erro crasso de manter-se fiel.
Em resumo, a carta diz: – Não temos e nem teremos nenhuma oferta, facilidade, reconhecimento ou
promoção dignas de reconhecer a sua permanência em nossa carteira ativa. Mas, redigimos de forma
primorosa esta nova forma de ofensa à sua inteligência (pouca, diga-se de passagem, e por isso vale até a
pena reproduzir alguns trechos):
Em atenção ao seu e-mail, gostaríamos de pedir desculpas pelos inconvenientes relatados e informar que
visando melhorar a satisfação de nossos clientes, estamos trabalhando arduamente. Esclarecemos que
trabalhamos com constantes mudanças, em busca de melhorias, que ocasionam algumas divergências.
Preocupada com isso, reforçamos aqui nosso compromisso em atender os clientes com o padrão de
qualidade que sempre foi característico dessa empresa.
Temos plena ciência que, qualquer pedido de desculpas não irá reverter os transtornos causados, mas ainda
assim pedimos desculpas formalmente. Se quiser, vá até uma de nossas lojas e compre o que puder. Mas,
atenção: Suas contas devem estar pagas em dia ou necas de pitibiribas.
Sua mensagem foi registrada sob o número de protocolo: 201222826603.
Agradecemos o seu contato e ficamos à disposição para esclarecermos eventuais dúvidas.
Atenciosamente,
Jurássica O.
Diretoria de atendimento ao Cliente.
** PS: Você foi fiel e agradecemos por isso. Mas quem disse que a recíproca tem que ser verdadeira?

menos do que nada. Em sua mente rolavam imagens de consultores gargalhando e diretores comerciaisapontando sua imensa estupidez!

Mas, não! Não podia ficar assim! Escreveria para o relacionamento e eles veriam o engano e consertariamesta infâmia. Em sua mente torturada pelo abalo, milhares de perguntas se acumulavam, enquantoaguardava horas na fila de atendimento:

- Afinal, se é lícito à qualquer empresa ser agressiva na prospecção de novos clientes, não é antiético negaraos clientes já existentes o acesso à mesma oferta? Porque a distinção entre estes dois personagens, ocliente fiel e o suspect infiel? Será que pelo fato de ser cliente, as vantagens devem diminuir? Ninguémreconhece que estou aqui desde os tempos da CPB? O que ocorre aqui que ninguém me atende, nem pelosite, chat, telefone?

Então, semanas depois de ter reclamado e colecionado vários protocolos de atendimento, vem o golpe demisericórdia. Uma carta padrão, reforçando a situação em que se encontrava. Em termos gerais, dizendoque é isso mesmo o que se pode esperar quando se comete o erro crasso de manter-se fiel.

Em resumo, a carta diz: – Não temos e nem teremos nenhuma oferta, facilidade, reconhecimento oupromoção dignas de reconhecer a sua permanência em nossa carteira ativa. Mas, redigimos de formaprimorosa esta nova forma de ofensa à sua inteligência (pouca, diga-se de passagem, e por isso vale até apena reproduzir alguns trechos):

Em atenção ao seu e-mail, gostaríamos de pedir desculpas pelos inconvenientes relatados e informar quevisando melhorar a satisfação de nossos clientes, estamos trabalhando arduamente. Esclarecemos quetrabalhamos com constantes mudanças, em busca de melhorias, que ocasionam algumas divergências.Preocupada com isso, reforçamos aqui nosso compromisso em atender os clientes com o padrão dequalidade que sempre foi característico dessa empresa.
Temos plena ciência que, qualquer pedido de desculpas não irá reverter os transtornos causados, mas aindaassim pedimos desculpas formalmente. Se quiser, vá até uma de nossas lojas e compre o que puder. Mas,atenção: Suas contas devem estar pagas em dia ou necas de pitibiribas.

Sua mensagem foi registrada sob o número de protocolo: 201222826603.

Agradecemos o seu contato e ficamos à disposição para esclarecermos eventuais dúvidas.

Atenciosamente,

Jurássica O.Diretoria de atendimento ao Cliente.

** PS: Você foi fiel e agradecemos por isso. Mas quem disse que a recíproca tem que ser verdadeira?


Colunista: Prof. Luís Sérgio Lico  |  Publicado em: 23/01/2012 |  no site: www.qualidadebrasil.com.br

Neurobrandig na Empresa Familiar



Neurobranding na Empresa Familiar

Objetivos
O Neurobranding: Investiga as cores, as pessoas, os pacotes, os produtos, a tecnologia, a aparência, a música e os sons, o site, os rumores, o modelo de negócio. Tudo é vital para o neurobranding. Se concentrar no "quadro completo", "marca", "o conceito" em vez de produtos isolados e anúncios. O método foi aprendido em Harvard pela palestrante.
Palestrantes
Adm. Sandra Regina da Luz Inácio
PhD em Negócios Internacionais, Administração e Psicologia Clínica pela Florida Christian University (EUA).

