segunda-feira, 7 de março de 2011

Ah, que saudade de Maria!


Publicado em 9-Feb-2011,  por Ivan Postigo
Maria. Sim, esse é o seu nome.
 
Pequena, discreta, reservada, culta, inteligente, prestativa, bem informada, dedicada, estudiosa, excelente aluna, pessoa de fácil trato, iniciando uma carreira.
 
À medida que as tarefas lhe são delegadas as desempenha com desembaraço e sem alvoroço. Tudo lhe parece simples, sem maiores complicações, a ponto de não ser muito observada.
 
Como está sempre disponível, cada vez recebe mais incumbências.
 
Essa descrição nos deixa curiosos e não há como não perguntar: - O que faz Maria?
 
Hum, parecia simples responder, mas Maria faz um pouco de tudo.
 
Vamos mudar a pergunta: - Qual o seu cargo?
 
Na sua ficha, no departamento pessoal, consta “Auxiliar administrativo”.
 
- E o que faz um auxiliar administrativo?
 
- Ah, na nossa empresa o que alguns pedem e outros mandam!
 
Nossa, ainda não conseguimos descobrir o que faz Maria!
 
Bom, Maria lança faturas no sistema, prepara as planilhas de caixa, manda duplicatas para bancos, atualiza contas a receber e pagar com integrações bancárias, cobra clientes inadimplentes, preenche os cheques, chega mais cedo para trocar as fitas de back-up, mantém alguns arquivos em dia e um “monte de outras coisas”.
 
Maria é uma excelente funcionária, deverá ter um grande futuro nessa empresa.
 
Não, Maria já não trabalha mais nessa organização.
 
Ela até que não reclamava de chegar mais cedo do que os outros, mas como morava longe estava gastando muito com combustível, então resolveu procurar algo mais perto de casa e “deu sorte”: Foi contratada por uma grande empresa.
 
Para nós a situação ficou mais complicada, algumas coisas só ela sabia fazer.
 
As tarefas foram distribuídas e o pessoal ainda não pegou o jeito, até o controle de caixa está meio “bagunçado”.
 
Este mês acho que contabilidade não fecha na data a não ser que todo mundo ajude. Vai ter horas extras e não serão poucas. Será complicado explicar para a direção que não poderemos cumprir as datas.
 
Ninguém poderia imaginar que a partida de Maria fosse complicar tanto assim!
 
Uma história boba, aquelas do herói ou heroína que parte para terras distantes, deixando aquele enorme vazio?
 
Não, verdadeira, acontece todos os dias, algumas são desprezadas, outras, há ainda a tentativa de resgate de Maria.
 
Ocorre que Maria, cada vez mais experiente, vai superado obstáculos, deixando sua marca e as empresas que não a reconhecem, afinal oportunidades sempre aparecem.
 
Como Maria não foi notada na empresa?
 
Para o Rh era uma auxiliar, para seus chefes a pessoa que executava os trabalhos rotineiros, para a diretoria a menina da administração, para seus amigos uma pessoa quieta que estudava e trabalhava o tempo todo.
 
E sua genialidade?
 
A observação era geral: - Do jeito que estudava só poderia tirar notas altas.
 
A genialidade, muitas vezes, está em se fazer o básico bem feito.
 
Sendo, você, um piloto de avião ou um especialista em explosivos, por exemplo, seguir todas as regrinhas é o mínimo que o bom senso recomenda.
 
Maria sabia que ao não cumprir as tarefas à risca teria uma bomba nas mãos, e ainda, fazia porque gostava e queria aprender.
 
Na sua atual empresa assumiu um cargo interessante, atende um programa de treinamento para gerenciar o departamento, trocou o carro, está mais sofisticada, desinibida, até mais falante.
 
- Claro, fez curso de oratória!- diriam alguns.
 
Fato é que não sabemos se a invejamos ou lamentamos sua partida, sobrou trabalho para todo mundo: Ah, que saudade de Maria!


Ivan Postigo
Economista, Bacharel em contabilidade, pós-graduado em controladoria pela USP
Autor do livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Postigo Consultoria de Gestão Empresarial
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
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SPEDito, SEJA BEM VINDO!


Publicado em 15-Feb-2011, por Carine De Souza


             Propiciar inovação na gestão empresarial aos organizadores é agregar valores ao mercado de trabalho. Transitamos da era industrial para era do conhecimento, houve mudanças significativas na tecnologia. Se analisarmos o controle fiscal de uma empresa, hoje, vemos um grande salto na gestão empresarial, ótimo para empresa, que reduz custos, aumentando a competitividade e melhoria nos processos gerenciais. Conforme Joseph Schumpeter (apud Escola de Negócios Contábeis, 2010, p.1), “O que movimenta a economia é o empresário inovador”. Os controles fiscais digital vêm com todo vapor, combatendo boa parte da sonegação fiscal, reduzindo custos operacionais para empresário e governo.
            O Sistema Público de Escrituração Fiscal (SPED) é um exemplo de inovação fiscal, também chamada SPED-Contábil, instituído pelo Decreto Lei nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007. O SPED é a substituição da escrituração e, de acordo com o Decreto, “O SPED é instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos empresários e das sociedades empresárias, mediante fluxo único, computadorizado, de informações”. Os arquivos digitais estão disponíveis nas Instruções Normativas. Os livros a serem enviados são: livros diários, razão e seus auxiliares; livros balancete diário e outros livros fiscais.
Segundo a Normativa da Receita Federal do Brasil (RFB) nº 787, de 19 de novembro de 2007, “estão obrigadas a adotar a ECD em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007 e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real”, as demais sociedades empresárias à Escrituração Contábil Digital (ECD) será facultativa. Como se percebe, o envio deve ser feito pelas empresas obrigadas por lei e quem é voluntário. O programa é instalado em um computador conectado à internet. Quando do envio dos arquivos, será solicitada uma senha para assinatura e validação e o responsável pelo envio dos dados é quem terá poderes, de acordo com a Junta Comercial e pelo Contabilista. Assinados e validados a escrituração, é necessária a transmissão dos dados. Após esse processo, será fornecido um recibo, o qual terá de ser impresso, pois contêm informações importantes. A transmissão do SPED deve ser efetuada mensalmente.
            Com o SPED, chamado também pelo escritor Roberto Dias Duarte (2010, p.43), de “Big Brother Fiscal”, haverá uma possível diminuição na sonegação fiscal, porque, por meio do envio, é possível fazer varredura na rede para analisar se há irregularidades por parte do comprador ou vendedor, caso haja não será autorizada transmissão. Esse processo facilitará o acesso às informações entre os diversos órgãos envolvidos no projeto. Este sistema de controle fiscal, se tiver o resultado que se espera, haverá uma criação de oportunidades para redução de carga tributária, claro, se houver interesse dos superiores competentes. Somando a esses valores expostos, o profissional contábil terá uma grande relevância no Brasil.



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Dê o Poder Para os Funcionários da Ponta


Publicado em 20-Feb-2011,  por Julio Cesar S. Santos


 Na Sua Empresa Você Tem Medo de Perder o Controle da Situação? Você Confia Nos Seus Colaboradores? Você Acredita Ser Indispensável?
  
Tente imaginar uma situação que é muito comum acontecer conosco e certamente já ocorreu com a maioria das pessoas que você conhece: _ uma pessoa acabou de comprar um produto defeituoso e retorna à loja para trocá-lo. Lá, ela é avisada que somente o Gerente poderá analisar ocaso e, nesse momento, ele está “em horário de almoço”.

