terça-feira, 13 de novembro de 2012

A resistência nas empresas à adição de competência



Fazer a empresa ter lucro e crescer: sonho de empreendedor.

Desenvolver uma carreira e ganhar altos salários: sonho de trabalhador.

Excelente! Os objetivos se alinham, então porque há tantos conflitos e dificuldades para que os projetos se completem?

Que tal usar nosso esporte predileto, o futebol, para explicar, pode ser?

Gregório é torcedor fanático do Estrela Negra Futebol Clube, time de segunda divisão, que acaba de vencer o campeonato e, com isso, subiu para a primeira.

Nosso fã do alvinegro tem uma certeza: o time precisa de reforço. Sabe que primeira divisão é primeira divisão. Ali não tem moleza, os jogadores são excepcionais, muitos têm experiência internacional. O novo patrocinador chegou com a mala cheia, disposto a contratar os melhores.

Gregório está eufórico, o novo time tem que entrar para disputar o título, nada de só marcar presença.

Um amigo lhe diz: - Greg, como ficam os jogadores que deram o sangue para essa conquista, vão perder o lugar?

Gregório sem pestanejar responde: - Ora, estamos na primeira divisão, para disputar o título temos que reforçar o time. Alguns até poderão ficar e serem testados, mas certamente vários terão que ser vendidos.

O plano A é entrar na competição para ser campeão e o plano B, na pior das hipóteses, é não cair novamente.

De repente um latido começa a incomodá-lo e Gregório acorda. Latinha, seu pequeno cão, meio assustado, fez tanto barulho que tirou todos da cama.

Ainda meio zonzo de sono, ele procura entender o que estava acontecendo: pois é, traído pelo subconsciente, estava sonhando.

Na verdade, Estrela Negra sequer existia, aquilo era uma projeção de algo que conversara com Elias, um dos gerentes da empresa, durante o dia.

Amigo, confidente, o gerente preocupado com os acontecimentos resolvera trocar com ele algumas impressões.

A empresa estava crescendo muito e os diretores começaram a notar que as falhas e reclamações dos clientes estavam aumentando.

As cifras haviam mudado, os milhares se tornaram milhões, e as decisões precisam de velocidade e assertividade.

As últimas reuniões deixaram os gestores preocupados, pois o responsável pela fábrica mostrou demasiada fragilidade ao atender os diretores de um grande cliente que haviam conquistado. Novas máquinas, um sistema de gestão mais complexo, muitas ordens de produção começavam a deixar claro que o amadorismo poderia colocar a empresa em maus lençóis.

No encontro com os bancos, as novas operações e financiamentos demandavam o desenvolvimento de novos argumentos e rico detalhamento para que a liberação das verbas fosse obtida, mas a equipe não se mostrava preparada.

O próprio debate sobre os resultados, com os balanços na mesa, gerou constrangimento, havia nítida falta de experiência no uso das informações. A dificuldade de leitura dos informativos mostrava a fragilidade dos integrantes. A empresa sempre fora gerida pelo fluxo de caixa.

O gerente de vendas, cria da casa, não tinha intimidade com sistema de gestão, o que dificultava em demasia o atendimento de grandes contas. Sua programação de trabalho era feita no café da manhã, e agora as visitas a muitos clientes demandavam agendamentos. Por essa razão vivia as turras com Vanessa, sua assistente, que não gostava da tarefa de telefonar para montar a programação.

Começava o grande dilema: o que fazer com os profissionais que trouxeram a empresa até aquele ponto? Responderiam rapidamente a treinamentos?

Aceitariam o comando de uma nova equipe de gerentes? O que fariam com os atuais gerentes, que se dedicaram para colocar a empresa na posição que se encontrava, mas que estavam completamente despreparados para a nova realidade?

Na primeira oportunidade, quando saíram para almoçar, Gregório contou o sonho para Elias, que não gostou da comparação e rispidamente disse: - Não misture as coisas, futebol é futebol, empresa é empresa.

Assim, muitas empresas depois de um período glorioso se vêem novamente na segunda divisão.

Ah, Latinha! Não tivesse latido!


Ivan Postigo  |  Publicado em: 17/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Que tal deixar isso para seu concorrente?


Conquistar um atendimento extraordinário não é tarefa fácil. Exige compromisso e entendimento de que essa é uma responsabilidade de todas as pessoas, que fazem parte do time da empresa. Perceba que, um excelente atendimento não é uma ação isolada para auxiliar o cliente na compra, mas um compromisso que envolve toda a equipe para gerar mais resultados.

Não há como a equipe comercial realizar um extraordinário atendimento, se ao chegar ao setor de crediário, o cliente encontra falta de vontade, mau humor e intolerância. Fazer o cliente voltar mais vezes é resultado direto do atendimento oferecido, por todas as pessoas que fazem parte do seu negócio. Observe os itens abaixo e procure assumir o compromisso de deixar para o concorrente, fatos, ações e experiências negativas.

Deixe a burocratização para seu concorrente

Cheguei de madrugada, em um hotel no litoral da Bahia para apresentar palestra, em uma convenção de vendas. Expliquei ao recepcionista do hotel que o voo atrasou, estava bastante cansado e solicitei a possibilidade de preencher o formulário posteriormente. Qual foi a resposta? Recebi um “não”, o mais rápido que você possa imaginar. Se pelo menos, o hotel ligasse, no dia do meu aniversário para dar parabéns, já seria um motivo para entender a exigência de tantas informações naquele formulário. Qual a dificuldade em reduzir a permanência do cliente na recepção? Se na sua empresa, o cliente precisa preencher um extenso formulário, elimine dados desnecessários. Deixe a burocratização para seu concorrente e perceba na prática, que as pessoas estarão reagindo de maneira positiva, sempre que você valorizar e otimizar o tempo do cliente.

Deixe as desculpas para seu concorrente

Ao exercer um cargo de liderança, não permita que uma situação de risco, equívoco ou devolução de mercadoria, seja corrigida no futuro. O tempo é veloz, dinâmico e exigente. Não deixe para amanhã a correção de algo que ocorreu de maneira negativa. Procure assumir com todo o seu time, o compromisso de deixar as desculpas para seu concorrente.

Coloque em prática os 3R’s a seguir: Relacionamento, Resultado e Recomendação.

Busque valorizar o relacionamento com o cliente, lembrando que o resultado do atendimento gera uma recomendação. Quanto maior a sua dedicação, comprometimento, capacidade de superação e desejo para surpreender, com ênfase nos resultados, mais o seu desempenho torna-se evidente.

Faça a seguinte reflexão: Se cada cliente que você possui, indicar o seu trabalho para mais uma pessoa, qual é o resultado? O dobro do que você tem hoje. Vamos tentar?
 

Disponha colocar em prática, os itens acima e perceba que atendimento não é somente falar, mas fazer acontecer. Todas as pessoas do seu time podem contribuir para fazer acontecer algo a mais, melhorar o atendimento, aumentar o relacionamento e intensificar a fidelização do cliente. São pessoas que fazem a diferença no atendimento. Quando há cooperação, torna-se mais compreensível o entendimento, de que uma meta é de todos. Faça um excelente trabalho de relacionamento, mesmo quando não há ninguém olhando e, deixe para o seu concorrente a catástrofe de um atendimento ineficaz.

Dalmir Sant’Anna  |  Publicado em: 16/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Colméia e o conhecimento



O que uma colméia de abelhas tem a ver com a gestão do conhecimento? Tudo? Nada? O empresário Carlos Legal fez um interessante comparativo publicado no blog HSM que transcrevo parte abaixo para deleite de todos nós.

Sobre a função do conhecimento

Na colmeia, as abelhas interagem por meio de uma complexa comunicação e a ação de cada abelha serve a um propósito comum que é buscar, criar, disseminar, utilizar e transformar matéria-prima (néctar, pólen, própolis, água) em produtos úteis para comunidade, garantindo a sua manutenção e sobrevivência. Na empresa, os talentos buscam, criam, disseminam, utilizam e transformam informações em conhecimentos uteis para a empresa para garantir sua sustentabilidade e capacidade de inovação. Isso só é possível se os talentos tiverem um forte senso de identidade com a organização a que servem, com orgulho de pertencer a ela.

Sobre o conhecimento em si

Na colmeia, as abelhas jovens produzem a geleia real por uma glândula localizada em sua cabeça, alimento nobre, que nutre a rainha por todo seu ciclo de vida. Na empresa, os talentos disponibilizam seus conhecimentos tácitos (que estão em suas cabeças) para nutrir o grupo, o líder e a organização em seu intento estratégico.

Sobre a liderança

A única função da rainha é produzir filhos (germinar, fecundar, fertilizar). Quando uma rainha não cumpre seu papel ela é substituída pelas operárias (é a comunidade quem comanda e não a rainha). Nas empresas, a função do líder é nutrir e fertilizar os talentos e os acionistas. O líder que não desenvolve, não germina, não cumpre sua função essencial, perde legitimidade e credibilidade, sendo substituído cedo ou tarde. A liderança que fomenta e estimula o processo de aprendizagem organizacional é um líder polinizador da criatividade e da inovação.

Sobre a utilização do conhecimento

Cada produto colhido ou produzido tem uma função para a colmeia. Nada é desperdiçado. As abelhas armazenam seus produtos em formas hexagonais para otimizar ao máximo o espaço na colmeia. Cada conhecimento tem uma relevância e função estratégica para a organização, devendo ser armazenado apropriadamente (sistemas de informação, banco de dados, processos internos, manuais, etc.) e com livre acesso pelos talentos, para ser usado quando oportuno.

Sobre o contexto capacitante

Há uma interação muito estreita entre a colmeia e o ambiente. Para que a vida da colmeia seja garantida é preciso um contexto que capacite a vida, assim como uma atuação sábia do apicultor para perceber e respeitar os ritmos, as necessidades, o clima e os ciclos das colmeia e assim conseguir alta produtividade. A ganância do apicultor pode destruir a colmeia. A empresa deve garantir um contexto capacitante para que o conhecimento possa fluir. Um bom clima organizacional, onde as pessoas se sintam seguras, encorajadas, reconhecidas e amparadas e donas do processo. Isso é viabilizado por um estilo de gestão que possibilita o desenvolvimento do potencial criativo de todos os talentos, num ambiente de confiança mútua, autonomia e políticas coerentes.

Sobre estratégia

O intento de cada abelha, assim como o da colmeia, é prosperar a vida. O foco central não está num ganho imediato, ou individual, utilizando os recursos naturais, sem destruir a natureza, pois instintivamente sabe que "está nela", que precisa dela para continuar produzindo e vivendo. Sustentabilidade faz parte de sua estratégia, pois retira da flor só o que precisa e quanto mais trabalha, mais contribui para a polinização, garantindo recursos no futuro. Na empresa, o foco central deve estar na estratégia e no valor de seu capital intelectual e não na perspectiva de um lucro imediato. A sustentabilidade deve ser incorporada nas estratégias empresariais, não como retórica, mas como um compromisso genuíno com a vida, com as gerações futuras e com a felicidade no presente. O conhecimento, quanto mais circular, mas se multiplica. (Leia o artigo completo: http://br.hsmglobal.com/editoriais/gestao-e-lideranca/o-que-uma-colmeia-tem-ver-com-gestao-do-conhecimento)

A gestão do conhecimento é algo que cada vez mais os escritórios e empresas devem se atentar. Não podemos perder tempo em procurar algo que a gestão e o conhecimento da empresa já passaram por isto. Ao perder tempo com isto, estamos deixando de produzir e buscar novas soluções.

Vamos investir nosso tempo em documentar os processos, criar regras e opor gestão nestes processos internos, de modo a que nosso tempo seja resultado de somas constantes evolutivas e não de retrabalho constante.