Coordenadora do Grupo de Excelência de Empresa Familiar - GEEF do CRA-SP.

Diretora da DS Consultoria .

Presidente da Business Marketing Brain .

Vice-Presidente da Showtes Events em Atlanta.
Data:
14 de Fevereiro de 2012 - Terça-Feira 18h50 às 20h30.
Local:
Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Rua Estados Unidos, 865/889 Jardim América – São Paulo - SP
Vagas Limitadas! Confirme a sua presença!
Clique aqui para fazer sua inscrição no evento Departamento de Relações Externas
Fone: (11) 3087-3200, e-mail: eventos.participe@crasp.gov.br
* Certificados poderão ser emitidos mediante solicitação após a participação no evento.
** Estudantes poderão apresentar o certificado nas Instituições de Ensino a fim de pleitear créditos para atividades complementares.
Realização


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O grande trunfo da sustentabilidade para tornar a empresa socialmente justa e lucrativa: Competência


Desde muito cedo, ouvimos discursos sobre a salvação do planeta e crescemos com o sonho de nos engajarmos num desses projetos.
 
À medida que as responsabilidades profissionais nos absorvem, deixamos o romantismo adormecido e praticamos de forma tímida  ações nesse sentido.
 
Algumas pessoas, por suas profissões ou determinação, se envolvem com mais profundidade, criando inclusive associações.
 
A falta de equilíbrio entre os discursos e os atos está no fato de pessoas, com  inscrições em seus carros ou camisetas sobre a salvação do planeta, jogarem nas ruas latas, garrafas de cerveja e outras embalagens.
 
Nas manhãs de sábado e domingo muitas avenidas encontram-se emporcalhadas com materiais descartados.
 
O discurso “ se beber não dirija”  evapora nas compras de bebidas  nas lojas de conveniência ; infelizmente, muitas embalagens terminam nas ruas.
 
Um pouco de equilíbrio não fará mal a ninguém, “ salve os golfinhos, mas não atropele os vizinhos”, isto também é ecologicamente correto.
 
Uma vez na empresa, logo na segunda-feira pela manhã, o que podemos fazer a respeito da sustentabilidade  se esta não tem nenhum programa?
 
Desperdício é o tema!
 
A primeira imagem que nos vem à mente quando falamos em desperdício é a fábrica.
 
Errado! Temos que pensar na organização como um todo.
 
Qualquer tipo de desperdício deve ser evitado, mas, por favor, não vá resgatar a velha economia de trocar a caneta vazia pela cheia, onde os controles e tempo de espera custam mais caros para empresa.
 
O melhor programa para redução de desperdício está na competência.
 
Pense em competência como um edifício com três pilares:
 
1)      Conhecimento – Saber o que fazer
2)      Habilidade – Saber como fazer
3)      Atitudes- Querer fazer
 
Quanto maior  nossa competência, mais chances teremos de fazer as coisas certas e bem feitas logo na primeira vez.
 
Esse é o aspecto fundamental, pois estamos tratando de eficácia ( fazer certo) e eficiência (fazer bem feito).
 
Ora, também,  é a máxima da qualidade total: “ Tudo o que merece ser feito, merece ser bem feito”.
 
Na raiz das definições está a eliminação do desperdício.
 
Problemas evitados significam economias de telefonemas, e-mails, papéis impressos, combustíveis, desgastes de veículos, e outros tantos recursos que usamos e não percebemos.
 
Veja que ainda não falei em área produtiva, sem dúvidas esta  deve fazer parte do programa.
 
Cada ponto percentual de redução de gastos significa ponto percentual direto no lucro.
 
Uma   ação de redução, com comprometimento de todos, pode gerar resultados surpreendentes.
 
Vamos a uma situação de fato:
Para aumentar a competência da equipe em um projeto, apresentamos um programa de treinamento.
 
Sabíamos que não teríamos muitas chances de implantá-lo devido aos altos compromissos  financeiros da empresa, então   propusemos que esse investimento fosse  feito com a participação na redução de gastos. A participação seria de 10% da redução destes.
 
O crédito  seria dado à equipe, que o controlaria para aplicar nos cursos do programa negociado.
 
O valor do crédito realmente se mostrou significativo, os treinamentos foram efetuados e ainda sobrou muito dinheiro.
 