Agora imagine uma situação onde esse mesmo Gerente está em um restaurante e solicitou um determinado prato, o qual veio outro completamente diferente. Seguindo as regras do próprio restaurante, o garçom chama o seu Gerente para resolver esse “problema” com o cliente.

O que essas duas situações corriqueiras têm em comum? A falta de poder para “a ponta”; ou seja, a falta de Empowerment. Não faltam artigos, teses ou até mesmo dissertações que enalteçam os enormes benefícios do Empowerment, embora o que se perceba no dia-a-dia das empresas seja exatamente o contrário. Ou seja, centraliza-se cada vez mais o processo decisório, mesmo quando o problema é relativamente simples de ser resolvido.    

Como nos casos acima, quando representamos o papel de consumidor recebemos como clientes, o mesmo tratamento burocrático que dispensamos aos nossos clientes. Porém, ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, a centralização das decisões não é uma característica presente apenas nas grandes organizações. Pequenas e médias empresas também sofrem desse mal burocrático, pois existe certo medo – generalizado – de que se o poder for concedido para “as pontas” as conseqüências seriam desastrosas. Veremos abaixo algumas razões pelas quais as lideranças não delegam poder:

 

·        O sentimento de que ele (o Líder) perderá o controle da situação.

·        Os funcionários não realizarão o trabalho corretamente.

·        Existe o risco dos funcionários fazerem melhor do que o próprio Líder.

·        Poderão imaginar que ele (o Líder) não tem trabalho suficiente.

·        Seus funcionários são inexperientes e desmotivados.

·        Não confia nos seus colaboradores.

·        Sua equipe não possui a visão do todo.

·        Não dá para “segurar” os erros dos outros.

·        O medo de que não será mais “indispensável”.

 

Observe que as razões acima são todas de cunho estritamente pessoal, não tendo nada a ver com o tamanho da organização ou o grau do serviço prestado.

Por outro lado, existem empresas em que qualquer funcionário que seja abordado pelo cliente com algum tipo de problema, imediatamente esse colaborador se torna o responsável pela solução e ainda tem um limite financeiro estipulado para tal. O melhor de tudo isso é que o problema é resolvido sem memorandos, reuniões ou o envolvimento de qualquer Gerente.

No início, alguns diretores dessas organizações acreditavam que essa nova regra levaria a empresa á bancarrota e, para surpresa de todos eles, o tempo de resolução de problemas caiu, o grau de satisfação dos clientes subiu, o clima organizacional melhorou sensivelmente e novas unidades foram criadas para dar conta do aumento das vendas. Enfim, com o poder voltado para as pontas, as referidas organizações cresceram e os clientes se tornaram mais fiéis e felizes.

Diante disso, as organizações devem compreender que o Empowerment vem de cima para baixo e o Líder máximo deve ter a clara visão de que a “guerra pelo cliente” acontece é na “ponta” da sua empresa e não nos escritórios com ar condicionado, poltrona de couro e carpete.

Devemos nos lembrar de que o problema é de ordem pessoal e, por isso mesmo, torna-se necessário contrata – ou formar – Gerentes que sejam humanos, imperfeitos e que não tenham medo de “sombra”. Humanos, porque devem ter a consciência de que não terão o controle de tudo. Imperfeitos, porque seus comandados algumas vezes farão melhor que ele. Não ter medo de sombra, pois indispensável é aquele que sai de férias, desliga o celular e o cliente agradece.

Sendo assim, quando a ponta tem o poder sobra mais tempo para a liderança pensar a estratégia da organização e, como disse Henri Ford, “pensar é o trabalho mais pesado que existe e talvez seja por isso que existam tão poucas pessoa dedicadas a essa tarefa”.


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domingo, 6 de março de 2011

O Tríplice nó empresarial - O oráculo de Varuna


Publicado em 10-Feb-2011,  por Ivan Postigo



Nasci na cidade de Sorocaba, interior do estado de São Paulo, na vila Hortência, a única colônia espanhola no Brasil que tenho conhecimento. Muitas ruas ainda são referências a esse passado e se chamam Granada, Catalunha, Sevilha, Madri.
 
Meus avós, oriundos de Almeria, deixaram as terras no velho continente em busca de uma vida melhor no nosso país.
 
Refletindo sobre formas de aplicar ensinamentos de gestão empresarial, comecei a resgatar fragmentos de histórias que me contavam na infância e que hoje me permitem ter um entendimento mais prático de alguns aspectos da vida.
 
Um pouco de minhas lembranças numa interpretação para gestão:
 
Conta a lenda que numa distante terra no Oriente, há dezenas de centenas de anos, havia uma pequena cidade, morada de sábios, que resolveram com seus ensinamentos ajudar seus habitantes, um povo laborioso, a ter uma vida melhor.
 
Construíram um oráculo, dedicado a Varuna, deus arquiteto e ferreiro, que  possuía um conhecimento infinito.
 
Varuna é chamado de Passabrit "senhor do nó corrediço". Esse epíteto, expressão que o qualifica,  apresenta  uma das mais relevantes características do deus. Os nós simbolizam a capacidade de prender ou libertar, de dar vida ou de tirá-la.
 
Segundo os sábios, com suas orientações e com ajuda do oráculo, todas as dúvidas e dificuldades para desenvolvimento de negócios poderiam ali encontrar respostas.
 
Para se chegar ao oráculo, onde as perguntas seriam feitas, era necessário subir  4 degráus, com inscricões que orientavam seus visitantes.
 
No primeiro estava escrito  “decifra-me”, no segundo “aprende”, no terceiro “desata-me’, e no quarto “ prospera”.
 
Dentro do oráculo havia uma corda que formava um círculo, com três nós, considerados dificeis de serem desatados, também com inscrições.
 
Em uma delas lia-se “ Procura-me e oferece”, em seguida, no segundo nó,  “ atende-me sem demora”, no outro, por fim,  “ Cuida e sucede”.
 
Em um muro de pedras, logo após deixar o oráculo, a caminho de casa, os peregrinos encontravam a seguinte inscrição:
“Nada pode-se ensinar aos homens, podemos apenas ajudá-los a encontrar suas próprias verdades”.
 
Todos que faziam a peregrinação e seguiam as instruções recebidas  obtinham excelentes resultados nos seus empreendimentos.
 
À medida que os negócios se desenvolviam a cidade crescia, mas perdia-se o  interesse pelo sábios e pelo oráculo.
 
As melhorias, após consultas,   eram consideradas meras coincidências.
 
Um dia, para espanto de alguns e pouco interesse da maioria, desapareceram os sábios e toda estrutura do oráculo.
 
No local, de terra batida, havia apenas uma inscrição, feita aparentemente com uma vara, que o vento e a poeira se imcumbiram de apagar: “ Mil anos os separarão  da verdade “.
 
Pouco a pouco,  os negócios e a cidade começaram a definhar, não restando nos dias atuais vestígios dessa civilização, apenas a história contada boca a boca, à qual apenas alguns  dão ouvidos.
 
Acredita-se, aqueles que acreditam, que as antigas lições são as mesmas que hoje procuramos  ensinar aos gestores de nossas empresas.
 
O nós tinham os ensinamentos fundamentais  para desenvolvimento de negócios.
 
Primeiro nó: “Procura-me e oferece”, orienta para a prospecção de oportunidades  e oferta de  produtos.
 