Gustavo Rocha  |  Publicado em: 30/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Quanto Tempo Vai Durar a Sua Empresa?



Historicamente, a vida média de uma empresa gira em torno de quarenta anos, de acordo com o holandês Arie de Geus, ex-vice-presidente da Royal Dutch Shell, mencionado no best seller de Peter Senge, A Quinta Disciplina. Portanto, se você trabalha numa empresa com idade superior a quarenta anos, pode sentir orgulho, pois existem grandes chances de ela ainda existir nos próximos quarenta anos.


Ainda segundo De Geus, milhares de empresas nascem e morrem todos os dias, pois se baseiam exclusivamente em políticas e práticas de gestão que levam em conta somente o pensamento e a linguagem econômica. Quantas empresas centenárias ou mesmo com mais de quarenta anos você conhece?


Parte delas morre cedo porque os empreendedores, e os profissionais por eles contratados, se orientam basicamente em números de produção, vendas e distribuição sem considerar o fato de que as empresas se assemelham a uma comunidade de seres humanos que fazem negócios para permanecerem vivas.


Em 2010, 58% das empresas de pequeno porte fecharam as portas antes de completar cinco anos. Em relação a 2009, este índice era de 62%. Entre os principais motivos alegados pelos empreendedores estão a falta de clientes (29%), a falta de capital (21%), a concorrência (5%), a burocracia e os impostos (7%).


De acordo com dados divulgados pelo SEBRAE, outros fatores influenciam no processo de mortalidade das MPEs (Micro e Pequenas Empresas), tais como: falta de planejamento, técnicas de marketing inconsistentes, falta de avaliação de custos e má administração do fluxo de caixa, entre outros.


Em geral, as chances de que a massa de trabalhadores formais de hoje vejam a empresa em que trabalham desaparecer ao longo de sua carreira profissional são amplas. E na maioria das empresas que desaparecem todos os dias, os indícios prévios da existência de problemas são ignorados pelos empreendedores, e também pelos colaboradores por eles contratados, mesmo quando se tem conhecimento dos problemas de gestão.


Por que você precisa saber de tudo isso? Em primeiro lugar, porque você tem amor próprio e, por certo, não criou nem trabalha para uma empresa que deseja quebrar nos próximos cinco anos. Você conhece alguma que deseja falir nos próximos anos? Em segundo lugar, para lembrar que força de vontade não é suficiente para manter um negócio saudável.


Por fim, vai ajudá-lo a entender que prosperidade e perpetuidade dependem de um tripé de competências que, quando aprendidas e aplicadas de maneira equilibrada, aumentam as chances de sucesso de o seu empreendimento prosperar.


Essas habilidades ou competências, de acordo com Robert Katz, professor norte-americano e pesquisador do comportamento organizacional, aumentam a confiança e a capacidade de liderança dos empreendedores (gestores) na condução das equipes e na forma de gerir os negócios.


Vejamos:

Habilidades Técnicas: a capacidade de aplicar conhecimentos ou habilidades específicas; diz respeito à formação e ao conhecimento do líder empreendedor e à sua expertise, ou seja, o que ele realmente sabe fazer.

Habilidades Humanas: a capacidade de trabalhar com outras pessoas; diz respeito à sua habilidade de relacionamento interpessoal: saber motivar, ser bom ouvinte, saber formar equipes, saber se comunicar, enfim, saber lidar com gente.


Habilidades Conceituais: a capacidade de analisar e diagnosticar situações complexas e, com base nelas, tomar decisões acertadas para a prosperidade do negócio.


Obviamente, outros fatores devem ser considerados para a perpetuidade do negócio, tais como: ambiente favorável para empreender; estímulo ou incentivo dos governos; modelo de negócio definido com base em tendências futuras e duradouras; disponibilidade de recursos para marketing; disposição para montar equipes de alto desempenho; estratégia convincente e duradoura; filosofia de trabalho baseada em princípios e valores sólidos, entre outros.

Quanto tempo vai durar a sua empresa?

Em 1924, a Computing Tabulating Recording Company era somente uma das 100 empresas de médio porte tentando sobreviver nos Estados Unidos, segundo James Collins e Jerry I. Porras, autores do best seller Feitas para Durar. Já ouviu falar dela? A CTR comercializava basicamente relógios de ponto e balanças, empregava em torno de 50 vendedores com uma cota mensal de vendas a cumprir e alimentava uma perspectiva de futuro pouco promissora. Nada de estranho ou interessante até então.


Certo dia, quando Thomas Watson Sr. chegou em casa, abraçou a esposa e anunciou com orgulho que a CTR mudaria de nome e passaria a ser conhecida com o grandioso nome de International Business Machines, seu filho Thomas Watson Jr. ficou parado na porta da sala, pensando: aquela empresa pequenininha? Hoje não existe nada de estranho no nome International Business Machines, mas na época soava até ridículo, segundo os autores.


Três perguntas fundamentais foram utilizadas por Thomas Watson antes mesmo de a IBM se tornar uma empresa de sucesso. O tempo de duração da empresa para a qual você trabalha ou mesmo o da empresa que você pretende criar e transformar no maior desafio da sua vida vai depender de uma resposta clara e consistente para as questões mencionadas pelo fundador da IBM, uma empresa global e centenária que superou todos os desafios aos quais foi submetida desde a sua fundação.


São elas:


    1)Existe uma visão clara de como será a empresa quando estiver pronta? Quem não sabe para onde vai, qualquer lugar serve, diz um antigo provérbio chinês. Um negócio duradouro requer pensamento estratégico, espírito empreendedor e adoção de modelos mentais positivos indestrutíveis.

    2)Como a empresa precisa agir para se tornar um negócio de sucesso? Todo sonho planejado tem mais chances de se tornar realidade. Empreendimentos lucrativos dependem de estratégias convincentes, modelos de gestão consistentes, profissionais competentes e equipes altamente comprometidas com os resultados.

    3)Se a empresa sabe como agir desde o princípio para alcançar a visão de futuro, então, por que não começa imediatamente? Se o empreendedor tem consciência do que é necessário fazer para prosperar nos negócios, o que o impede de “virar a própria mesa”, procurar ajuda e começar a agir? Orgulho e egoísmo são amigos inseparáveis que caminham ao seu lado, silentes, enquanto sua empresa vai de mal a pior.

Empreender é uma atividade estimulante em qualquer lugar do mundo. Pode ser também uma atividade recompensadora, entretanto, não existe lugar para amadorismo quando se trata de negócios. Criar uma empresa é fácil, mas, transformá-la num negócio de sucesso duradouro é um desafio que somente as pessoas determinadas, fortes de espírito e ousadas são capazes de compreender e assumir.


Pense nisso, empreenda e seja feliz!

 
Jerônimo Mendes  |  Publicado em: 13/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

domingo, 11 de novembro de 2012

Poupar para amanhã, aproveitando o hoje



O dinheiro pode não trazer felicidade, mas sua falta é sempre um motivo de preocupação e dores de cabeça. Ao lidar com as finanças, é comum entrar em um dilema: melhor se privar hoje para ter amanhã, ou curtir o agora e correr o risco de ficar desamparado no futuro?

Para se resolver essa questão, o professor e educador financeiro Mauro Calil criou o método FAST, que apresenta em seu livro Separe uma verba para ser feliz, publicado pela Editora Gente.

A obra tem o objetivo de ensinar o leitor a gerenciar sua renda, ampliar seu poder aquisitivo e “enriquecer com consistência”, ou seja, acumular um patrimônio seguro para o futuro, sem se privar de benefícios no dia a dia. Para tanto, é preciso tomar cuidados na hora de gastar, poupar e investir.

Para ajudar a controlar esses fatores e a manter um equilíbrio financeiro , Calil apresenta o método FAST. A palavra é uma sigla formada por quatro verbos muito importantes quando o assunto é dinheiro: fazer, antever, salvar e turbinar. Cada um deles tem um significado:

Fazer dinheiro é gerar uma renda e aumentar a entrada de capital. Para tanto, o autor traz estratégias para que o profissional se valorize e saiba melhor como empreender;

Antever é saber planejar como o dinheiro ganho será usado, por meio de gastos inteligentes e necessários;

Salvar o dinheiro é mais do que economizar, envolve aproveitar o dinheiro da melhor forma e assim mantê-lo por muito tempo;

Turbinar é saber investir de forma planejada para aumentar ainda mais a renda, tornando o enriquecimento mais rápido.

Mas antes de expor melhor essa estratégia, o livro orienta o leitor a conhecer seu perfil, além de esclarecer e derrubar mitos comuns sobre riqueza, posses e dinheiro. Outro diferencial de Calil é se valer de exemplos pessoais e de seus alunos, que mostram a melhor forma de aplicar o método de acordo com as particularidades da vida financeira de cada um e suas metas.


Mauro Calil  |  Publicado em: 12/09/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Os Tipos de Equipes



Ouvi falar que algumas poucas pessoas podem se dar ao luxo de trabalharem sozinhas e ainda assim atingirem o ápice em suas respectivas profissões mas infelizmente não conheço nenhuma delas para poder contar a história neste espaço.
Se saber atuar em equipe era um pomposo diferencial até alguns anos atrás, agora passou a ser um pré-requisito para o exercício das mais variadas tarefas. No entanto, não é qualquer aglomerado humano dentro de uma organização que pode ser caracterizado como uma equipe.

Por exemplo, existem Euquipes. Neologismo perfeito às situações nas quais um amontoado de pessoas se reúne para executar o trabalho designado por alguém e não há a menor preocupação com a boa performance coletiva. O famoso “salve-se quem puder” ou “cada um por si” no qual descaradamente prevalece o individualismo.

Um nível mais avançado de coletividade é o que intitulamos Grupo. Neste caso as pessoas partilham informações entre si e até realizam tarefas semelhantes, porém não há um aprofundamento das relações e as responsabilidades e objetivos ainda se mantêm dentro da esfera individual.

Já numa Equipe as pessoas se comprometem mutuamente com o objetivo que as une e possuem habilidades complementares que facilitam a realização dos trabalhos. Também existem laços de confiança entre os indivíduos, todos assumem a missão de alcançar o desempenho esperado e a força do time reside no fato de trabalharem juntos.

Contudo, o ápice de um time empresarial é o que chamamos de Equipe de Alta Performance. Patamar no qual a combinação perfeita de indivíduos com grande potencial e profundo comprometimento com a melhoria no desempenho coletivo favorece o alcance de resultados fantásticos e oportuniza comentários do tipo: “Como eles conseguiram chegar tão longe?”

Aliás, taí uma boa pergunta. Quando aprofundamos os motivos que levam uma equipe a ter um desempenho excepcional inevitavelmente encontramos um clima organizacional avassalador que as impulsiona a entregarem o seu melhor e a buscarem incessantemente progressos no trabalho que fazem.

Não podemos esquecer ainda que, via de regra, estes times conservam baixa rotatividade de pessoal, visto que é muito difícil atingir uma performance destacável quando há o entra-e-sai permanente. Ou seja, quem faz parte de uma equipe ótima não quer sair de jeito nenhum e quem olha de fora morre de vontade de entrar.

E ao visualizarmos mais de perto também conseguimos notar que a qualidade de vida dos profissionais que atuam numa equipe excepcional é muito melhor. As pessoas não ficam “sofrendo” por aquilo que deveriam ter feito ou dito, preferem uma comunicação franca a conversas de corredor e evitam picuinhas desnecessárias.

Por conseguinte, os conflitos – quando ocorrem – são muito produtivos. Os seus membros sabem que precisam administrar os problemas antes que estes os administrem e então tratam as insatisfações tão logo são expostas ou ainda as provocam quando percebem que alguns rápidos tumultos serão benéficos para o processo criativo.