Interessada em poder usar aquele saldo, a direção optou por bancar os treinamentos futuros, sem que a equipe acumulasse créditos.
 
Enfim, questionável ou não a atitude, o fato é que a empresa estava, em pouco tempo, organizada, com um visual moderno, socialmente mais justa e lucrativa.
 
Quando encontro pessoas que abraçaram esse projeto, sempre me perguntam:- Quando vamos trabalhar juntos novamente?
 
Isso, evidentemente me alegra, mas o que realmente dá enorme satisfação é ouvir: -Fizemos muita coisa e nada parecia difícil!
 
Claro, fizemos a escolha certa. Optamos pela competência!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

Publicado em 20-Jan-2012,   no site: www.gestopole.com.br

Para conquistar o mundo, Made in Brazil precisa ser orgulho nacional


O mercado brasileiro sempre foi presa fácil para o produto estrangeiro.
 
Há sim a questão complexa do custo Brasil, que poderíamos chamar de desleixo Brasil, mas também o consumidor se vê atraído por uma história.
 
Produtos baratos, chamados commodities, invadem nosso mercado, mas também produtos Premium, com marcas Premium, que estampam valores Premium para tê-los.
 
Quantos sacrifícios já vi pessoas fazerem por alguma coisa “de marca”, com as quais sonharam tanto tempo. Um tênis, um sapato, um vestido, um terno, uma jóia, um relógio, um automóvel, e tantas outras coisas mais.
 
É impossível negar o glamour de possuir e poder ostentar algo que circula pelas ruas de Paris, London, Tokyo, New York, e  outras capitais do mundo.
 
Quantas vezes você já ouviu pessoas repetirem que compraram aquele produto no exterior?
 
Vamos encontrar duas marcas nesse produto:
 
1)      Provocada pelo local da compra;
2)      Provocada pela empresa que o fabricou.
 
Resumo da ópera: Produtos, assim como nós, precisam ter CV, saca?
 
Quanto mais recheado de conhecimentos e experiências estiver seu CV, maior será o seu valor, ou não é assim?
 
Quando recebemos um estrangeiro no nosso país, ele não atrai a nossa curiosidade e de todos o cercam para saber sua história?
 
Imagine agora reencontrar um amigo, décadas depois que rodou o mundo trabalhando, realizando? Consegue imaginar o poder de atração dessa pessoa?
 
E que tal nessa volta você descobrir que é o amigo preferido, com quem ele conta para a reintegração na comunidade?
 
O que há por trás disso tudo, que gera tamanho magnetismo? Registro da história!
 
Nossos sertões são repletos de fatos, mas sua fama não chega perto do Oeste americano. Apesar das muitas lendas e histórias, o período em que elas se passam foi muito curto, não chega a duas décadas, mas estendamos um pouco, 50 anos. Wyat Earp, o famoso xerife, ocupou esse cargo apenas 5 anos.
Wyat Earp, como marca, até hoje vende muito: livros, filmes, fotos, etc...
 
Que lição podemos tirar disso? Registro da história!
 
Quem registra a história tem orgulho da história que registra, e a propaga. Assim são as marcas.
 
Os produtos que circulam pelas capitais do mundo podem, sem a menor sombra de dúvidas, carregar a bandeira Made in Brazil, mas para que isso tenha relevância é necessário o registro de sua história. Para ser “eterno” é necessário o registro das realizações.
 
Quando se conta, cada gol conta e pode somar mil, virando história.
 
Se a sua história não esta registrada no produto que faz, nem você, nem o seu produto, com o tempo, terão relevância.
 
Pensando em tempo e perenidade, duas taças de vinho, uma com história e a outra sem, qual te atrai mais?
 
Claro que a que traz um belo curriculum e apresenta um registro de fatos no tempo, não é verdade?
 
Produtos precisam carregar uma bandeira com a história de sua criação, afinal nasceram em algum lugar, resultado de uma situação.
 
Produtos e marcas precisam carregar crenças, algo em que as pessoas possam acreditar.
 
Produtos e marcas precisam de um ícone para essa bandeira. Algo que seja o elemento de distinção.
 
Produtos e marcas precisam de rituais. Algo que as pessoas façam e ofereçam, por causa de seu registro de realizações. Formando filas, acampando nas ruas para ter o privilégio da aquisição.
 
Produtos e marcas precisam de palavras e frases relevantes, que as classifiquem e as distingam.
 
Produtos e marcas precisam de oposição, para que a defesa de seus fãs gere a energia de propagação.
 