Segundo nó: “Atende-me sem demora”, é  uma indicação clara de  que uma vez obtido o pedido o cliente tem  que ser atendido sem atrasos.
 
Terceiro nó: “Cuida e sucede”,  aconselha que se faça  rigoroso controle das tarefas  e do caixa para que se possa alcançar o sucesso.
 
Nas escadas havia a orientação básica para uso desses conhecimentos, pois uma vez entendido o enigma, as lições deveriam ser aprendidas, os nós desatados , na verdade as dificuldades equacionadas, para se obter a prosperidade.
 
O pouco que se sabe é que com o desaparecimento do oráculo muitos ensinamentos foram perdidos.
 
Há quem acredite que essa civilização possa ter tido ligação com a Atlântica, outros que foi só mais um local enterrado pelo tempo, e a maioria que é apenas mais  uma lenda.
 
Fato ou lenda, quem tiver sabedoria para seguir esses ensinamentos certamente terá sucesso, embora não sejam mais do que velhos conselhos para problemas novos.


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
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[Sete Lições da Disney] Número 7



Publicado em 25-Feb-2011,  por Gustavo Rocha



    Lição número 7: Todas as pessoas são importantes.

Você tem alguma dúvida em relação a sétima lição?

Existem muitos profissionais que ao alcançarem degraus altos dentro de empresas, ao obterem reconhecimentos por estudos e títulos pensam que são mais do que outras pessoas.

É a famosa fama.

Um porque é doutor, outro porque tem cargo de chefia, outro ainda porque pensa que pode.

Ledo engano.

Pelo menos, eu disse pelo menos, dois motivos são fundamentais para que todas as pessoas sejam importantes para você.

    1. Humildade;

    2. Mercado;

Ser humilde é uma benção. Uma pessoa humilde conquista muito, seja pela simplicidade, seja por estar ao lado de todos o tempo todo. Quem aceita pessoas grosseiras ou pedantes é porque não é humilde, é burro. Humildade não é submissão. Humildade significa não querer ser mais do que ninguém, é trilhar o seu caminho sem pisar nas outras pessoas.

Se você é humilde, você sabe que todas as pessoas são importantes.

Agora, se você não é, quem sabe o mercado lhe mostre o quanto isto é importante.

O mercado não perdoa: Se você ficar mal falado, propaganda não resolve, investimento em treinamento pouco adianta, você cria uma marca em volta de você, contra você.

Se você humilha a moça do cafezinho, se você destrata porteiros, se você age como a única pessoa importante fosse você, cuidado, o seu ego pode lhe engolir.

Pesquisas de mercado mostram que o povo gosta daquilo que é próximo dele. Ou seja, se adquire produtos ou serviços por características regionais.

Ao maltratar pessoas, você está agindo de maneira contrária ao mercado. O mercado quer produtos e serviços que se importem com cada um. Ser um número não é diferencial.

Se assim fosse, as empresas de telefonia não seriam campeãs de reclamações no PROCON. Elas tratam as pessoas como número e não com a singularidade que elas merecem.

Você quer ser mais um ou alguém? Começe fazendo isto na sua empresa, no seu dia a dia.

Pense nisto.

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Indicação comercial com precisão: Procure nas boas casas do ramo de sua cidade!



Publicado em 15-Feb-2011,  por Ivan Postigo


Há alguns anos, quando meus filhos eram pequenos e morávamos numa casa , usei um aparelho para eliminar insetos voadores, evitando produtos químicos, prevenindo qualquer reação à rinite de um deles. Hoje moro em um apartamento e sou menos atacado pelos bichinhos voadores .

Bom, achei que era, pois eles me descobriram e agora fazem algumas visitas. Fico imaginando se estão subindo pelo elevador, pois pelas janelas, devido a altura, não entravam.

Com boas lembranças do aparelho pesquisei na internet e a princípio encontrei um produto fabricado na China, como não recebi informações seguras sobre a assistência técnica, resolvi investir um pouco mais de tempo e procurar algo produzido na nossa terra.

Umas horas a mais dedicadas à pesquisa, vi alguma indicação de um possível fabricante nacional. Como não havia conseguido qualquer informação no mercado resolvi perguntar à empresa se fabricavam e onde poderia encontrá-lo.

A resposta não foi rápida, achei que não tivessem recebido meu e-mail, mas eis que uma tarde estou checando a correspondência e lá está o retorno do SAC, Serviço de Atendimento ao Consumidor.

Todas as descrições do produto, forma de operação, foto e uma indicação onde poderia comprar. Exatamente como recebi: “você pode encontrar nas melhores casas do ramo de sua cidade”.

Isso me fez lembrar a época em que eu trabalhava bem distante de minha residência, viajava com amigos e no caminho ouvíamos um programa de rádio que fazia propagandas de uma fábrica de velas. O locutor dizia mais ou menos assim: - Peça pelas velas marca X nas boas casas do ramo.

Todo santo dia havia, como dizia um dos companheiros de viagem, uma “perguntação”: - Onde em nossa cidade havia uma boa casa do ramo.

Eu já havia procurado pelo aparelho na cidade onde tenho residência. Por onde passei ninguém conhecia. Já havia visitado uma boa casa do ramo no centro da cidade de São Paulo, que havia me indicado o aparelho chinês e não conheciam nenhuma outra marca.

O produto é muito interessante, já o usei, mas como me chamou a atenção o fato de que muitas pessoas ainda o desconhecem resolvi fazer uma pesquisa ou uma “perguntação” como diria meu amigo.

Perguntei a cem pessoas sobre o aparelho, pelos mais diversos nomes, ninguém tem lembranças de tê-lo visto ou ouvido falar. Fiz uma descrição do aparelho, obtive o mesmo resultado.

Comercialmente há duas questões a serem tratadas pelo fabricante, caso queira ter mais sucesso com o produto, não quer dizer que não tenha:

A primeira é redefinir o que nos dias de hoje podemos considerar “boas casas do ramo”. A segunda é tornar o aparelho conhecido, pois este faz o que se propõe.

Um caso interessante para quem estuda e trabalha com propaganda, pois o grande foco hoje em dia é estabelecer a diferenciação entre produtos e as vantagens de um sobre outro.
Neste caso voltamos àquilo que ela se propunha há alguns anos: Divulgar a existência de um produto e estabelecer pontos de venda.

O produto que encontrei, importado da China, vem em quantidade limitada e mesmo não sendo tão conhecido apresenta escassez, o que mostra que se as boas casas de ramo fizerem alguma divulgação todos terão resultados bem satisfatórios .

Você que é fabricante deve ser o maior incentivador da demanda dos seus produtos e precisa ter grande domínio sobre a distribuição destes, uma vez que pode estar deixando de explorar um enorme potencial de vendas.

Logo após a primeira resposta do SAC pedi que me informassem quais lojas de minha cidade eram clientes e poderiam ter o aparelho. Surpresa!

Nenhuma boa casa do ramo tinha o que eu precisava. Recebi duas indicações, uma a 40 quilômetros da cidade em que resido que conta com 355.000 habitantes, e outra a 45 quilômetros.

A aglomeração urbana nesse raio ultrapassa 2,5 milhões de habitantes e as boas casas do ramo contam apenas duas.

Muito trabalho comercial a executar. Que bom!

Realmente, se for feito.


 Ivan Postigo
 Diretor de Gestão Empresarial
Autor do livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Autor do e-book: Prospecção de clientes e oportunidades de negócios
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sábado, 5 de março de 2011

O que você vai fazer com seu dia hoje?