O curioso desta história toda é que às vezes encontramos estes quatro tipos de times em diferentes áreas de uma mesma empresa. E por quê? Grande parte daquilo que escrevi nas linhas acima é decorrente da competência ou incapacidade de quem lidera tais conjuntos. Numa euquipe há um líder nulo, num grupo há apenas um líder de si mesmo, numa simples equipe há um líder que cumpre o seu papel e numa equipe de alta performance há um líder brilhante.

Quando você faz parte de um time de sucesso pode ter a certeza de que ele não é resultado de geração espontânea e sim de um trabalho muito bem feito. E o contrário também.

Ouvi falar que algumas poucas pessoas podem se dar ao luxo de trabalharem sozinhas e ainda assim atingirem o ápice em suas respectivas profissões mas infelizmente não conheço nenhuma delas para poder contar a história neste espaço.

Se saber atuar em equipe era um pomposo diferencial até alguns anos atrás, agora passou a ser um pré-requisito para o exercício das mais variadas tarefas. No entanto, não é qualquer aglomerado humano dentro de uma organização que pode ser caracterizado como uma equipe.

Por exemplo, existem Euquipes. Neologismo perfeito às situações nas quais um amontoado de pessoas se reúne para executar o trabalho designado por alguém e não há a menor preocupação com a boa performance coletiva. O famoso “salve-se quem puder” ou “cada um por si” no qual descaradamente prevalece o individualismo.

Um nível mais avançado de coletividade é o que intitulamos Grupo. Neste caso as pessoas partilham informações entre si e até realizam tarefas semelhantes, porém não há um aprofundamento das relações e as responsabilidades e objetivos ainda se mantêm dentro da esfera individual.

Já numa Equipe as pessoas se comprometem mutuamente com o objetivo que as une e possuem habilidades complementares que facilitam a realização dos trabalhos. Também existem laços de confiança entre os indivíduos, todos assumem a missão de alcançar o desempenho esperado e a força do time reside no fato de trabalharem juntos.

Contudo, o ápice de um time empresarial é o que chamamos de Equipe de Alta Performance. Patamar no qual a combinação perfeita de indivíduos com grande potencial e profundo comprometimento com a melhoria no desempenho coletivo favorece o alcance de resultados fantásticos e oportuniza comentários do tipo: “Como eles conseguiram chegar tão longe?”

Aliás, taí uma boa pergunta. Quando aprofundamos os motivos que levam uma equipe a ter um desempenho excepcional inevitavelmente encontramos um clima organizacional avassalador que as impulsiona a entregarem o seu melhor e a buscarem incessantemente progressos no trabalho que fazem.

Não podemos esquecer ainda que, via de regra, estes times conservam baixa rotatividade de pessoal, visto que é muito difícil atingir uma performance destacável quando há o entra-e-sai permanente. Ou seja, quem faz parte de uma equipe ótima não quer sair de jeito nenhum e quem olha de fora morre de vontade de entrar.

E ao visualizarmos mais de perto também conseguimos notar que a qualidade de vida dos profissionais que atuam numa equipe excepcional é muito melhor. As pessoas não ficam “sofrendo” por aquilo que deveriam ter feito ou dito, preferem uma comunicação franca a conversas de corredor e evitam picuinhas desnecessárias.

Por conseguinte, os conflitos – quando ocorrem – são muito produtivos. Os seus membros sabem que precisam administrar os problemas antes que estes os administrem e então tratam as insatisfações tão logo são expostas ou ainda as provocam quando percebem que alguns rápidos tumultos serão benéficos para o processo criativo.

O curioso desta história toda é que às vezes encontramos estes quatro tipos de times em diferentes áreas de uma mesma empresa. E por quê? Grande parte daquilo que escrevi nas linhas acima é decorrente da competência ou incapacidade de quem lidera tais conjuntos. Numa euquipe há um líder nulo, num grupo há apenas um líder de si mesmo, numa simples equipe há um líder que cumpre o seu papel e numa equipe de alta performance há um líder brilhante.

Quando você faz parte de um time de sucesso pode ter a certeza de que ele não é resultado de geração espontânea e sim de um trabalho muito bem feito. E o contrário também.


Wellington Moreira  |  Publicado em: 03/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 10 de novembro de 2012

O Que Fazer com Aquele Profissional que Não Quer Nada com a Vida?



Nas consultorias que realizo, sempre escuto alguns empresários me perguntarem, “o que deve fazer com aquele funcionário que não quer nada com a vida?”
Sempre respondo com algumas perguntas:
O que leva essa profissional está agindo assim?
Ele já foi chamado a atenção por sua falta de iniciativa?
O senhor acha que ele tem futuro na empresa?
Não é raro encontrar esse tipo de profissional nas empresas e os motivos são os mais diversos. Alguns foram contratados nas pressas, ou seja, a empresa para ocupar uma vaga importante pegou o primeiro que apareceu, esse é um erro grosseiro, pois mais cedo ou mais tarde problemas surgiram. Por isso sempre digo, contrate devagar e se for preciso demita rapidamente, antes que toda a empresa seja contaminada pelas atitudes desse funcionário.
Mas antes de uma demissão sumária, é preciso tomar algumas atitudes com o profissional que não está produzindo o que a empresa espera dele, como por exemplo:
Treine a exaustão para que o mesmo possa conhecer bem o seu trabalho e comece a produzir melhor.
Se o problema for de comportamento, tenha uma, duas e no máximo três conversas sérias, e caso o mesmo não melhore, demita sem pena, pois as chances que esse profissional precisava já foram dadas. Mas e se o mesmo for parente do dono d empresa? A regra é a mesma.
E lembre-se de fazer tudo dentro da lei, converse com seu contador para não cometer nenhum abuso, sendo acusado depois de assédio moral.

Nas consultorias que realizo, sempre escuto alguns empresários me perguntarem, “o que deve fazer com aquele funcionário que não quer nada com a vida?”

 Sempre respondo com algumas perguntas:

    O que leva essa profissional está agindo assim?
    Ele já foi chamado a atenção por sua falta de iniciativa?
    O senhor acha que ele tem futuro na empresa?

Não é raro encontrar esse tipo de profissional nas empresas e os motivos são os mais diversos. Alguns foram contratados nas pressas, ou seja, a empresa para ocupar uma vaga importante pegou o primeiro que apareceu, esse é um erro grosseiro, pois mais cedo ou mais tarde problemas surgiram.

Por isso sempre digo, contrate devagar e se for preciso demita rapidamente, antes que toda a empresa seja contaminada pelas atitudes desse funcionário.

 Mas antes de uma demissão sumária, é preciso tomar algumas atitudes com o profissional que não está produzindo o que a empresa espera dele, como por exemplo:

Treine a exaustão para que o mesmo possa conhecer bem o seu trabalho e comece a produzir melhor.

Se o problema for de comportamento, tenha uma, duas e no máximo três conversas sérias, e caso o mesmo não melhore, demita sem pena, pois as chances que esse profissional precisava já foram dadas. Mas e se o mesmo for parente do dono da empresa? A regra é a mesma.

E lembre-se de fazer tudo dentro da lei, converse com seu contador para não cometer nenhum abuso, sendo acusado depois de assédio moral.


Eugênio Sales Queiroz  |  Publicado em: 15/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Modelos Mentais Positivos Favoráveis ao Empreendedorismo




Esse artigo avalia o impacto dos modelos mentais positivos e negativos que determinam o sucesso ou o fracasso das pessoas no mundo dos negócios.

Empreender é uma atividade desafiadora. Pessoas que empreendem por iniciativa própria desenvolvem suas habilidades técnicas, humanas e conceituais de maneira mais rápida e se tornam mais eficientes no mundo dos negócios. Aliado a isso, com planejamento e muita determinação, empreender pode ser uma atividade recompensadora.

A prática do empreendedorismo requer a construção de modelos mentais positivos, outro grande desafio para a maioria dos empreendedores. Modelos mentais são determinantes na capacidade de ação e reação das pessoas diante das situações mais adversas, portanto, dependendo de como foram construídos ao longo do tempo, eles definem o seu grau de comportamento empreendedor.

Antes de prosseguir, é necessário identificar a origem dos modelos mentais e a maneira como se consolidam na sua vida. De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e autor do best seller Inteligência Emocional, as fontes dos modelos mentais são a maneira pela qual os seres humanos organizam e dão sentido às suas experiências.

O comportamento humano, segundo Goleman, é condicionado por modelos mentais e estes, por sua vez, são definidos com base em quatro pressupostos:

Biologia: rotular a capacidade de realização do ser humano com base nas suas limitações fisiológicas. O fato de alguém ser alto ou baixo, branco ou negro, cabeludo ou calvo, gordo ou magro, bonito ou menos favorecido em termos de beleza deve ser um fator de sucesso ou insucesso no mundo dos negócios? Infelizmente, é assim que muitas pessoas pensam e, por puro preconceito, inúmeros potenciais se dissipam no meio do caminho.

Linguagem: é o meio no qual se estrutura a consciência do ser humano. Quando você ouve um nordestino, um catarinense, um gaúcho dos pampas, um paulista do interior ou um carioca descolado conversando com aquele sotaque típico da sua região, o que lhe vem à mente? A forma de comunicação pode se constituir num fator de sucesso ou insucesso no mundo dos negócios?

Cultura: dentro de qualquer grupo - famílias, tribos, indústrias, organizações e nações -, os modelos mentais coletivos são desenvolvidos com base em experiências compartilhadas, razão pela qual a cultura pode ser considerada um modelo mental coletivo. Se você é filho de judeu, italiano, grego, alemão ou japonês, não importa, existe um conjunto de valores ou pressupostos típicos de cada cultura. De alguma forma, isso afeta os relacionamentos pessoais e profissionais. Se você é descendente de italiano, japonês, árabe ou judeu, por exemplo, já nasce com o espírito empreendedor mais acentuado.

Experiência pessoal: diz respeito ao sexo, à nacionalidade, à origem étnica, à condição social e econômica, às influências familiares, ao nível de educação e à maneira como as pessoas são tratadas por seus pais, irmãos, professores e companheiros de infância. A maneira como as pessoas começam a trabalhar e alcançam a autossuficiência também é fruto da sua experiência pessoal e isso também influencia o seu sucesso ou insucesso.

Na prática, os modelos mentais de uma pessoa, quando mal construídos, são determinantes para o fracasso nos negócios por conta própria. Por outro lado, quando bem construídos, os modelos mentais são o combustível necessário para a superação das dificuldades inerentes a qualquer negócio por conta própria.

Embora seja necessário considerar outros fatores, os modelos mentais são determinantes na formação do pensamento empreendedor. Prosperidade, riqueza, felicidade e sucesso nos negócios não acontecem para pessoas com modelos mentais negativos predominantes que atribuem a culpa do seu insucesso ao governo, à família, ao mercado e outros fatores.

Como saber se os seus modelos mentais são favoráveis ao empreendedorismo?

Em primeiro lugar, avalie o seu discurso. Se você é de origem humilde e natureza católica, como a minha, por exemplo, deve ter ouvidos coisas do tipo “o pouco com Deus bastante”, “dinheiro não dá em árvores”, “é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que o rico entrar na porta do céu” e outros típicos da sua criação.

Acredite ou não, essas pequenas frases foram mal utilizadas ao longo de milhares de anos e incorporadas de maneira repetitiva na vida de muitas pessoas. Se você considerar ainda os milhares de “nãos” que recebeu nos anos da infância e da adolescência, é natural que sua mente seja predominantemente negativa. Ao persistir nisso, torna-se mais difícil substituir o conforto do emprego fixo pelo arriscado mundo dos negócios.