Produtos e marcas precisam de imagem de liderança, que provoca o reconhecimento da condução.
 
O orgulho da realização tem que integrar a história que corre o mundo, deixando a sua marca, atraindo a atenção, gerando seguidores e propagadores.
 
Se você não mostra que se importa com o que faz, porque alguém deveria se interessar pelo que você fabrica e vende?
 
O registro das histórias das marcas dá seu fiel testemunho que quem se importa, exporta!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
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Publicado em 17-Jan-2012, no site: www.gestopole.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Maioria dos empresários pretende aumentar os salários em 2012





A maioria dos empresários brasileiros (92%) pretende aumentar o salário dos seus funcionários nos próximos 12 meses. Ao menos é essa a expectativa do IBR 2012 (International Business Report) da Grant Thornton, que consultou mais de 11.500 mil empresas privadas de 40 países do globo.
 
De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (30), o percentual é 18 pontos percentuais superior ao do terceiro trimestre e ficou bem acima da média global, estimada em 66%.
 
Dos donos e diretores entrevistados no Brasil que pretendem elevar os salários, 40% disseram que o aumento deve ser acima da inflação, 10 pontos a mais do que no último trimestre, informa o responsável pelo IBR na America Latina da Grant Thornton, Javier Martínez.
 
Ainda segundo ele, o fato se mostra muito positivo, já que assim a economia se manterá aquecida. "Os trabalhadores não perderão seu poder de compra", diz.
 
Outros países
 
E no que se refere aos empresários de outros países, os da Tailândia (78%) e do Peru (52%) parecem ser os que mais esperam aumentar os salários acima da inflação.
 
O levantamento aponta ainda que as nações que mais pretendem elevar a remuneração de seus funcionários são a Argentina (100%), México (98%), Suécia (95%), Bélgica (90%), Canadá (88%), Índia (87%) e Austrália (85%).
 
“A retenção de talentos continua sendo um dos principais fatores que estimula os empresários a melhorarem a remuneração de seus colaboradores, lembrando que o mercado está cada vez mais concorrido”, diz Martínez.
 
Quanto aos mais pessimistas, destacam Grécia (4%) e Japão (24%), que apresentaram queda de 16 p.p. e 9 p.p. em relação ao último trimestre.
 
Comparativo de 2011
 
E para quem precisa de um comparativo, no consolidado de 2011, por exemplo, 84% dos empresários brasileiros esperavam elevar seus salários. Ou seja, 14 p.p. mais que o registrado em 2010, o que garantiu ao País a 10ª posição no ranking global, mas a última colocação entre os países latino-americanos.
 
Além disso, segundo a Grant Thorton, a expectativa se manteve positiva na maioria das economias pesquisadas, sendo liderada por Argentina (95%), Suécia (93%) e África do Sul (92%). Grécia (11%), Irlanda (17%) e Itália (22%) apareceram no fim da tabela.
 
FONTE: Infomoney
 
Recebido por e-mail - CRA-Online

No topo, o tempo é frio e os ventos fortes



Em atividades que envolvem competição, os participantes são implacáveis.  Não significa que não respeitem os oponentes, mas que usem todas as regras do jogo e habilidades para superá-los.
 
O boxeador não deixará de nocautear seu adversário, nem o atacante evitará fazer o décimo gol, em sonora goleada. Assim também é o jogo empresarial.
 
A luta não é por espaço no armazém do cliente, um lugarzinho na vitrine do revendedor, uma gôndola a mais no supermercado, um outdoor na rua principal. O esforço é para ocupar, pelo tempo que for possível, a mente do consumidor.
 
A terrível luta para chegar ao topo dessa montanha do sucesso, espaço para apenas um, traz uma surpreendente novidade para quem a alcança: fincada a bandeira, não há conforto, pois o tempo é frio e os ventos fortes.
 
A concorrência pelo privilégio de ocupá-lo é negócio para profissionais. Por essa razão, poucas empresas conseguem manter por muito tempo essa condição.
 
Ainda que insistamos, gestores negligenciam o fato de que a permanência ou mesmo a descida requer a boa companhia de experts, pessoas acostumados a lidar com as intempéries.
 
A descida é sempre mais perigosa que a subida. Há o cansaço, o desânimo pela perda do lugar, o encontro com grupos motivados, subindo cheios de energia, o uso de novos recursos de escalada, e os competidores vão chegando com seus tanques de oxigênio carregados de ar puro.
 
Quanto mais baixo desce a empresa, maior o risco de ser atingido por avalanches. Lá no alto há muitos pés pisando em pedras soltas.
 