Publicado em 12-Feb-2011,  por Ivan Postigo


Todos nós vivemos abrigados por uma empresa. Como proprietários ou colaboradores. Uma organização fabricante de um produto ou prestadora de serviços.
Passaremos nossa vida profissional nesse local ou partiremos para outro, mas sempre abrigados no “guarda-chuva” empresa.

O futuro do empreendimento em que estivermos envolvidos determinará nosso futuro.

Podemos afetá-lo também ou apenas sermos afetados pelos acontecimentos. Isso será determinado pelas nossas ações, com competências e poder de influência.  Uma simples regra da cadeia de conseqüências.
Não importa se você é um empresário, cientista ou trabalhador braçal, sua importância para o sucesso do fluxo é indiscutível.

Como diz uma música conhecida de todos nós: “Cada um no seu quadrado”.

Quando você não cuida dele alguém necessariamente terá que fazê-lo e influenciará no seu destino.

Gestão empresarial pode ser considerada um campo de trabalho instigante e também frustrante.
Instigante porque um dia não é, não precisa e, muitas vezes, não deve ser igual ao outro.
Frustrante porque, como diz um velho ditado, “Fazendo tudo certo, você tem cinquenta por cento de chance de ter sucesso”.

Nós dificilmente sabemos o que vai fazer sucesso. É verdade que nossa experiência nos ajuda, nos orienta, permite analisar sinais, mas não nos dá garantias.
Canções, livros, histórias, peças de teatro muitas vezes ficam adormecidos por anos, até que um fato os resgata, são aplaudidos e dão retornos financeiros substanciais.
Os criadores do Super-Homem jamais poderiam imaginar o que estavam criando quando o colocaram no mercado, nem quando venderam os direitos.
Fator fundamental é que o fizeram!

Do nascedouro à versão atual, muitas mudanças aconteceram, devido ao ambiente, circunstâncias e expectativas.

Nossas novelas na televisão, tão assistidas e aplaudidas, também procuram atender expectativas da audiência.
A cada história que lemos ou assistimos, torcemos por alguns personagens e esperamos que reajam, que tenham atitudes, conforme faríamos se estivéssemos lá, mas o que fazemos com o personagem da nossa história de vida, dia após dia?
Escreva a sua história de futuro. Faça uma sinopse, escreva um roteiro e procure segui-lo.

Networking, capacitação alianças, compartilhamento, negociação, motivação são fatores que nos permitem arquitetar e conduzir nosso projeto de vida.

Após o seu café da manhã o que você fará hoje que contribuirá mais do que ontem para atingir seus objetivos?
O verbo para a estratégia você, certamente, conjugará no futuro, mas para ação tem que ser no presente.
Não podemos nos lamentar porque “o problema dos nossos tempos é que o futuro já não é o que era”!

Certamente é mais complexo, contudo substancialmente mais interessante.
Todos nós temos idéias saudosistas, nos encantamos com carros antigos, mas quem está disposto a abrir mão da direção hidráulica?

Você sabe que com a dinâmica atual “o sucesso não está garantido, mas também tem certeza de que o fracasso nunca é definitivo”.

O poder para isso está no que você vai fazer com seu dia hoje.

Pensando no futuro, o que a sua empresa pode esperar de você?


 Ivan Postigo
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[Sete Lições da Disney] Número 6

Publicado em 18-Feb-2011, por Gustavo Rocha


Lição número 6: Recompensa, reconhecimento e comemoração.

Você já se perguntou por que um funcionário trabalha?
Melhor ainda, você já o questionou do porque ele trabalha para você?
Muitas respostas são do tipo:
“gosto de trabalhar aqui, o ambiente é bom”.
“me sinto como em família”.
“o escritório é bom, moderno, importante trabalhar aqui”.
Respostas que parecem boas, mas apenas demonstram que os funcionários não estão adaptados a realidade de mercado. Porque? Trabalhamos para sermos remunerados por isto.
Esta é a grande verdade.
De novo: Trabalhamos para ser remunerados por isto.
Se você pensa que existem outros motivos, está enganado. Os outros motivos são acessórios. O principal é sermos remunerados.
Sabe por quê?
Porque o funcionário que trabalha apenas pelo amor a camiseta, na primeira discussão ideológica com o chefe ele vai embora.
Porque o funcionário que pensa que o ambiente é bom e isso é tudo, não vislumbra crescimento, nem plano de carreira, nem nada disto…
Porque o funcionário que vê nos colegas o seu futuro, não sabe o que é melhor para si.
Queremos funcionários coleguinhas que não podemos dizer como fazer isto ou aquilo?
Não. Queremos pessoas comprometidas com o projeto da empresa, que sabem que no futuro da empresa existe a real possibilidade de ser remunerado e crescer adequadamente.
Você investe em recompensas, reconhecimentos e comemora o sucesso com a sua equipe?
Este é um enorme diferencial competitivo….
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Competências de um líder maior


Publicado em 15-Feb-2011,  por Madalena Carvalho

Quando estudamos sobre competências aprendemos, de forma bem simplista, que competência é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes. Se formos ao dicionário vamos verificar que a atitude é o modo de proceder, de agir, o comportamento. Assim sendo, podemos afirmar que a parte mais importante da competência está na nossa postura.

 Quando as empresas elaboram os seus quadros de competências essências, aquelas que representam sua missão, princípios e valores, lá vemos uma série de anseios da organização em relação a seus colaboradores: capacidade empreendedora, foco em resultados, tomada de decisão, negociação, liderança, criatividade e tantas outras.

Mas, cabe uma pergunta importante: será que estas competências são realmente essenciais? Se considerarmos a atitude como princípio fundamental da competência, os comportamentos esperados não deveriam ser mais valorizados?

Evidente que precisamos de profissionais com foco em resultados, hábeis negociadores, criativos, empreendedores, que saibam trabalhar sob pressão, mas precisamos urgentemente de líderes com comportamentos que impactem mais significativamente nos negócios ou, pelo menos, dar às competências conotações mais acentuadas.

Deveríamos experimentar, em nossas empresas, gente capaz de ser:

* Humilde

Humildade não no sentido subserviente, mas humilde para aprender, desprovido de arrogância que só bloqueia a aprendizagem, humilde para ouvir e compreender, humilde para focar o principal e não o acessório, humilde para compartilhar o conhecimento, humilde para entender que o peso maior da existência não estar no TER e sim no SER. E é bom que não se esqueça que humildade é uma virtude.

* Inteligente

Inteligência que vá além da capacidade de diagnosticar, de prever cenários futuros, de analisar situações por diferentes ângulos, que vá até mesmo além da habilidade de interagir com as mais diversas pessoas, controlar impulsos, expressar sentimentos. É preciso aguçar a inteligência espiritual, não no sentido de religiosidade, mas a inteligência que busca a iluminação, que busca a sabedoria, uma inteligência voltada para ser melhor. Como Mahatma Gandhi escreveu: "Quando um único homem chega à plenitude do amor, neutraliza o ódio de muitos milhões".

* Responsável

Não a responsabilidade exigida pelas empresas, que a nós não é mais do que obrigação, mas responsabilidade por cada palavra dita, por cada gesto manifestado, por cada ação tomada, por comentários feitos pelas costas, diria mais, responsabilidade até pelos nossos pensamentos.

Aprendemos na ciência que nenhuma energia se perde, todas se transformam. Então, por que não colocar nas nossas relações diárias algo que não se ensina nos livros e nem nas escolas, um pouco de amabilidade no comportamento, em todos os momentos, em todos os níveis, diariamente e pela vida inteira?