Em segundo lugar, com base nos modelos mentais negativos, fruto da sua biologia, da sua cultura, da sua linguagem e da sua história pessoal, não existe outra forma de prosperar por conta própria se você não mudar radicalmente a sua forma de pensar.

O fato de você conhecer empresários falidos ou de ter passado necessidade por conta de um negócio familiar malsucedido não significa que também está condicionado ao fracasso, a menos que incorpore esses exemplos como seus modelos mentais negativos.

Como construir modelos mentais positivos e favoráveis ao empreendedorismo?

De acordo com T. Hark Eker, autor do best seller Os Segredos da Mente Milionária, o seu mundo interior cria o seu mundo exterior. Acredito piamente nisso. O sucesso ou o fracasso também é reflexo do seu discurso e, consequentemente, das suas atitudes em relação ao dinheiro e aos negócios.

Com base nisso, muitas coisas que você sempre ouviu sobre dinheiro e negócios não são necessariamente verdadeiras. É preciso optar por novas formas de pensar, novas ideias e novos modelos mentais que contribuam para a sua felicidade e para o seu sucesso.

Dessa forma, procure condicionar a sua mente para se libertar das experiências negativas passadas em relação ao dinheiro e aos negócios a fim de criar um futuro rico, próspero e diferente daquele impregnado pelos seus pensamentos negativos.

A maneira de fazer as coisas na sua vida é você quem escolhe, portanto, avalie suas ideias e pensamentos e procure alimentar somente aqueles que lhe fortalecem. Pensamentos negativos não poderão ajudá-lo a construir um empreendimento de sucesso; ao contrário, vão consolidar ainda mais os seus modelos mentais negativos.

Você é responsável pelo seu próprio grau de sucesso financeiro, portanto, seja remunerado com base nos seus próprios resultados. Significa assumir a responsabilidade de construir o seu patrimônio por meio do seu próprio esforço, criatividade e persistência.

Procure focalizar as oportunidades e não os obstáculos. Espelhe-se nos empreendedores de sucesso que passaram por obstáculos até então julgados instransponíveis. Abra a sua mente e o seu coração. Pense grande com os pés no chão. Comprometa-se a ser bem-sucedido e o mundo não terá outra alternativa senão curvar-se aos seus pés.

O grande segredo é que não há segredo. O que existe é uma mistura de planejamento, garra, determinação, criatividade e uma vontade imensurável de vencer todos os desafios que existem quando se deseja trilhar o caminho do sucesso. There is no free lunch!

Por fim, esteja aberto e propenso a vencer por conta própria e risco. Aja, apesar do medo, da dúvida, da preocupação e do desconforto. Comprometa-se a crescer e a aprender todos os dias a fim de se tornar maior do que seus problemas. Do resto, o universo se encarrega.

Pense nisso, empreenda e seja feliz!


Jerônimo Mendes  |  Publicado em: 06/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Fim é Apenas o Começo




Faz quase cinco anos que eu iniciei a coluna Pensamento Corporativo, com o propósito de compartilhar minha experiência de vida reunida ao longo de mais de vinte e cinco anos de trabalho. Foram duzentos e cinquenta semanas ininterruptas de superação, reflexão e compartilhamento de ideias, com o primeiro artigo publicado em 22 de outubro de 2007.

Durante todo esse tempo aprendi que ninguém é tão pobre de ideias que não possa doar um pouco de si mesmo nem tão rico que não possa aprender um pouco mais com as ideias alheias. Todo mundo tem algo para ensinar e muito para aprender. Esse é o nosso objetivo primordial.
 

O resto é bobagem.

O fim é sempre o começo de algo e o que ficou nada mais é do que um rito de passagem, o qual serve para evoluirmos, tornarmo-nos mais fortes, mais dignos, mais preparados para o próximo ato. Este, por sua vez, é sempre um desafio.

Acredito muito nisso, razão pela qual escrevo, compartilho, coloco no papel as ideias de maneira organizada, concisa e clara, quando possível. Lutar com palavras é a luta mais vã; enquanto lutamos, mal rompe a manhã, diria o poeta Carlos Drummond de Andrade.

Aprendi muito com os leitores, principalmente, pelo fato de ter sido contestado inúmeras vezes por pessoas que, acredito, sabem menos do que eu, mas tem o direito de expressar sua opinião. Contudo, o mais é nunca contestar o ponto de vista alheio.

Este é um principio básico a ser seguido por quem gosta de escrever e compartilhar ideias, motivo pelo qual procurei respeitar pensamentos divergentes do meu embora nem sempre tenha concordado com eles. Como já disse certa vez, não é necessário amar o inimigo para conviver pacificamente com ele.

Toda experiência é válida, mas não é um imperativo para ser feliz. Ser feliz é fazer outros felizes por meio de atos, pensamentos e palavras, dividindo um pouco do que a vida nos dá. Assim, pretendo continuar nos próximos cinquenta anos, porém mais concentrado, com foco específico, voltado exclusivamente para o empreendedorismo.

Minha missão continua. Não tenho projeto de morrer antes dos 100 anos. Pretendo seguir despertando o potencial existente nas pessoas para uma vida melhor e mais desafiadora e, para isso, preciso desafiar a mim mesmo, recomeçar de algum ponto e ser mais especifico para não perder meus objetivos de vista.

A partir de agora, sigo adiante com o Pensamento Empreendedor. Este será o meu foco pelos próximos cinquenta anos. No que depender de mim, o mundo será empreendedor por opção e não por necessidade, exatamente como era antes da Revolução Industrial confinar os homens em suas prisões corporativas.

Todo homem é um empreendedor de si mesmo, disse-me certa vez o Professor Oriovisto Guimarães, Presidente do Grupo Positivo. Acredito piamente nisso, razão pela qual vou dedicar mais tempo e mais energia para criar uma legião de empreendedores felizes.

Agradeço imensamente aos milhares de leitores do Pensamento Corporativo que seguiram e prestigiaram o meu trabalho durante todo esse tempo. Espero que continuem comigo por muitos e muitos anos. Temos muito a aprender uns com os outros. O fim de um é apenas o começo do outro.

Pense nisso e seja feliz!



Jerônimo Mendes  |  Publicado em: 31/07/201, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Liderança feminina



Quando falamos em liderança é comum pensarmos nas imagens de grandes líderes. E, na maioria das vezes, eles são homens. Preconceito ou o resultado de anos e anos da presença masculina em grandes cargos e em papéis de liderança?

Diversas mulheres conseguiram mobilizar pessoas para suas causas e se destacaram como líderes no mundo. Entre elas, Cleópatra, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce e Indira Gandhi. Um ditado antigo diz que por trás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher. Fato ou não, é comum vermos mulheres que exercem a função de primeiras damas se destacarem quase tanto como seus esposos. Quem não se lembra de Jackeline Kennedy e de Hillary Clinton? Por que será?

O fato, do qual não podemos negar, é que atualmente a presença feminina no mercado de trabalho só tem aumentado. E nada mais natural do que encontrá-las atuando como líderes. Desde posições de líderes de equipes até presidentes de grandes corporações. E, por isso, precisamos entender como essa liderança é exercida, afinal homens e mulheres possuem características diferentes que influenciam no método de liderança de cada um.

As mulheres, em sua maioria, são profissionais atentas aos detalhes de cada situação, fazendo com que elas tenham uma visão ampla da empresa. Em função de suas características pessoais, costumam ser bem sucedidas nos processos de comunicação e de negociação. Por terem uma jornada dupla de trabalho (aquele exercido no emprego e aquele dentro de casa), as mulheres conseguem ser mais flexíveis no ambiente corporativo e ainda fazer diversas atividades ao mesmo tempo. E, usando seu instinto maternal, conseguem obter melhores resultados com as pessoas.

Mesmo com tantos pontos positivos, a liderança feminina ainda é vista com maus olhos, por muitas pessoas. E, até hoje há homens que não admitem serem liderados por uma mulher. O ideal nessas situações é mostrar o quanto elas também são competentes e os benefícios que trarão para a empresa. E para acabar com os preconceitos, o ideal é deixar claro que na empresa há lugar para todos e que a diversidade de profissionais, independente do cargo ou função que exercem, é um diferencial no meio empresarial. Afinal, todos nós temos características que podem ser consideradas como pontos fracos, mas também temos outras que são pontos fortes. O essencial é mantermos o equilíbrio no ambiente de trabalho.

Tenho observado que, quando temos um homem e uma mulher disputando uma gerência, por exemplo, assumirá o cargo quem for melhor. Mas em caso de empate em termos de competência, o homem é promovido. Dessa forma, a mulher só será levada ao cargo de liderança se for bem melhor do que o homem e se destacar na função que exerce.

Como está comprovado, por estudos do IBGE, que as mulheres tendem a estudar mais do que os homens, elas estão cada vez mais qualificadas para atuarem em determinadas áreas. Portanto, será natural a ascensão feminina como líderes. Mesmo que o ritmo ainda seja lento


Sonia Jordão  |  Publicado em: 20/09/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Investigação Empresarial!



Olá caros amigos empreendedores,

A investigação empresarial pode ser vista de várias maneiras ou até confundida com espionagem, mas não é nada disso. Vamos pensar como os filósofos. Recebem a notícia, analisam, refutam, compõem e chegam a conclusões momentâneas. Isso tudo deve ser a base de um bom empreendedor.

A investigação de mercado e dos concorrentes devem ocorrer incasavelmente, porque neste momento seu concorrente está fazendo o que você deveria fazer. Acredito que estar atento ao que acontece dentro se sua empresa é primordial, mas o que acontece na concorrência é fundamental. Lançar um produto, prestar serviços, inovar, sem antes consultar lá fora, pode ser uma navalha na garganta.

Empreendedores altamente intuitivos costumam errar muito mais, os intuitivos e antenados com o mercado erram menos, mas são os intuitivos, antenados e estrategistas que dominam a situação. Qual deles você é?

Amar o que se faz não é o suficiente. Achar, sonhar, ter garra, não fazem de você um empreendedor. Juntar todas suas virtudes e a preparação, como estudos, cursos e treinamentos é que o tornam empreendedor. Perceba quantos pseudoempreenderes têm muita vontadade.

É como o velho artista- uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. Não pode ser assim! Obviamente muitos deram certo, arriscando todo um capital num projeto audacioso e com pouca estratégia, mas acredite, estão sempre na corda bamba. Outros, mais espertos, que passaram por essa experiência e deram certo, logo tomaram a decisão de contratar pesquisas, diretores e gente especializada no mercado para dirigir seus negócios.

O mundo dos negócios aceita erros sim, mas erros programados, ou seja, a partir de um grande planejamento onde até o que poderia dar errado já está programado, é ai que entra o plano B. Empreendedorismo vai além da paixão, razão e sorte.

É como um casamento- seder, arriscar, compartilhar, devem ser regras a serem seguidas a risca, mas sem nunca peder a ternura.

Investigue, refute, componha. Ser empreendedor é aproveitar cada espaço do paraíso.






Alessandro Baitello  |  Publicado em: 25/09/2012 , no site: www.qualidadebrasil.com.br






quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Considerações Básicas Sobre a Melhoria



Conceitualmente, melhoria, significa benfeitoria, agrego de valor positivo, algo mais perfeito. Porém isso por si só é um conceito vago. Sem a pergunta certa esse conceito é tão útil quanto alguém te contar o final de um filme que você já assistiu. Comumente fala-se em melhoria e alguns chefes alardeiam a necessidade dela em seu setor, usam-na de forma até constrangedora em um “seja um funcionário melhor”. Melhor? Em relação a que?