Empresa no topo é adversário a ser derrotado. Ainda que não queira, é inevitável que o vencedor sempre deixe no rastro do sucesso lições que podem ser aprendidas e aperfeiçoadas.
 
Note que recordes que ficaram muito tempo sem ser batidos, uma vez que ocorram, serão superados sucessivamente Nesse aspecto, crer é poder. Poder que leva o homem a feitos extraordinários, eliminando a própria descrença e descrédito.
 
Por que chegar ao topo, se a permanência cobra alto preço?
 
Por uma razão muito simples: para permanecer em qualquer competição, o mínimo que podemos fazer é dar o máximo.
 
No jogo das empresas, o preço da entrada não costuma ser baixo e o de saída pode ser muito maior.
 
É sempre bom lembrar a velha frase: por que veio, veio por quê?
 
Se não está preparado, não entre na competição. Entrou no jogo é para jogar.
 
Como ficar de fora, se a até a Luiza voltou do Canadá?
 
O trabalho na montanha do sucesso não requer apenas a superação dos adversários e das adversidades, é necessário levar ao local da permanência os recursos para subsistência.
 
O que carregar e como continuar a abastecer o local são decisões que dependerão de conhecimentos, recursos financeiros e habilidades excepcionais, que produzirão as vantagens competitivas.
 
Bem agasalhado, com um bom café, ao lado de uma boa fogueira, céu azul, boa companhia, a vista lá de cima é indescritível.
 
Dizem os especialistas e os estudiosos que do alto é mais fácil observar as carências e criar as condições do futuro.
 
Não acredita? Bom, já esperava essa reação.
 
Vem, vamos perguntar a quem chegou!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Autor do livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Free e-book: Prospecção de clientes e de oportunidades de negócios
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
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Publicado em 26-Jan-2012 ,no site: www.gestopole.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Consolidação da Legislação Previdenciária



Coquetel de Lançamento e Palestra do Livro:
Consolidação da Legislação Previdenciária
(CLP): Regulamento e Legislação
Complementar

No lançamento da 14ª edição da CONSOLIDAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (CLP), o autor irá abordar sobre:

A PREVIDENCIA SOCIAL NO BRASIL E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Percurso histórico desde seu início até o momento.
Proporcionar ao participante uma visão global das consequências da previdência social no Brasil.
  • Breve histórico da previdência social no Brasil.
  • Visão estrutural.
  • Problema conjuntural.
  • Benefícios e a ampliação de políticas assistenciais.
  • Crise moral.
  • Empresa privada e a previdência social.
  • Aposentados que voltam ao trabalho.
  • O repasse das contribuições ao fundo de liquidez da previdência social.
  • Benefícios da previdência social (comentários).
Objetivos
Demonstrar que as empresas podem se reposicionar e promover o crescimento sustentável a partir de inovação na Estratégia do negócio. A palestra é ricamente ilustrada com cases reais e orientações práticas obtidas a partir da experiência acumulada em mais de 15 anos pelo palestrante.
Sinopse da Obra
Objetivando oferecer ao leitor uma obra exaustiva de leis, decretos, instruções normativas e de outras publicações oficiais que são indispensáveis para a prática trabalhista previdenciária, este livro foi editado seguindo rigoroso critério de transcrição das fontes originais e de atualização.

Esta obra apresenta as leis que estabeleceram os planos de custeio e de benefícios da Previdência Social, Leis nºs 8.212/91 e 8.213/91, consolidadas em 14-8-98, e o Decreto nº 3.048, de 6-5-99. Outros textos de interesse para os que militam na área foram editados nesta obra, destacando-se aqueles que explicitam ou particularizam a aplicação da lei, como instruções normativas.

Manual de consulta para advogados e profissionais das áreas trabalhista e previdenciária, contadores, administradores de empresas, peritos trabalhistas e estudantes. Recomendado também para engenheiros, médicos, técnicos de segurança e medicina do trabalho, sindicatos e órgãos de classe.
Sinopse da Obra
Adm. Aristeu de Oliveira
Diretor Presidente da A. Oliveira e responsável por recursos humanos da Editora Atlas S.A..

Um dos mais conhecidos e renomados profissionais na área trabalhista, previdenciária e de recursos humanos, com mais de vinte obras publicadas.

Essas obras são adotadas por universidades, departamento de recursos humanos, administrativo, jurídico, contábeis, departamento de pessoal e entidades de classe.
Data:
07 de Fevereiro de 2012 - Terça-Feira 19h00 às 21h00.
Local:
Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Rua Estados Unidos, 865/889 Jardim América – São Paulo - SP
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