* Humano

Somos seres humanos, possuímos inteligência que nos faz superiores a outros seres vivos. A própria palavra humana está sempre associada à bondade, à benevolência. Então, um grande líder deve SER HUMANO.

Alguém que seja capaz de amar plenamente sem ser servil, alguém que entenda e pratique o perdão, que seja capaz de ouvir plenamente o outro numa atitude de entrega, que possa agir por convicção interna, ser sensível sem ser piegas, capaz de agir com ética e respeito, capaz de celebrar as vitórias e conquistas incondicionalmente e não por um compulsório dever, capaz de rever seus valores, capaz de mudar seus pensamentos, capaz de realizar uma intramudança, capaz de dar a luz a si mesmo.

É importante saber que a atitude, ponto crucial da competência, depende exclusivamente do indivíduo. Por melhor que seja o coach, mentor, orientador, instrutor ou qualquer nome que o valha, jamais se pode garantir que os esforços do ensinar estão gerando resultados, porque a estes só cabe mostrar o caminho, despertar para uma nova consciência, remover obstáculos, facilitar a passagem... E a prova maior de tudo isso pode estar em que Goethe disse: "O que herdaste de teus pais adquire-o para possuíres".




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sexta-feira, 4 de março de 2011

[Sete Lições da Disney] Número 5


Publicado em 18-Feb-2011, 6:50 por Gustavo Rocha


Lição número 5: Múltiplos postos de escuta.

Talvez a lição mais importante ou pelo menos está no top list delas.
Apesar de escrever, falar, mandar sinais de fumaça, parece que o dono do negócio não aprendeu ainda que a melhor forma de crescer é ouvir o seu cliente.
O marketing é importante, o planejamento também, a execução mais ainda, contudo sem o foco no cliente nada disto serve.
E como ter foco no cliente se você não sabe como o cliente pensa?
Para saber como o cliente pensa, melhor ouvi-lo.
Crie pesquisas de satisfação na recepção do seu escritório;
Quando atende-lo, pergunte como foi a recepção e os funcionários;
Faça o cliente oculto;
Depois destas pesquisas realizadas, obtenha os resultados e comece a investir nas mudanças. Os clientes indicarão o caminho.
Percebeu que os clientes não conhecem determinada área do escritório? Ótimo, intensifique o marketing jurídico.
Percebeu que os clientes estão insatisfeitos com a recepção? Ótimo, ajuste, treine, troque pessoas se necessário.
A pesquisa é apenas um meio. Agora, se o seu negócio não obedece a regra da Disney de vários canais de comunicação, como o cliente pode dizer o que pensa?
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Trate sua Carreira como um Negócio

Publicado em 14-Feb-2011,  por César Souza



Ouvi recentemente de um empresário catarinense que não vivemos apenas uma "época de mudanças", mas sim uma "mudança de época". Isso exige uma nova forma de pensar sobre a vida e o trabalho. A carreira tradicional acabou. Não fique esperando que a empresa onde trabalha planeje a sua. Quer fazer de sua carreira um sucesso? Trate-a como um negócio, em vez de como uma sucessão de cargos que pretende acumular ao longo da sua vida útil.
Você provavelmente sabe muito bem cuidar dos projetos da empresa onde trabalha. Seja pelo menos tão bom ao gerenciar o seu projeto de vida e carreira. Você já deve ter preparado algum tipo de business plan para um novo produto, um negócio ou um mercado que sua empresa está analisando. Ou já deve ter assistido a apresentação de algum desses planos preparado por um colega. Se ainda não o é, você deve estar almejando um dia ser o presidente da empresa. Ou sonhando que um headhunter o recrute para ser o diretor-executivo de uma unidade de negócios ou até mesmo de outra empresa. Mas, lembre-se, você já é o presidente da sua vida, o empreendimento mais importante que pode imaginar. Chegou a hora de preparar o business plan mais importante de todos o negócios com os quais já se envolveu até hoje: o da sua carreira.
Mas, como fazer?
O primeiro passo é mudar sua forma de pensar. Pense como um empreendedor, saia da zona de conforto que você construiu para si nos últimos anos. A década na qual vivemos hoje será lembrada no futuro como o início de uma revolução imperceptível, o momento em que um grande número de pessoas reassumiu as rédeas de seu destino, que havia sido de certa forma delegado à empresa, ao governo, à Igreja e a outras instituições.
No passado nos acomodamos com a tentativa das empresas de traçar os planos de carreira de seus funcionários. Mas isso não é mais possível, esse mundo acabou. O ritmo alucinante de mudanças no qual vivemos impede as empresas de fazerem planos de carreira de longo prazo. Uma simples razão: será que algumas dessas carreiras na ladeira organizacional ainda existirão daqui a 10 anos?
Se você tem tido sucesso e se acostumou a pensar e a fazer as coisas de uma forma nos últimos anos, saiba que o sucesso do passado não garante seu futuro. E que o maior inimigo do sucesso é o próprio sucesso que acaba fazendo-nos acomodar. Não acredite que "devagar, e sempre, a gente chega lá". Hoje em dia, devagar não se chega a lugar algum e quem espera nunca alcança. Ou pode chegar tarde demais quando as oportunidades viraram a realidade de quem chegou mais rápido que você.
Outra forma de pensar que pode ajudar muito seu posicionamento estratégico no mercado de trabalho: as opções que você tem não se limitam aos competidores da empresa onde trabalha. Muita gente quando pensa no mercado de trabalho se limita a pensar apenas na concorrência. Amplie seus horizontes. Pense em toda a cadeia do negócio. As oportunidades podem estar nos distribuidores dos produtos de sua empresa; ou em algum fornecedor estratégico, em algum parceiro. Ou pense em montar sua própria empresa para prestar serviços para o atual empregador.
Você já pensou onde quer chegar daqui a três anos, em 2010? E em 2015? Sim, isso mesmo, você já tem visualizado o futuro que gostaria de inventar? Identifique onde você quer chegar com clareza pois fica difícil definir uma estratégia quando não temos clara a métrica do nosso sucesso. E curiosamente a maioria das pessoas gasta a maior parte do seu tempo pensando no passado, de onde veio, as dificuldades que enfrentou, se vangloriando dos acertos que teve. Outra grande parte do tempo também é usada em justificar onde está, o seu presente, os desafios que vive, as metas a alcançar até o final do ano. E acaba dedicando pouquíssimo tempo a pensar onde deseja chegar, a inventar seu futuro, a sonhar de olhos abertos com os pés no chão. Perceba que o importante não é de onde você veio, nem onde está, mas onde você quer chegar !
Vamos lá, mexa-se! Prepare um plano para sua carreira e trate-a como um negócio. Pense como um empreendedor. Evite se colocar como um empregado que pensa na seqüência de cargos que pretende acumular ao longo do tempo.

César Souza é presidente da Empreenda, palestrante e autor dos bestsellers VOCE É O LIDER DA SUA VIDA (Sextante, 2009) e de CARTAS A UM JOVEM LÍDER (Campus, 2010).
www.blogdolider.com.br - twitter.com/cesar_souza




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Liquidação ou desrespeito ao consumidor?