Sem o devido contexto do ser melhor em relação a que o sentido se perde. Uma vez escutei dizer que para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve. Essa máxima se aplica perfeitamente ao conceito de melhoria quando usado este for por quem não sabe indicar o caminho.

Sempre e absolutamente sempre que se utilizar dessa palavra o locutor deve obrigatoriamente pontuar seu referencial. É completamente diferente escutar um “você está errando nisso e nisso, melhore” de um “você está errando nisso e nisso, mas, tente ver um pouco diferente nesse ponto, o objetivo final é esse, talvez este caminho faça você ver algo a mais que te ajude”. Entendeu?

Sou completamente contra apontar o caminho as pessoas, dizer a elas o que fazer e como fazer é negligenciar sua capacidade crítica e sua Inteligência. Porém se negar a orientar é um erro ou não sabê-lo ainda outro. O papel do líder é estimular, instigar, instilar e não dizer o que e como e por onde.

Por isso deve-se entender o que é melhoria pois ela só existe advinda de um status quo prévio. Não se melhora uma primeira ação, melhora-se a posterior a ela, melhora-se uma nova tentativa baseada nela. Compreender isso é tão fundamental quanto compreender que indicar sua necessidade é saber fazê-lo calcado numa base correta.

Melhorar um processo não é simplesmente observar um indicador e vociferar “esse número está ruim”, “a tendência é de queda”, “estamos perdendo clientes” e assim adiante. Melhorar é saber pontuar a causa da necessidade da mudança, o foco das ações, e fazê-lo dentro de uma lógica sensata e pensada, que compactue com os objetivos da empresa.

Melhorar é entrar numa reunião é argumentar “o indicador apresenta queda de 2% em relação ao período anterior devido a reforma no setor de atendimento que está limitando nossa capacidade instalada, porém, para reverter isso, criamos um atendimento volante onde um funcionário vai até o cliente e pré-seleciona os casos graves, o objetivo é amenizar essa queda em 70%”. Viu a diferença?

É preciso um contexto para dele se extrair um referencial em que possamos indicar quantitativa e qualitativamente o que e como se vai melhorar e em quanto tempo e a que custo.

Melhorar passa a ser então algo lógico, sensato e atrelado as funções e objetivos da organização e não apenas um alarde modal proferido como bandeira de uma batalha sem causa.

Uma outra faceta desse conceito envolve duas outras variáveis: tempo e intensidade.

A velocidade com que as coisas hoje mudam nos causaram um senso de urgenciamento perene e constante. Tudo acontece tão rápido que nos direciona a considerar somente como válido e importante algo que nos choque, que cause um torpor novo. Como exemplo claro e já nem tão recente temos o advento do iPhone, que revolucionou a telefonia com sua tela hipersensível ao toque, sua interface intuitiva e sua integração com os sistemas da Apple.

Uma melhoria inquestionável na forma com que lidamos com telefonia móvel. Uma eterna luta entre megacoorporações pela dianteira no domínio da tecnologia de ponta. Para elas, uma pequena melhoria no sistema operacional pode não representar um grande avanço, mas ao longo do tempo, pode representar a fidelização de clientes, com um aparelho em constante melhoria e baixa taxa de obsolescência. Para outras, pode ser o constante lançamento de novos aparelhos seu diferencial. Questão de estratégia.

No trabalho puxado que encaramos isso pode ser danoso. Não podemos lanças novos aparelhos de tempos em tempos, nem um novo sistema operacional. Não inventamos máquinas nem atualizamos nosso cérebro dando um upgrade na capacidade de raciocínio. Como devemos encarar essa passagem de tempo e intensidade no tocante a melhoria?

Um primeiro passo é compreender que estamos numa escala micro. Nossas ações são micro diante da grande coorporação na qual fazemos parte, ou mesmo da empresa familiar em que estamos. Nosso pensar é micro diante das pressões macro de sistemas regulatórios.

Um segundo passo é compreender que intensidade está relacionado a energia, a veemência. E que é intenso tudo aquilo que desprenda mais força que o usual para ocorrer. É intenso tudo que tira da rotina e provoca o caos antes de melhorar, a tal mudança do status quo.

Com esses dois conceitos podemos entender que para mudar precisamos aceitar que nosso micro pode sim ser intenso e causar intensidade. Dessa forma, mesmo que seja em nosso processo, nossa atividade, essa mudança exige intensidade, em maior ou menor grau, pois mexe e altera o tal status quo, impondo um certo momento de instabilidade, até que o novo se instale e as forças se adaptem a ele.

Essas pequenas mudanças não são válidas? Não são pertinentes? Claro que são! São elas que fazem com que o todo mude. Equivocado é esperar que somente uma mudança muito intensa seja valorizada. Equivocado é não considerar como válido o esforço de melhoria. E infelizmente fazemos isso.

Essa falta de sensibilidade engessa a empresa, o setor e o comportamento dos envolvidos. Torna uma chefia sisuda e paralisada, gera funcionários bitolados e apáticos. Se não há incentivo, abertura e reconhecimento, por que despender força para mudar?

Quando a organização consegue absorver a cultura da melhoria, entende que ela advém de pequenos e grandes esforços e incentiva sua constância, com isso, há o fomento de um ambiente propício ao ganho. Há equipes motivadas, competitivas e objetivadas.

Seja na escala micro ou na macro. É preciso entender que melhorar é antes de mais nada um processo de entendimento: primeiro de onde e como se está; segundo, do que é preciso fazer para mudar; terceiro, de como se encara a turbulência da mudança; e em quarto do reconhecimento e a forma com que este ocorre.

Um simples “parabéns pelo trabalho” pode ser no final das contas, tão macro quanto um substituto do iPhone no mercado.


João Paulo de S. Silva  |  Publicado em: 26/09/201, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Cinco modos infalíveis para arruinar um Brainstorming



   
O Brainstorming (Tempestade de ideias) é a mais conhecida e utilizada das ferramentas de criatividade. Bem utilizado, pode ser uma poderosa ferramenta para geração de ideias para solução de problemas, melhoria e inovação de produtos, serviços e processos. Mal utilizado, pode ser frustrante e desmotivador. O mau uso tem levado algumas organizações a considerar o Braisntorming ultrapassado e ineficaz. No entanto, as razões para estas frustrações têm sido a condução equivocada das reuniões de Brainstorming e pela inobservância de suas regras. Vejamos algumas das mais frequentes falhas na realização de sessões de Brainstorming.

1. Falta de clareza nos objetivos

A clara definição do propósito da sessão de Brainstorming é um dos pontos mais importantes e, frequentemente, um dos mais negligenciados. Uma sessão de Brainstorming com propósitos vagos e mal definidos levará as pessoas a divagarem e perderem o rumo. Uma boa prática é colocar o propósito da sessão sob a forma de pergunta concreta, vigorosa e desafiadora. “Como podemos melhorar as vendas?” é uma formulação vaga e fraca. “Como podemos aumentar nossas vendas em 60% nos próximos 12 meses?” é muito melhor, mais objetiva e desafiadora.

Para conhecer melhor a técnica de formulação de objetivos de inovação e melhoria leia o artigo A arte das perguntas criativas e desafiadoras.

2. Grupo muito homogêneo

Selecione o grupo com cuidado. Se todos os participantes vierem do mesmo departamento, eles trarão para a sessão de Brainstorming os mesmos preconceitos e as mesmas inibições. Coloque no grupo pessoas de outros departamentos, ou mesmo de outras organizações, que possam acrescentar novas perspectivas e ideias inusitadas. O tamanho ideal da equipe varia entre 6 e 12 pessoas; em certas situações especiais, este número pode ser maior. No entanto, equipes muito grandes são difíceis de serem administradas. Algumas pessoas podem ficar fora das discussões e se tornarem apáticas e negativas.

3. Falta de cuidado na escolha do facilitador

A pior maneira de conduzir uma sessão de Brainstorming é ter o gerente liderando a reunião e agindo como anotador e censor ao mesmo tempo. Os trabalhos devem ser conduzidos por um facilitador experiente, independente e que assegure que as regras do Brainstorming sejam seguidas, especialmente a livre expressão de ideias, sem críticas e sem restrições. No artigo Facilitador: uma pessoa chave na geração de ideias inovadoras você encontra mais informações sobre o perfil e papéis desta figura vital para o sucesso do Brainstorming.

4. Permissão de criticas prematuras

A regra mais importante do Brainstorming é a separação da fase de geração de ideias da fase de avaliação. A violação desta regra, isto é, a permissão de críticas a medida que as ideias surgem, resultará em constrangimentos e inibição da criatividade. Na fase de geração, todas as ideias devem ser anotadas, por mais que pareçam absurdas e revolucionárias. Ideias impraticáveis podem revelar conceitos valiosos para geração de soluções práticas e viáveis.

5. Omissão da etapa de Desenvolvimento e seleção de ideias

Terminada a etapa inicial de geração de ideias, é o momento de revisá-las, desenvolvê-las e agrupá-las para facilitar a análise e seleção. Isto permite à equipe de Brainstorming identificar oportunidades de acrescentar novas ideias e de explorar novos caminhos de pensamento. Uma falha muito comum é considerar esta fase final como limitada à classificação e seleção de ideias. O processo criativo não se limita à etapa de geração de ideias. Com grande frequência, as ideias geradas não estão prontas e acabadas e necessitam de serem trabalhadas para se tornarem práticas e viáveis.


Jairo Siqueira  |  Publicado em: 09/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Empresário ou Empreendedor?



Quais São as Características do Empreendedor? O Que Torna Uma Pessoa um Empreendedor? Você Está Preparado para Ser Empreendedor?

Existe certa confusão entre o que é ser empreendedor e o que é ser empresário – ou administrador – uma vez que o empreendedorismo está diretamente ligado a uma realização pessoal e profissional.

Na verdade, lançar-se na carreira de empresário requer pouco do ser humano, talvez apenas um pouco de capital.

Estudiosos do comportamento humano afirmam que o indivíduo não vive no mundo que o cerca, mas sim numa representação deste próprio mundo, por ele criada a partir da percepção e do processamento daquilo que está à sua volta.

Dessa forma, pode-se dizer que o empreendedor não precisa fundar a sua própria empresa, ele pode participar do negócio de outras pessoas de uma forma proativa e, antes de tudo, deve se sentir realizado por proceder dessa maneira.

Para Peter Drucker, os empreendedores são pessoas que inovam. “A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio ou serviço diferente”.

Segundo ele, o empreendedor está sempre procurando a mudança, reage a ela e explora-a como sendo uma oportunidade. As características do empreendedor bem sucedido são:

    Comprometer-se.
    Atuar com qualidade.
    Procurar informações.
    Procurar oportunidades.
    Correr riscos calculados.
    Estabelecer metas objetivas.
    Persuadir e manter contactos.
    Ter confiança e independência.
    Planejar e treinar de forma sistemática.

Porém, somente as atitudes não constroem um empreendedor, pois o fogo do empreendedorismo aquece, mas é necessária a modéstia de aceitar carência de capacidades e experiência, independentemente dos recursos que se tem à mão.

Existe grande diferença entre se ter o desejo de iniciar um negócio e possuir a competência para competir eficazmente. Esta perspectiva desejo versus capacidade empreendedora desdobra-se em dois rumos de ação distintos e enfatiza uma falsa dicotomia: a distinção entre capacidade empreendedora dentro e fora da empresa.

    O que torna uma pessoa empreendedora?
    Quais são os elementos essenciais da capacidade empreendedora?
    Quem são estes empreendedores com uma competência especial e um fogo empreendedor para dar partida num negócio ou a partir de uma idéia, e recebendo a liberdade, incentivo e recursos da empresa onde trabalha, dedica-se entusiasticamente em transformá-la em negócio de sucesso?
    Como os reconhecemos?
    Existem empreendedores em quantidade limitada?
    Empreendedores nascem ou são formados?

Muitas pessoas se preparam a vida toda e não conseguem realizar nada, outras se julgam despreparadas e também nunca realizam. Isso para não falar daqueles que morrem de vontade de um dia terem seu próprio negócio.

Por outro lado, existem aqueles que se lançam de modo aventureiro – sem nenhuma preparação – a um empreendimento de risco.

Tudo isso quer dizer que o julgamento do grau de preparação é subjetiva e individual. Ele requer uma reflexão do indivíduo com maturidade e consciência, para uma decisão sensata.

Às vezes o grau de preparação é pequeno, mas a pessoa avalia bem e vê que os riscos também são pequenos e, em função disso, decide partir para a ação. Outras vezes, embora havendo uma preparação elevada, o indivíduo, embora sendo sensato e corajoso, sente que ainda não é chegada a hora – e deve seguir a sua intuição.

Sendo assim, nosso conselho é que você reflita bem, pense, converse, analise os fatos, ouça suas vozes interiores. Você tem potencial para decidir qual é a hora certa.


Julio Cesar S. Santos  |  Publicado em: 10/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

Carreira: que decisões tomar?



O sucesso ou fracasso da sua carreira depende de você. Por mais que não possamos negar a influência que as pessoas tenham em nosso sucesso ou fracasso, a grande responsabilidade pelos resultados é nossa!

Provavelmente você já ouviu e leu isso várias vezes. Então há grande chance disso ser verdade.

É normal a angústia por não saber se estamos no lugar certo, na empresa certa, ao lado das pessoas certas, no caminho certo. Todos nós vivemos essas dúvidas.

Algumas pessoas vão lhe aconselhar a fazer o que você ama, que assim vai ganhar dinheiro, enquanto outras dirão para você aprender a amar o que você faz, pois é desse modo que o dinheiro chega.

É fácil aprender a amar o que fazemos... como também é fácil deixar de amar. Tudo depende dos resultados!

Eu digo para você fazer o que lhe der dignidade e felicidade. Se pensar apenas no dinheiro é provável que perca sua dignidade. E entenda felicidade não como alegria, pois o pai de família que há dias não vê o filho acordado devido ao aumento na produção da empresa na qual trabalha não está alegre com essa situação, mas, certamente sente-se feliz por poder comprar o brinquedo novo que o filho pediu, e por fazerem boas refeições juntos nos finais de semana.

Acredite: você já fez, faz ou vai fazer um monte de trabalhos que não ama, mas, que dão uma boa grana. E, também, já fez, faz ou vai fazer muito trabalho que adora, porém, que dão pouco ou nenhum retorno financeiro.

Às vezes a gente busca carreiras que dão muito dinheiro e acabamos fugindo da nossa essência. O dinheiro que pensávamos ser sinônimo de felicidade tornou-se vilão. Ou, passamos tanto tempo tentando encontrar a carreira dos sonhos que, quando nos deparamos com ela, estamos cansados demais para poder aproveitar o que ela poderia proporcionar.

Outras vezes negamos que continuar fazendo o que amamos é um atraso de vida, pois mal conseguimos comprar feijão e arroz com o que ganhamos, e o que parecia nos levar ao paraíso está trazendo muita dor e sofrimento.

O importante é:

    Continuar fazendo;
    Continuar crescendo;
    Continuar sonhando.

Continuar fazendo por que o mundo está em movimento, e, acertando ou errando, o melhor a fazer é seguir em frente. Nada é pior do que desistir.

Continuar crescendo pelo fato de que, parados no tempo temos a falsa sensação de que pelo menos ficaremos no mesmo lugar, mas, a realidade é que damos um passo para trás todos os dias. Na corrida profissional somos ultrapassados, e, sem perceber, já não temos fôlegos para sequer cruzar a linha de chegada, quanto mais cruzá-la em primeiro lugar.

Continuar sonhando é vital. É mantendo os sonhos vivos que conseguimos realizar boa parte deles. Tropeços, dificuldades, erros não são capazes de fazer parar quem mantém a chama dos sonhos acesa.

Eu sei o quanto é difícil tomar uma decisão profissional, irrelevante a idade que temos: mudar de emprego, esperar mais tempo no atual, pedir ao chefe uma promoção, abrir um negócio próprio, tentar a sorte noutra região e até país são angústias comuns a todos nós.

Alguns jovens sofrem por que as portas não se abrem devido a pouca idade, enquanto que os veteranos sentem calafrios exatamente por terem mais idade.

Se você sente medo de tomar uma decisão em relação à sua carreira, parabéns: você faz parte do clube dos seres humanos. Tomar decisões em relação à carreira causa uma série de medos mesmo, afinal, essas decisões afetam todas as áreas da vida.

Decidir no campo profissional é como quando você maceta seu dedo e a unha fica roxa. Depois de um tempo ela começa a se soltar da pele e você não sabe se a arranca ou se deixa ela ali, quietinha, pendurada, até que caia naturalmente.

Quando vai dormir tem medo de enroscá-la no cobertor e sente dor só de pensar que isso pode acontecer enquanto você dorme.

Sabe que se arrancá-la vai doer muito e tenta evitar essa dor, porém, não arrancá-la também é um martírio, pois a dor é em conta gotas.

O que é certo fazer? Não há certo ou errado a ser feito. Há decisões que precisam ser tomadas.Arrancar a unha pode trazer uma dor enorme, mas, com o tempo a dor passa e a unha cresce de novo. Deixar a unha pendurada faz você sentir doses menores de dor. O problema é que ela é intermitente.

Em ambos os casos, independentemente da decisão, lembre-se: sua unha vai se recuperar, e, no tempo certo, vai nascer de novo, talvez até mais bonita que antes.

Na nossa vida, neste caso, profissional também funciona mais ou menos dessa maneira.

Não se angustie tanto por pensar que a melhor decisão foi a que você não tomou, que o melhor caminho foi o que você não seguiu.

Quanto antes você acertar, melhor, no entanto, como disse, o importante é continuar fazendo, crescendo e sonhando. Não importa sua idade, nem se está dando seus primeiros passos profissionais ou por quantas profissões e empresas já passou. Se tiver que arrancar a unha, arranque. Se decidir ficar com ela pendurada, fique: com o tempo você terá outra unha, outra carreira, outra empresa... e novas oportunidades de transformar seus sonhos em realidade.


Paulo Sérgio Buhrer  |  Publicado em: 08/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Colaboradores invisíveis e necessários




Lia um livro sobre o drama no World Trade Center que tratava da luta pela vida, mas que nos relatos, sem que esse fosse o objetivo, demonstravam a importância de pessoas que no cotidiano fazem diferença e pouco são notadas.

Não eram pessoas preocupadas com bolsas, sapatos, celulares, antes de deixar o local, mas interessadas em servir, ajudar conhecidos e desconhecidos a descerem as escadas, a se protegerem da fumaça, focadas em pedir resgate para os feridos, oferecer algum conforto, ainda que palavras. Pessoas pouco vistas e notadas na vida do complexo.

As empresas estão repletas de colaboradores que mantém tudo funcionando, e sequer sabemos os nomes. Muitos nos conhecem, e ,sem que digam, gostam de nós, mas não nos damos conta.

Assim que chegamos ao local do trabalho, lá está o computador com um fila de e-mails. Será que todos usam a “técnica do bate-corre”?

A técnica, irritante, mas que alguns acham interessante é a seguinte:

Quando um e-mail precisa seguir no dia, o último minuto também conta, certo?

E se for enviado assim que estiver indo para casa, você não terá que responder nenhuma pergunta, caso a pessoa que o receba tenha alguma dúvida, correto?

Você cumpriu com sua tarefa, e o dia seguinte é o dia seguinte. E ainda terá o dia inteiro para pensar no que vai responder no último minuto do novo dia.

Ah, e se você é daqueles que saem tarde por causa do trânsito e manda o e-mail para o chefe, ele saberá que é um dedicado colaborador. Como seu e-mail é a ultima coisa que ele viu, você será o primeiro a tomar um café com ele para tratar do assunto. A probabilidade de vê-lo irritado pela manhã é menor do que no fim do dia.

A técnica tem lá suas vantagens políticas!

Se você é pontual ou chega mais cedo que os demais, vai encontrar alguns desses seres invisíveis e ainda não lhe dirão pelo caminho que fulano ligou, que sicrano deixou recado, e ao chegar na sua sala, o telefone não estará histérico.

Chegar cedo ou no horário tem lá seus confortos técnicos.

Quando o dia começa, as mesas estão arrumadas, muito melhor do que muitos deixaram no dia anterior – há casos em que quando “bate o horário”, se a física permitisse, lápis e canetas parariam no ar –, o café está pronto, o lixo foi retirado, o banheiro está limpo, os relatórios que você pediu estão em sua mesa, todos os lançamentos foram realizados até a data, não há nada atrasado, a posição de caixa dia já foi antecipada, a tomada da sua sala já foi trocada, seu mouse com defeito substituído, a senha que você perdeu já foi resgatada, agora é só criar uma nova, e assim a vida segue. Visível, mantida por seres invisíveis.

Você já deve ter visto algo parecido, alguém gosta de um relatório que recebe com frequência, então diz a um pessoa próxima:- Como é mesmo o nome daquela menina que prepara o relatório XYZ?

Ouve a resposta: - Clarice.

Teimoso, não sabe e contesta: - Não! Que Clarice...

Sabendo que não é a primeira vez que pergunta, a pessoa diz: - Aquela de olhos verdes, cabelos negros, sempre presos, que brinca com as meninas aqui no setor?

- Sim, essa!

Lá vem a resposta: - Não trabalha mais conosco.

- Como, saiu quando? – Neste momento, muitos se espantam com o fato...

- Faz tempo que saiu! – Os que já sabiam balançam a cabeça em aprovação

Era quase invisível, concretizou-se!

E o relatório?

Quando não esquecido, invisível!


Ivan Postigo  |  Publicado em: 08/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

As armadilhas da Liderança




Se você  cair nas armadilhas abaixo listadas , possivelmente , as pessoas  terão medo de você  e nenhum respeito por você ou  pelo seu trabalho . Mas se você estiver atento , agir com ética, respeito, justiça, idoneidade   as pessoas ficarão ao seu lado para aprender e compartilhar.

Vamos , então às ARMADILHAS da Liderança:

Salto 15 ou anel do poder - achar que pode tudo contra todos. Ser arrogante, pedante, exibido. Não respeitar as pessoas .Usar frases que só BABACAS usam: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Falso discurso- “adoro gente ao meu lado que tem opinião, que argumenta, questiona”. Mas na hora de contratar para trabalhar a seu lado só contrata os obedientes e que concordam com tudo e os primeiros a serem demitidos são os que discordam de sua opinião.

A última opinião prevalece- em uma reunião você fecha com sua equipe algumas diretrizes e ações. Ocorre que ao terminar a reunião , uma das pessoas que pouco se manifestou  pede para falar com você e aproveita para dar sua opinião na surdina  e você acaba por deixar se influenciar por essa opinião e muda tudo o que foi combinado com sua equipe

Prisioneiro da equipe – Você deixa o diálogo entre os membros de sua equipe evoluir  e eles chegam a um consenso mas no fundo você não acha que esta seja a melhor solução, e sabe que sua equipe pode fazer muito melhor do que foi acertado entre eles, mas em vez de elevar o nível da discussão , você se acomoda, afinal você gosta de ser amado.