Publicado em 11-Feb-2011,  por José Ivan Maia

 Estamos em época de liquidação em praticamente todo o país. Ótimo. Todos têm a oportunidade de comprar vários produtos com atraentes descontos. Até aí, tudo bem. Mas reflita: se neste período é possível vender com 70% de desconto ou até mais, será que as margens praticadas durante o ano não são abusivas? Claro que ninguém é obrigado a comprar, compra quem quer e cada lojista sabe dos seus custos, mas sinto-me desrespeitado quando o mesmo produto que comprei em dezembro por R$ 100,00, é vendido por R$ 30,00 em fevereiro.

Os argumentos são bons: renovação de estoque, novas coleções, modelos mais modernos etc. Compreendo. A liquidação é uma ótima estratégia para atrair os consumidores e inclusive concordo, o que não posso aderir é com o abuso, o exagero. Você acha que leva vantagem em fevereiro, mas foi explorado durante o ano todo.

Entendo que especialmente o comércio, necessita de ações que movimentem as lojas e despertem a sedução pela compra em seus clientes, mas o porquê dos excessos? Os descontos em demasia podem ser bons para os consumidores mais oportunos, que só “vão na boa”. É não premiar a fidelidade, aliás, o que tanto se busca hoje no mercado consumidor é fidelizar. Os clientes frequentes, que compraram o ano inteiro em uma determinada loja, na média montante, foram lesados, pois pagaram valores maiores por produtos similares aos da liquidação.

Talvez se todos praticassem uma política de preços adequada durante o ano, o consumismo do ilusório torra torra não seria necessário. Viva o desrespeito!


Autor: José Ivan Maia – fev/2011
www.maketingeanexos.jex.com.br

 
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quinta-feira, 3 de março de 2011

[Sete Lições da Disney] Número 4


Publicado em 4-Feb-2011,  por Gustavo Rocha

 Lição número 4: Tudo mostra entusiasmo.

Na lição da sexta passada, falamos de todos devem mostrar entusiasmo. Hoje, a lição é tudo mostra entusiasmo.
Aqui não estamos falando das pessoas, mas sim da apresentação, do local, da magia que envolve a empresa.
Uma frase resume bem: Não adianta ser, tem que aparentar ser.
Se o seu escritório é organizado, ótimo. Se as pessoas demonstram entusiasmo, melhor ainda. Agora, quando afirmamos que tudo mostra entusiasmo estamos buscando um ambiente de magia. Estamos buscando um ambiente em que as pessoas que lá entram sintam-se amadas e reconfortadas por estarem lá.
Porque não usar este conceito em um escritório jurídico?
Queremos que o cliente sinta-se como no nosso negócio?
Feliz? Em paz? Amado?
OU
Intimidado? Acomodado? Triste?
O estado de espírito da equipe e da disposição do escritório são importantes para o crescimento do mesmo. Um cliente procura um profissional com conhecimento, vontade e principalmente num local onde ele sinta-se bem.
Quando você entra no seu escritório, qual a referência que você tem? As pessoas sentem-se bem? É aconchegante?
Perguntas como esta podem mudar a magia do seu negócio. Pense nisto.
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Resiliência, metanóia e a arte de cavar buracos.



Publicado em 14-Feb-2011,  por Ivan Postigo



Nossa curiosidade nos faz cavar o tempo todo. Cavamos o presente, o passado, as idéias de futuro, as verdades, as mentiras, realidades e fantasias. Questionamos o óbvio e aceitamos o imaginário.
Encontramos pessoas que não acreditam que o homem pisou na lua, mas não abrem mão da crença em Adão e Eva.
Quando perguntados em que época viveram os dinossauros no Paraíso, batem o pé querem marcar um duelo ao por do sol!

O que percebemos no ser humano é que “cavar é necessário”.

Indiscutivelmente saber onde cavar é conhecimento, saber quando parar é sabedoria!

Nas empresas, na condução de nossas vidas, algumas vezes nos encontramos naquilo que denominamos “sinuca de bico”.

O problema se apresenta ou o criamos, mas não conseguimos a resposta com facilidade.

Vamos a um exemplo:
Você é uma pessoa que acredita em dar oportunidades.

Vai ao chão de fábrica e promove duas pessoas, sem uma boa formação escolar, para funções que lhes abrirão os horizontes e proporcionarão maior retorno financeiro.
Desenvolve para ambas um programa de treinamento.

Uma delas se envolve de corpo e alma, a outra é mais displicente.

A negligência com a oportunidade o deixa maluco, mas você prometeu e se comprometeu com seus ideais a transformar a sua decisão num caso de sucesso.

O tempo passa e a situação pouco muda. Um dos eleitos segue firme e você se sente gratificado, o outro o aborrece, e você começa a sofrer com a situação.

Desistir jamais! Você não é uma pessoa que entrega os pontos facilmente!

A situação é tão desconfortável que seus pares já começam a duvidar de sua capacidade de tomar decisões sensatas.

Em determinado momento você percebe que terá que cavar.

Numa dessas batidas de picareta, abrindo já um buraco fundo, você se depara com dois conceitos: Resiliência e metanóia.

Descobre então que a psicologia tomou emprestado da física o termo, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos, resistir à pressão, choque ou stress, sem entrar em surto psicológico.

Ao mesmo tempo em que reflete sobre isso avalia metanóia e um de seus significados.

Metanóia quer dizer mudança de mentalidade. Para os gregos tem um significado especial como ir além, passar além de, ultrapassar, exceder, elevar-se acima de, transcender.

Meta com o significado de acima ou além e nóia como mente.

Metanóia pode ser considerado como transformação do pensamento, mudança de mentalidade, aspectos importantes para que as informações coletadas se transformem em aprendizado e aplicação prática.

Você que ao ver a luz no fim do túnel imaginava o trem de volta, já começa a encontrar uma saída e um jeito de não ficar mais em situação difícil perante os colegas.

Todas as chances você havia dado ao seu pupilo, estava na hora de uma conversa franca e definitiva.

Você o chamaria, explicaria novamente todo o projeto, o propósito da oportunidade que lhe havia dado e que, observando comprometimento, estava disposto a lhe conceder um tempo maior para mostrar resultados.

Para finalizar lhe diria, de forma assertiva: Você tratando da sua metanóia, estou disposto a cuidar da minha resiliência, senão eu paro de cavar!

Hum, será que ele vai entender?

Sabedoria também é saber quando insistir ou mudar os rumos!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo


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Terceiros


Publicado em 8-Feb-2011,  por Sergio Antonio Meneghetti


Opção econômica ou tecnológica, não importa, o que importa é como esta parcela funcional se comporta dentro ou fora da empresa.

Existe toda uma preocupação com a gestão, onde, as diretrizes são cascateadas para homogeneizar seu publico interno tornando a empresa competitiva no mercado e com uma qualidade sempre atualizada.

Será que a cultura interna está abrangendo todo o corpo da empresa?
Será que o terceiro está tendo o mesmo conteúdo de informações e práticas necessárias para manter a empresa no mesmo nível?

Em muitos casos é observado grande esmero com os efetivos, mas existe um abismo cultural com os contratados, não que seja totalmente necessário devido ao tipo de trabalho desenvolvido por esta parcela interna, mas homogeneidade na conduta, práticas e política interna (como segurança, por exemplo) só virá somar ao todo.

Tudo tem um custo, e redução é palavra de ordem em todo lugar, porém deve-se lembrar que quanto maior a cultura de um grupo, melhor resultado terá, e deixar uma parcela isolada pode ser o ponto crucial para se conseguir metas importantes.