Os “informantes do Rei”- você é muito ocupado e tem hábito de sempre escutar um ou dois membros de sua equipe para saber “como andam as coisas”. Com isso você tem sempre uma visão restrita e tendenciosa de seu negócio , além de mandar sinais claros de que a opinião dos outros não importa afastando qualquer possibilidade de diálogo com outras pessoas, pois,  os “informantes do rei” em alguns casos fazem questão de demonstrar que são os queridos e que tudo o que falam é que vale como lei para a empresa.

Medo de dar feedback – a melhor maneira de sua equipe saber como está se saindo é você fornecer informações sobre o desempenho deles,mas muitos líderes ansiando por subordinados leais irão a extremos para encorajá-los,inclusive,retendo críticas.

“Tudo decidido..nada decidido” –vocês participaram de mais uma daquelas infindáveis reuniões e muitas decisões foram tomadas.Todos estavam de acordo.O tempo passou e as promessas feitas não foram cumpridas porque o líder permitiu que pessoas agissem com deliberada lentidão. E pagam o preço ,os eficazes , aqueles que foram atrás e agora terão que esperar o ritmo lento dos demais.

“O rei sou eu”- se todas as vezes você precisa informar a sua posição hierárquica e seu poder, tem alguma coisa errada com você ...ou com sua equipe.

“Deixa  assim para ver como é que fica”- você cobra resultados , quer foco mas quando alguém propõe mudanças, inovações, traz projetos, idéias, você é o primeiro a colocá-las na gaveta e depois reclama que a equipe não está comprometida.

Prefiro leais do que eficazes – “prefiro um colaborador obediente , fiel escudeiro ,leal apesar de não ser competente que sei que posso contar, do que um que seja muito bom e que vai me abandonar porque tem competência e logo se estabelece no mercado e não precisa mais de mim”.

Todos devem estar sabendo – você faz as coisas e acha que todos da sua equipe devem estar  sabendo o que você espera deles.Informa um ou outro mais próximo e depois exige o resultado de toda equipe. E aí vem a sua frustração , pois o que você idealizou não foi realizado.

Pede as mesmas coisas para várias pessoas – assim você consegue ver quem é o mais rápido e deixa todos confusos.

Passa informações que lhe foram confiadas de uns para os outros – assim você tem certeza de que uns irão vigiar aos outros e não formarão um”timinho”contra você.

Oferece as melhores oportunidades aos mais fraquinhos e incompetentes- afinal as pessoas competentes podem esperar já que elas são melhores saberão compreender.

Eu, eu, eu... – campeão em roubar ideias, em usar material de outras pessoas e nunca citar quem é o autor do projeto, do texto, enfim. Espera passar um tempo e aí usa a ideia dos outros em seu discurso para ganhar pontos.


Marynes Pereira  |  Publicado em: 31/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

domingo, 4 de novembro de 2012

Coaching, mentoring, counseling, uma luz na escuridão




Em uma reunião, com gestores de várias partes do mundo, eu ouvia a seguinte orientação: - Vocês, brasileiros, são muito criativos, mas extremamente individualistas. Isso pode ser observado nos esportes, na arte e na forma como fazem negócios.

Penso que sabemos disso, o que não sabemos muito bem é como lidar com isso, não é verdade?

O quente sangue latino, que nos leva a extravasar a tendência ditatorial, mais afeita ao comando que à liderança, incentiva mais a luta pelo poder do que pelos resultados.

Isso parece um exagero, se considerarmos que somos vistos como um povo pacífico, não é verdade?

Não, não é verdade!

O Brasil, de acordo com estudos divulgados em Genebra, responde por 10% de todos os homicídios praticados no mundo. Algumas cidades apresentam números que superam os  dos que países em guerra como o Iraque. Mais de 20% das mortes em São Paulo e Rio de Janeiro são frutos da violência.

A estupidez no nosso trânsito mata por ano mais de 40.000 pessoas. Em números crescentes já chegou a 160 casos fatais por dia. A maioria dos condutores tem entre 21 e 30 anos. Nesse terrível cenário de guerra figuram as motos, com 61% dos acidentes.

Diariamente são pagas de 900 a 1.000 indenizações por morte, invalidez e assistência médica a feridos em acidentes. Uma terrível perda para a sociedade, em vidas e material.

Essa brutalidade ocorre apenas nas ruas?  Não, invade nossos lares, escolas e empresas.

Horas no trânsito, a falta de gentileza, a marginalidade, a banalidade, tiram o encanto da vida, roubam energia e a concentração para o estabelecimento de relações e o desenvolvimento de projetos.

Aplaudo todos os dias a internet, mas a vigio para que não contribua com o isolamento. A internet é uma armadilha para o solitário, apanha-o pela mão e o leva a caminhar pelas terras de ninguém, dando-lhe a falsa impressão de companhia. Lá, o homem se sente o dono da verdade e pode usar seu Avatar como seu procurador, sem se expor.

A volta à realidade, com a mão que bate à porta, o telefone que toca, resgata a ansiedade e a agressividade.

Não importa se é um aluno, um cliente, um fornecedor, um candidato, um colaborador precisando de ajuda ou orientação, ouvi-lo é um desconforto.

O resgate já não é apenas de conceitos, mas do homem. Isso precisa começar cedo, enquanto a criança, em um doce abraço, pede para que lhe leia um livro ou lhe conte uma história. Sim, a criança, a mesma que está sendo abandonada, arremessada contra as paredes e atirada ao lixo, aquela que menciona Lucas (18,15-17):

“Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os repreendiam. Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: - Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo, quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira alguma entrará nele.”

Como ler um livro ou contar uma história ao homem, crescido, necessitado de apoio?

O livre-arbítrio lhe dá o poder da escolha, mas se decidir pela orientação há três formas interessantes:

Coaching

O coach ou treinador, atua encorajando e motivando os pupilos, identificando competências, transmitindo informações e desenvolvendo talentos individuais para a melhoria  de  desempenho, dentro de um projeto estabelecido por estes ou no qual estão envolvidos. O trabalho pode ser coletivo ou individual.

Mentoring

O mentor ou tutor, planeja, acompanha e avalia o desenvolvimento dos pupilos em um processo pedagógico. Mentoring é aplicado em projetos  de formação de indivíduos.

Counseling

O aconselhamento é um processo de interação entre indivíduos e integração para tomada de decisão. O objetivo é melhorar as habilidades pessoais e técnicas para aplicação nos momentos de  escolha. Os mecanimos permitem que as pessoas  se conheçam melhor, ajudando-as a  se ajudarem.

Para o homem que precisa sossegar a alma, mudar o jeito, aumentar a competência, vai um conselho de Catherine de Hueck Doherty: “Com o dom de ouvir, vem o dom de curar”.


Ivan Postigo  |  Publicado em: 13/08/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

A Inovação por Ruptura




A vantagem competitiva das empresas nesta chamada Era do Conhecimento está diretamente relacionada à capacidade de inovação. Se o custo baixo, a qualidade dos produtos, o fator tempo e a flexibilidade organizacional se revezaram como questões-chave no cotidiano corporativo durante as últimas décadas, hoje está à frente quem consegue transformar o seu mercado de atuação.

Até pode parecer que eu esteja cometendo o infortúnio de abordar um tema já exaustivamente debatido, mas se concordamos que boa parte dos empresários reconhece a importância de investirem recursos em inovação, praticar o que discursam é outra história. E até mesmo quem possui o DNA inovador às vezes adormece na hora errada.

Veja o caso da Microsoft. No último mês de julho a companhia fundada por Bill Gates anunciou o primeiro prejuízo trimestral desde que se tornou uma empresa pública em 1986. Entre outros motivos, o resultado é reflexo da queda nas vendas de PCs que rodam o sistema operacional Windows porque os consumidores estão preferindo adquirir tablets que comportam outros softwares.

O fato surpreendente é que no início de 2010, antes mesmo de a Apple lançar o iPad, a Microsoft chegou a apresentar timidamente – durante uma feira tecnológica nos EUA – a versão de um tablet produzido em parceria com a HP e voltado inicialmente apenas para o mercado corporativo. Já a empresa da maçã disponibilizou sua invenção para quem quisesse comprar e empolgou o mundo. Resultado: naquele mesmo ano a Apple vendeu 14 mi de unidades ao passo que o HP Slate 500 teve somente nove mil comercializações.

De lá para cá a companhia de Bill Gates acompanhou o crescimento deste mercado parecendo acreditar que a onda dos tablets seria passageira e agora, com o fluxo de caixa pressionado e pesquisas indicando que a venda destes aparelhos superará o número de PC’s já em 2015, o lançamento do aguardado Windows 8 em outubro próximo tem a missão de colocar a Microsoft no jogo.

Aquilo que ocorre em seu negócio tende a não ser muito diferente, ainda mais porque mercados inteiros encontram-se em visível transformação. O que vale refletir é se a companhia aonde trabalha está provocando as mudanças ou tendo de reagir a elas.

Quando o físico Thomas Kuhn publicou "A Estrutura das Revoluções Científicas" há exatos cinquenta anos, já defendia que o progresso da ciência não ocorre por meio de inovações incrementais e sim via drásticas rupturas no modelo vigente. O que uma empresa de vanguarda faz quando lança produtos e serviços originais ou inventivas formas de se comunicar e interagir com os públicos de interesse.

Segundo o professor americano Clayton Christensen, que atualmente é a maior referência mundial em inovação por ruptura, o segredo destas organizações está no fato de criarem soluções simples, convenientes e de baixo custo que seduzem consumidores insatisfeitos com as empresas que os atendem ou estão cansados de ter de tomar decisões frente a tantas ofertas disponíveis e muito semelhantes.

Além disto, o próprio Christensen lembra que “se a empresa é bem-sucedida como está, o melhor é que continue focada em seu negócio central e estabeleça uma estrutura à parte para encarregar-se do projeto de inovação”. Isto é, não tente mudar os rumos da sua empresa no mesmo ambiente em que as pessoas precisam cumprir rotinas, realizar processos detalhados e abraçar valores. Ou você terá problemas.

E é fundamental ter em mente que a inovação por ruptura ocorre somente quando você começa a prestar atenção nos não-clientes. Enquanto os compradores usuais reforçam o foco da sua empresa para mudanças que têm por objetivo mantê-los em carteira, aqueles o levarão à pergunta crucial: “O que posso fazer de diferente para que eles também sejam meus clientes?”. É assim que se começa.

A vantagem competitiva das empresas nesta chamada Era do Conhecimento está diretamente relacionada à capacidade de inovação. Se o custo baixo, a qualidade dos produtos, o fator tempo e a flexibilidade organizacional se revezaram como questões-chave no cotidiano corporativo durante as últimas décadas, hoje está à frente quem consegue transformar o seu mercado de atuação.

Até pode parecer que eu esteja cometendo o infortúnio de abordar um tema já exaustivamente debatido, mas se concordamos que boa parte dos empresários reconhece a importância de investirem recursos em inovação, praticar o que discursam é outra história. E até mesmo quem possui o DNA inovador às vezes adormece na hora errada.

Veja o caso da Microsoft. No último mês de julho a companhia fundada por Bill Gates anunciou o primeiro prejuízo trimestral desde que se tornou uma empresa pública em 1986. Entre outros motivos, o resultado é reflexo da queda nas vendas de PCs que rodam o sistema operacional Windows porque os consumidores estão preferindo adquirir tablets que comportam outros softwares.