Manter a informação atualizada em todos os cantos da empresa é lucro com certeza.
 Como já falou alguém:
- Não adianta fazer uma festa e economizar nos palitinhos.
Os países, empresas ou instituições são grandes quando investem no conhecimento.

Do outro lado da moeda segue a pergunta:
E você terceiro quer ser o melhor terceiro?
Se você respondeu “Sim”, provavelmente conquistará sua meta.
Só tem um detalhe, você será “terceiro”.
Vai uma dica:
Se você quiser crescer, pense como sendo o “Primeiro” e não o “Terceiro”, desta forma sua visão terá longo alcance e poderá conquistar pontos mais altos.

Lembre-se que terceiro não deve ser apenas um atravessador de mão de obra, tem que pensar grande, gerir da melhor forma possível seu corpo profissional, lembrando que é este publico bem esclarecido e orientado que fará base para seu crescimento.

Quem pensa grande no mínimo alcançará à média, quem pensa pequeno está fadado a morrer no meio do caminho.

“Ser o primeiro é questão de opção, conseguir o objetivo é trabalho e determinação”.






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quarta-feira, 2 de março de 2011

Reavaliando sua carreira


Publicado em 8-Feb-2011,  por Sonia Jordao

Há alguns anos, aposentadoria consistia em preparar-se para a morte. Hoje, o ponto de partida para uma nova fase na vida. Se você estiver preparado, pode ser emocionante. A expectativa de vida aumentou e muito.

Analise os seguintes questionamentos e veja quais perguntas você ainda precisa responder. Ao fazer essa análise e pensar no que fazer para que todas as respostas sejam positivas, você dará um grande passo rumo ao crescimento:

    * Seu planejamento de carreira está preparado?
    * Você é capaz de atender bem seus clientes?
    * Você está motivado para vencer as adversidades profissionais?
    *  Você sabe quais são seus pontos fortes e fracos?
    * Sua capacidade de liderança está bem desenvolvida?
    * Você sabe vender bem a sua imagem?
    * Seu marketing pessoal está bem estruturado?
    * Seu currículo está adequado às exigências do mercado?
    * Já teve algum feedback sobre sua performance em entrevistas?
    * Estão claras em sua mente quais são suas competências pessoais?
    * Já definiu os próximos cursos a serem feitos e se programou para eles?
    * Você consegue administrar bem o seu tempo?
    * Você tem condições de fazer uma apresentação em público?
    * Sua administração financeira pessoal é eficaz?
    * Já planejou sua segunda profissão após os 50 ou 60 anos de idade?
    * Consegue usar adequadamente os recursos que tem disponíveis?
    * Está preparado para enfrentar e implementar mudanças?
    * Consegue ajudar a organização onde trabalha a solucionar os conflitos e melhorar o relacionamento entre os colaboradores?
    * Está preparado para enfrentar uma avaliação 360º?
    * Você já pensou se não é um agente de desmotivação dos membros de sua equipe de trabalho?
    * Consegue atingir o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal?

Procure alguém que possa ser seu mentor, coach ou sponsor (o nome não é tão importante, mas o resultado sim) e cresça como profissional! Obtenha apoio para o seu crescimento dentro da atual empresa ou prepare-se para buscar novas oportunidades no mercado. Busque seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Se não tiver ninguém do seu relacionamento com as características adequadas para ser seu coach, contrate alguém que atenda suas exigências. Eu mesma faço esse trabalho, inclusive pela internet e por telefone. Conheça os benefícios que uma consultoria pessoal pode fazer por sua carreira. Geralmente os investimentos são compatíveis a cada profissional.

Através de um levantamento da situação atual é possível buscar soluções eficazes e, após um diagnóstico, traçar um plano de ações para se atingir o sucesso almejado.

Além de ajudar a avaliar sua situação atual, é possível dedicar-se ao desenvolvimento humano, ministrando treinamentos comportamentais e gerenciais. O consultor precisa utilizar todo seu conhecimento, experiência e habilidades quando for ajudar o profissional a ter o sucesso desejado.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

Sites: www.soniajordao.com.br, www.tecernegocios.com.br, www.umnovoprofissional.com.br, www.tecerlideranca.com.br, www.editoratecer.com.br.
 e-mail: contato@soniajordao.com.br 
 Blog: http://soniajordao.blogspot.com 
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Ócio criativo


Publicado em 14-Feb-2011,  por Wagner Siqueira


A profunda alteração do modelo econômico globalizado, de um capitalismo de produção, bem descrito por Marx, para um capitalismo de crédito e de consumo,ainda pouco percebido, muito menos compreendido, joga por terra para a quase totalidade das pessoas empregadas nas organizações e, muito mais, para os desempregados temporários e os definitivos, os desejos e aspirações de construção de um "admirável novo mundo" de ócio criativo.
Ora, o conceito de ócio criativo aplicado, descrito por Domenico de Masi, sempre existiu na trajetória humana, porém sempre para uma minoria.
Ele não traz qualquer contribuição intelectual sobre este conceito, que já não tenha sido tratado, de forma muitíssimo mais profunda por muitos, desde os filósofos gregos e por todas as gerações filosóficas que lhes sucederam.
O que ele pretende é projetar uma sociedade mundial que se organize em torno do que chama de ócio criativo, ao qual pretende ser o formulador original, o que se constitui numa baita fraude intelectual. Que desfaçatez!
Vamos e convenhamos, vivemos a idade média do humanismo no mundo das organizações. O obscurantismo se faz pela incorporação de tecnologias sofisticadas à mentalidades e à praticas de gestão da época do carro de boi.
Como esse livro do Domenico de Masi já tem alguns bons anos, espero que já tenha revisto esse angelismo político, social, econômico e organizacional que permeia a obra que tanto entusiasmou gerações de consultores e executivos crédulos, tal e qual, diz Luiz Affonso Romano, ao “O Monge e o Executivo”.
Fico feliz que alguns possam usufruir pessoalmente dos conceitos do ócio criativo. Bem, os epicuristas gregos também o fizeram. Mas eram poucos. Imagine se todos os gregos à época pudessem usufruir do epicurismo. Estariam no Nirvana, na Terra, e no mundo grego das arte,da cidadania e da cultura.
Mas pense, hoje, na quase totalidade das pessoas: será que as realidades em que vivem permitem-nas fazê-lo?
Como podemos projetar as nossas circunstâncias para o universo de realidade das pessoas em geral? Muitas vezes caímos na armadilha do angelismo, muito próprio de avaliações organizacionais circunscritas a amostragens não representativas do universo.
Só pode ser naive o raciocínio de que o mundo de hoje e de um futuro próximo possam estar se organizando em torno do ócio criativo, que conduza paulatinamente o ser humano à liberdade, à cultura, ao desenvolvimento espiritual, vale dizer ao Humanismo, para a universo, ou pelo menos para a sua maioria da humanidade.
Uma sociedade que se organiza dominantemente em torno do econômico não tem este valor no seu Código de Ética e no seu comportamento moral.


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[Sete Lições da Disney] Número 3


Publicado em 28-Jan-2011, por Gustavo Rocha




Lição número 3: Todos mostram entusiasmo.

Nesta lição temos uma verdadeira aula em poucas palavras de algo fundamental em qualquer empresa: Todos mostram entusiasmo, ou seja, dentro da empresa todos demonstram estar contentes e alegres com o que estão fazendo.
Se você tem um problema, procura um advogado e chegando até a recepção deste escritório, qual a situação ideal?
(a) A recepcionista lhe recebe com um sorriso, oferece água/café e pede para aguardar um pouco que já vai lhe passar para atendimento;
(b) A recepcionista recebe com um bom dia/boa tarde baixinho, anota seus dados e pede para você se sentar e esperar;
Por lógico que a letra a é o ideal. Agora vamos pensar na pergunta óbvia: Como saber se a sua recepção está agindo no formato a ou b?
Monitorando. Esta é a resposta.
O sócio do escritório somente sabe de como as coisas estão indo se perguntar ao cliente, se criar pesquisas de satisfação do cliente, enfim, se pesquisar quem realmente importa ao negócio: O cliente.
É muito comum termos uma recepção letra b. Só que os sócios sequer imaginam. Acham normal.
Sorriso, educação, gentileza não matam ninguém e fazem o negócio ser melhor.
Você quer que todos demonstrem entusiasmo? Monitore, treine a equipe dizendo o quanto é importante para o cliente a reação deles.
Afinal, quem não tem entusiasmo com a sua empresa, que procure outra.
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terça-feira, 1 de março de 2011

Inteligência Competitiva e a Empresa Cérebro


Publicado em 14-Feb-2011,  por Alfredo Passos



Com o objetivo de alimentar os principais executivos da empresa sobre as atividades dos competidores, as preferências dos consumidores e as inovações tecnológicas da própria indústria (setor de atuação da empresa), a Inteligência Competitiva vem sendo aplicada em todo o mundo como uma importante ferramenta para alavancar a competitividade, identificar oportunidades de negócios e também antecipar ameaças, possibilitando a tomada ágil e eficaz de decisões.
A Inteligência Competitiva é uma ferramenta indispensável na atual economia do conhecimento. Ela utiliza a coleta e análise de informações sobre as capacidades, vulnerabilidades e intenções de competidores no mundo dos negócios, a partir do uso de bancos de dados, fontes primárias (entrevistas com clientes, por exemplo), fontes secundárias (jornais, revistas, publicações em geral), outras "fontes abertas" (associações, sindicatos), por meio da busca ética e legal.
Através de métodos rigorosos e sistematizados de interpretação das informações obtidas, com a finalidade de gerar inteligência, a IC imprime uma nova dimensão ao processo de tomada de decisões corporativas.
As empresas que ainda não implantaram ações de Inteligência Competitiva, independentemente do seu segmento ou porte, perdem a oportunidade de traçar com maior eficiência um planejamento estratégico de ações táticas e operacionais e encontram grandes dificuldades para conhecer e analisar a atuação estratégica dos seus principais concorrentes.
Inteligência Competitiva é uma metodologia que reune técnicas e métodos para que o monitoramento de informações relevantes seja realizado de modo a antever riscos e gerar negócios rentáveis.
Para isso é preciso reunir, mapear, gerenciar e interpretar adequadamente a informação que aumenta a competitividade da empresa.
E o aumento da competição, novidade ainda para empresas no Brasil, já não é para muitas outras empresas e países. Em janeiro de 1988, H. Igor Ansoff, atualizou seu livro "Corporate Strategy" com novas idéias e conceitos e o denominou "The new corporate strategy", que tornou-se um clássico entre os livros de gestão em várias universidades do mundo.
Em sua primeira parte denominada "Estrutura das Decisões da Empresa",
Ansoff inicia seu pensamento descrevendo o "problema", afirmando "como todo executivo experiente já bem sabe, uma proporção significativa do tempo de um administrador é ocupada por um processo cotidiano de tomada de decisões numerosas e variadas.
Em seguida comenta o que hoje tentamos diferenciar: as decisões importantes das decisões urgentes, assim "as exigências sobre o tempo disponível do decisor sempre parecem superar seu limite; decisões de grande importância em potencial misturam-se com exigências triviais, embora demoradas; a natureza das decisões tem muitas facetas e muda continuamente."
Considera que esta diversidade geralmente tende a aumentar com o nível de responsabilidade e torna-se particularmente pronunciada para o mais alto executivo da empresa. Num único dia, ele pode ser forçado a decidir a respeito de um caminho futuro para as operações da empresa, dirimir um conflito organizacional entre dois executivos, e resolver uma série de problemas operacionais corriqueiros.
Para entender o processo de tomada de decisão
Numa tentativa de compreender este processo de decisão bastante complexo, Ansoff utiliza duas linhas complementares.
A primeira, de longe a mais ambiciosa, é descobrir como as pessoas em geral, e os executivos em particular, tomam decisões, seja individualmente ou em grupos. Dadas as alternativas e suas conseqüências, com que tipo de interações de grupo estão envolvidos, que processos mentais ocorrem, e que regras aplicam para chegar à opção preferida?
Esta direção, que é conhecida pelo nome genérico de teoria da decisão, tem recebido muita atenção, há muitos anos, de diversas disciplinas científicas: Filosofia, Psicologia, Matemática e Economia.
A outra direção consiste em focalizar a atenção em recomendações práticas que possam melhorar a tomada de decisões pelos administradores através de procedimentos sistemáticos e logicamente válidos. Isto envolve o estudo da estrutura e da dinâmica de ações e decisões, a identificação dos problemas principais, a enumeração de variáveis controláveis e não-controláveis, o estabelecimento de relações entre elas, e o desenvolvimento de procedimentos que aumentem as possibilidades de que a empresa alcance seus objetivos.
Estas palavras de Ansoff foram escritas originalmente em 1965 e revisadas em 1988. Parecem atuais não?







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O comércio nas redes sociais


Publicado em 7-Feb-2011,  por Sandra Turchi

 O ‘social commerce’ envolve, além de compra e venda, os relacionamentos entre pessoas no universo digital

Por Sandra Turchi

Por definição, social commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio; porém, quando se expande para os relacionamentos no universo digital, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais.
Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos Estados Unidos. Se ele fosse um país, seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.
Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, entre outras) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e entre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter também, usando para isso a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma ideia, 78% das pessoas confiam nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confiam em anúncios.
Esse processo cada vez mais antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza, nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo social commerce, como economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns e aumento do poder de barganha, além de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.
Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja, deparei-me com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um clique. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.
Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se por meio de uma comunicação direta e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Afinal, é outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento. E, como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.
Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e realmente veio para ficar.


* Sandra Turchi é diretora de marketing da Boa Vista Serviços (SCPC), coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi

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[Sete Lições da Disney] Número 2


    Lição número 2: Fantástica atenção aos detalhes.

Esta lição nos demonstra algo muitas vezes esquecido pelos profissionais liberais principalmente: Os detalhes.

Chegar na sala do advogado com pilhas de papéis espalhados, cheiro de mofo, carpete velho, entre outros não demonstra organização e muito menos trabalho. Demonstra desorganização e falta de profissionalismo.

Conhece a expressão: “Sou pobre mais sou limpinho”?

A ideia é mais ou menos esta. Não importa o tamanho do escritório, seu número de clientes e poder economico do sócio. Importa a forma como ele é visto pelo cliente.

Se for um escritório simples, mas com preocupações básicas como uma balinha/bombom para o cliente, água e café sempre a postos, além da tradicional cordialidade e simpatia dos funcionários, o negócio tem tudo para crescer.

Um quadro pode ser um investimento interessante, junto com um ou dois litros de tinta e pintar uma parede de cor diferente…

Detalhes…

Até o Roberto Carlos sabia que era importante os detalhes.

Não perca negócios e a estratégia do futuro do seu negócio por não pensar naquilo que deveria ser óbvio, detalhes.

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