O fato surpreendente é que no início de 2010, antes mesmo de a Apple lançar o iPad, a Microsoft chegou a apresentar timidamente – durante uma feira tecnológica nos EUA – a versão de um tablet produzido em parceria com a HP e voltado inicialmente apenas para o mercado corporativo. Já a empresa da maçã disponibilizou sua invenção para quem quisesse comprar e empolgou o mundo. Resultado: naquele mesmo ano a Apple vendeu 14 mi de unidades ao passo que o HP Slate 500 teve somente nove mil comercializações.

De lá para cá a companhia de Bill Gates acompanhou o crescimento deste mercado parecendo acreditar que a onda dos tablets seria passageira e agora, com o fluxo de caixa pressionado e pesquisas indicando que a venda destes aparelhos superará o número de PC’s já em 2015, o lançamento do aguardado Windows 8 em outubro próximo tem a missão de colocar a Microsoft no jogo.

Aquilo que ocorre em seu negócio tende a não ser muito diferente, ainda mais porque mercados inteiros encontram-se em visível transformação. O que vale refletir é se a companhia aonde trabalha está provocando as mudanças ou tendo de reagir a elas. Quando o físico Thomas Kuhn publicou A Estrutura das Revoluções Científicas há exatos cinquenta anos, já defendia que o progresso da ciência não ocorre por meio de inovações incrementais e sim via drásticas rupturas no modelo vigente. O que uma empresa de vanguarda faz quando lança produtos e serviços originais ou inventivas formas de se comunicar e interagir com os públicos de interesse.

Segundo o professor americano Clayton Christensen, que atualmente é a maior referência mundial em inovação por ruptura, o segredo destas organizações está no fato de criarem soluções simples, convenientes e de baixo custo que seduzem consumidores insatisfeitos com as empresas que os atendem ou estão cansados de ter de tomar decisões frente a tantas ofertas disponíveis e muito semelhantes. Além disto, o próprio Christensen lembra que “se a empresa é bem-sucedida como está, o melhor é que continue focada em seu negócio central e estabeleça uma estrutura à parte para encarregar-se do projeto de inovação”.

Isto é, não tente mudar os rumos da sua empresa no mesmo ambiente em que as pessoas precisam cumprir rotinas, realizar processos detalhados e abraçar valores. Ou você terá problemas.

E é fundamental ter em mente que a inovação por ruptura ocorre somente quando você começa a prestar atenção nos não-clientes. Enquanto os compradores usuais reforçam o foco da sua empresa para mudanças que têm por objetivo mantê-los em carteira, aqueles o levarão à pergunta crucial: “O que posso fazer de diferente para que eles também sejam meus clientes?”.

É assim que se começa.


Wellington Moreira  |  Publicado em: 22/10/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 3 de novembro de 2012

A Arte do Feedback



O que é feedback?

O feedback é   uma ferramenta da comunicação, onde falamos para uma pessoa  sobre  a percepção que temos dela através das suas  atitudes e   comportamentos, podendo ser de forma positiva ou negativa.

O feedback precisa ser encarado como uma ferramenta de troca, de desenvolvimento pessoal e interpessoal, ou seja, é importante que ele venha com o objetivo de melhorias e não ameaças.No mundo competitivo em que vivemos, geralmente recebemos o feedback como críticas e acúmulos  de pontos negativos, o que acaba nos deixando inseguros, com baixa autoestima, angustiados e receosos.

Acabamos ficando  na defensiva, não escutando  de forma aberta o  que pensam a nosso respeito , então , procuramos nos defender e expormos nosso ponto de vista o  que não é errado, mas diminuímos a capacidade de reconhecermos os pontos que precisamos melhorar ,pois o outro pode estar  percebendo alguns  aspectos, que às vezes eram totalmente desconhecidos para nós.

Posso dar feedback na frente de alguém?

Depende do acordado, se for negociada a presença , sem problemas.Quando o feedback for positivo , a segunda pessoa pode reforçar o feedback, se for negativo, a mesma deve deixar para falar depois, a sós com a pessoa que está recebendo.

Procure dar o feedback individualmente,  escolha um momento, procure ser  pontual e sem rodeios.

O poder do elogio é muito importante para manter as pessoas motivadas e comprometidas, portanto , o feedback  com foco no reforço dos pontos positivos são fundamentais para  um melhor desempenho e comprometimento da pessoa e do profissional.

Existem alguns instrumentos na empresa que  impulsionam  o feedback, como:

    Avaliação de desempenho;
    Avaliação 360º e;
    Plano de desenvolvimento .

É importante que empresas de pequeno, médio porte possam fazer uso destas ferramentas, pois ajuda muito no desempenho de seu capital humano.

Como receber feedback?

Procure estar disposto a receber o feedback, de forma tranquila como se fosse um presente, algo que venha contribuir com a melhoria do seu desempenho, aproveite o momento para  solicitar opiniões também em outros pontos que queira saber sobre o seu desempenho.

Quando a empresa utiliza o feedback  como algo rotineiro, uma entrevista de desligamento por exemplo, que para muitos é uma tarefa difícil e sofrida, ficará  mais fácil tanto para quem está desligando ,quanto para quem está sendo desligado, pois ambos sabem  bem os motivos que os levaram a tal  situação , fundamentados  nos  feedbacks  realizados anteriomente.

Segundo o psicólogo e coach Maurício de  Paula o feedback é capaz dê:

    Solucionar conflitos importantes;
    Transformar vidas
    Evitar futuros conflitos;
    Criar força um relacionamento afetivo;
    Promover inicio positivo num novo relacionamento;
    Corrigir desvios nas ações;
    Aumentar o desempenho dos profissionais e das organizações.

Vamos procurar encarar o feedback como algo essencial para o nosso aprimoramento, pois se não soubermos como somos vistos, vamos acabar repetindo  comportamentos que possam estar atrapalhando ou impedindo nosso crescimento.

Boa sorte !


Luciana Rondon  |  Publicado em: 06/09/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Finados


Minhas homenagens

A todos os finados que, 

De uma forma ou de outra, 

Influenciaram a minha vida! 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

12 dicas para pensar criativamente



Uma pequena lista de hábitos, atitudes e truques que podem ajudar a desenvolver o pensamento criativo:

    Pense sempre de modo positivo sobre suas habilidades criativas.
    Valorize a imaginação e a intuição, tanto quanto a razão e o conhecimento.
    Seja curioso – não deixe passarem as oportunidades de conhecer e explorar coisas diferentes e interessantes.
    Reserve um tempo para meditar, sonhar e explorar novos caminhos sem preocupações imediatas sobre praticidade e viabilidade.
    Habitue-se a separar os momentos de criação de ideias dos momentos de avaliação e julgamento.
    Desafie os preconceitos, normas e verdades absolutas – as suas, de outras pessoas e da sociedade.
    Transforme os erros e problemas em oportunidades de fazer algo diferente.
    Crie e explore alternativas – abandone a crença de que há uma única resposta certa.
    Tenha mais perguntas do que respostas – o que cria novidades não são as respostas prontas, mas as perguntas que questionam o saber dominante.
    Aproxime-se de e conviva com diferentes tipos de pessoas – amplie e diversifique suas relações sociais e profissionais.
    Anote imediatamente todas as suas ideias e pensamentos, não confie na memória.
    Aprenda e use as ferramentas de criatividade como o Brainstorming, SCAMPER, Mapa Mental para ajudá-lo a desenvolver suas habilidades criativas.


Jairo Siqueira  |  Publicado em: 11/09/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

10 dicas de criatividade




Quando pensamos em criatividade, parece que estamos a anos luz do direito. Parece que criatividade se restringe a agências de publicidade, a pessoas que trabalham no Google ou outras profissões.

Será mesmo?

Eu discordo. Temos no direito um exercício de criatividade imenso, seja processual, seja no direito materialmente. As vezes a solução está num acordo bem criativo, numa solução tida como salomônica, ou até mesmo numa verdade nua e crua, sendo a mesma uma estratégia.

Ocorre que a criatividade está intimamente ligada a nossa criança interior, ao nosso livre pensar. Não está ligada ao conhecimento em si, puro e simples, nem mesmo ao estudo. Por isto, ao longo do tempo e do nosso amadurecimento, somos quase que forçados a esquecer a criatividade e a buscar na razão pura e nos encaixes da vida as soluções. Por esta razão, quem pensa fora da caixa, se dá bem na vida.

A revista Você SA separou 10 dicas de como exercer a criatividade que pode andar esquecida dentro de você.

Abaixo as dicas resumidas. No final, tem link para acessar a matéria completa:

Como ser mais criativo

A criatividade é o atributo de liderança mais desejado por CEOs. Apesar de valorizada, a competência é difícil de ser encontrada. Crianças de até 3 anos costumam usar 98% de sua capacidade criativa, enquanto adultos acima de 30 anos costumam explorar apenas 2%. Essa diminuição está relacionada às experiências sociais ao longo da vida — e o trabalho tem peso grande nessa queda. Veja dez conselhos de artistas e especialistas para aumentar a criatividade e não deixe isso acontecer com você.

1. Quebre regras

É importante quebrar algumas regras e tentar fazer coisas que nunca foram tentadas. Ao ter uma ideia, pesquise e veja se alguém já fez aquilo da maneira como pensou.

2. Não tenha medo de errar

Assuma riscos, não tente ser perfeito o tempo todo. Criatividade serve para explorar o desconhecido e, para isso, precisamos saber que frequentemente vamos errar. E um dos pontos básicos para ampliar nosso potencial criativo é reconsiderar nosso medo de errar, talvez transformando a palavra em "testar".

3. Tenha um caderno amigo

Leve um caderno com você a todos os lugares. Caso tenha uma ideia, anote-a e tente desenvolvê-la.

Quem escolhe trabalhar no mundo corporativo pode achar que não é exatamente uma pessoa criativa, ou que não deveria ser. Fugir da mesmice é, no entanto, algo necessário para o profissional se diferenciar, mesmo quando ele exerce uma função aparentemente burocrática.

4. Fuja do computador

Tente passar algum momento longe do computador (esqueça também o celular). Envolva-se com atividades como ler um livro, ouvir música, desenhar ou passear por um lugar onde nunca tenha ido.

5. Experimente o diferente

É importante viver experiências diferentes, como viajar para lugares desconhecidos, comer algo exótico, ler um livro que não tenha nada a ver com seu trabalho, conhecer pessoas com vida diferente da sua.

6. Descanse e faça uma pausa

7. Rebele-se

Ouça seu lado rebelde. Internamente, de forma subjetiva, não pública, podemos questionar tudo o que está sendo feito e proposto em nossa vida pessoal e profissional, não apenas por nós mesmos, mas por todos à nossa volta, diz Sérgio Navega. "Ninguém precisa saber que estamos fazendo isso. O objetivo é buscar maneiras diferentes de pensar, associar ideias e agir."

8. Insista

Uma grande ideia depende de incessantes tentativas, afinal é a cada "teste" malsucedido que o cérebro faz novas associações e aumenta a capacidade de ter ideias e inovar.

9. Busque alternativas

Não existe resposta certa ou errada. O que existe são possibilidades diferentes. É necessário gerar muitas possibilidades antes de achar algo que realmente faça sentido.

10. Agir é importante

Aja, pratique a ação. Uma ideia já é um projeto de ação. Experimente em pequena e em grande escala. Mesmo na fase de planejamento, transforme-o em uma ação, diz Marcus Faustini.

Leia na íntegra a matéria: http://vocesa.abril.com.br/galerias/carreira/como-ser-mais-criativo

Você exercita atualmente alguma destas dicas? Permite-se ser mais criativo no seu ambiente de trabalho? Se desconecta do mundo para pensar em si e nas possibilidades da vida?

Deveria. Ser criativo é conectar-se a si mesmo e isto é sempre urgente, prioritário e útil.

Pense nisto.


Gustavo Rocha  |  Publicado em: 05/09/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br